Welcome to EverybodyWiki 😃 ! Nuvola apps kgpg.png Log in or ➕👤 create an account to improve, watchlist or create an article like a 🏭 company page or a 👨👩 bio (yours ?)...

1.º Batalhão de Operações de Psicológicas

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki



1.º Batalhão de Operações Psicológicas
Erro Lua em package.lua na linha 80: module 'Módulo:Wikidata/i18n/Testes' not found.
Erro Lua em Módulo:Infobox/Wikidata na linha 128: attempt to index field 'wikibase' (a nil value).
País  Brasil
Estado  Goiás
Corporação Coat of arms of the Brazilian Army Exército Brasileiro
Subordinação Comando de Operações Especiais
Denominação 1.º Batalhão de Operações Psicológicas
Sigla 1.º Btl Op Psc
Criação 22 de julho de 2002
Lema "Corações e Mentes"
Cores Branco, Cinza e Negro
História
Condecorações Medalha do Pacificador - PORTARIA N .º 809 cmda Exército, DE 20 DE JULHO DE 2017
Sede
Endereço Av. Salvador S/N

Erro Lua em Módulo:Categorização_AD_e_AB_de_outras_wikis na linha 173: attempt to index field 'wikibase' (a nil value).

O 1.º Batalhão de Operações Psicológicas (1.º BTl Op Psc) é a única Organização Militar de operações psicológicas da América Latina. Esta unidade de elite do Exército Brasileiro possui mobilidade estratégica e capacitação de planejamento, condução e execução de procedimentos técnicos especializados para a conquista de objetivos políticos, econômicos, psicossociais e/ou militares.

Sua atuação é baseada na economia de meios e na preservação de vidas. Tem por finalidade a redução de baixas e de danos em áreas conflagradas, colaborando com a segurança e com a proteção das tropas e de não combatentes, multiplicando o poder de combate, prevenindo ameaças e a busca da solução de conflitos.

Como parte desta atuação destacam-se:

  • O apoio às Operações de Garantia da Lei e da Ordem em diversas regiões do Brasil;
  • A participação da Força de Paz no Haiti;
  • O apoio à Grande Eventos;
  • A formação de novos especialistas em operações de apoio à informação.

Operações de Apoio à Informação[editar]

A Evolução das Operações de Apoio à Informação[editar]

Os antecedentes das operações de apoio à informação são encontrados em tempos bastante remotos, mas apenas recentemente alcançaram o seu reconhecimento formal. O registro mais antigo que se tem notícia foi a tomada da cidade de Aratta pelo Rei Enmerkar, 3.000 anos antes de Cristo.

O exercício mais refinado e sistematizado da comunicação, visando à influência social, teve maior destaque a partir do início do século XVII. Nesse contexto, surgiu a propaganda como empreendimento persuasivo, em favor da expansão da Igreja Católica.

No tocante às guerras ou aos conflitos armados, tem-se que a propaganda se constituiu em prática destacada já na primeira metade do século XX, o que se constata, por exemplo, pelos suportes oferecidos por ocasião da II Guerra Mundial, tanto em prol dos aliados quanto da Alemanha nazista, sendo largamente utilizadas em todos os teatros de operações. As transmissões radiofônicas, os panfletos e os folhetos foram especialmente empregados. Na frente de combate da força expedicionária brasileira (FEB), os alemães disseminaram panfletos sobre a tropa brasileira para enfraquecer o seu moral. Em um desses panfletos, mostraram a ocupação do Rio de Janeiro, capital do Brasil na época, pelos americanos, enquanto na Itália, os pracinhas brasileiros morriam.

No período da Guerra Fria, as Operações Psicológicas assumiram um papel de fundamental importância na manipulação de conhecimentos e/ou dados, reais ou não, com o objetivo de iludir ou confundir um centro de decisão adverso e de alastrar os movimentos revolucionários, praticamente, em todos os países do mundo.

Durante a Guerra do Vietnã, a televisão, inicialmente usada como veículo de propaganda estratégica dos EUA, acabou conduzindo as opiniões públicas internacionais e americanas contra o conflito, favorecendo a causa do Vietnã do Norte.

1.º Batalhão de Operações de Apoio à Informação[editar]

História[editar]

A história do 1.º Batalhão de Operações de Apoio à Informação tem início no ano de 2002, com a criação do Destacamento de Operações de Apoio à Infomação. Através da Portaria n.º 336, de 22 de janeiro de 2002 – do Gabinete de Comando do Exército, ficou originalmente sediado na cidade do Rio de Janeiro, sendo subordinado ao Núcleo da então recém-criada Brigada de Operações Especiais.

Em 2003, foi transferido para a cidade de Goiânia, com a finalidade de integrar-se, fisicamente, à então Brigada Operações Especiais, que já se encontrava nesta localidade. Ao chegar em Goiânia, a organização militar ocupou as instalações do extinto Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva do 42.º Batalhão de Infantaria Motorizado, sendo empregado pela primeira vez como unidade de operações de apoio à informação no ano de 2004, na região Amazônica.

O crescimento da importância do emprego do emprego estratégico das Operações Psicológicas fez-se reconhecido em janeiro de 2012 quando, através da Portaria n.º 013, de 13 de janeiro de 2012, o Comandante do Exército no uso de sua atribuições, decidiu transformar o Destacamento de Operações de Apoio à Informação em 1.º Batalhão de Operações de Apoio à Informação.

A unidade permanece subordinada à então Brigada de Operações Especiais (Bda Op Esp), Grande Comando Operacional integrante do Comando Militar do Planalto.

Gideão[editar]

O relato bíblico sobre a passagem do Juiz Gideão, em 1245 A.C., quando ludibriou o inimigo de suas tropas, equipando cada um dos seus 300 soldados com uma tocha e uma trombeta e produzindo um efeito visual e sonoro que levou o adversário à desordem e confusão, vencendo a batalha, demonstra a importância do correto emprego das Operações Psicológicas.

Ao utilizar sua sabedoria, Gideão foi capaz de vencer um adversário numericamente superior, economizando meios e preservando vidas. Seu exemplo serve de guia os Operadores do 1.º BOAI do Exército Brasileiro.

Gorro Chumbo[editar]

Desde o início do Destacamento de Operações de Apoio à Informação, no ano de 2004, os militares especializados em Operações de Apoio à Informação (Os Pioneiros) adotaram a cor chumbo no seu gorro.

O símbolo, representativo da especialidade de Operações de Apoio à Informação, adota a cor chumbo existente no distintivo do curso, perfeitamente alinhado à tradição de distinguir as OM especializadas. Como produto do conjunto de símbolos e da mística que envolve o especialista de Operações de Apoio à Informação passaram a ser reconhecidos como "Os Gorros Chumbo".


“É preferível capturar o exército inimigo a destruí-lo. Obter uma centena de batalhas não é o cúmulo da habilidade. Dominar o inimigo sem combater, isso sim é o cúmulo da habilidade.”

Sun Tzu(孫子 em pinyin) .General chinês. Autor do livro "A Arte da Guerra".

Formação do Operador especializado em Apoio à Informação[editar]

A formação do Operador especializado em apoio à informação tem uma dinâmica própria com grande foco nas dimensões informacional e humana. Há, também, instruções que propiciam a integração com outras Capacidades Relacionadas à Informação (Guerra Cibernética, Comunicação Social, Inteligência e Guerra Eletrônica), no contexto das Operações de Informação (Op Info) – atualmente conduzidas pela Chefia de Emprego do Comando de Operações Terrestres (COTEr – DF).

Os cursos são destinados aos seguintes universos:

  • Curso destinado a Oficiais: capitães e tenentes de carreira das Armas e do Quadro de Material Bélico, com prioridade para os tenentes e, em caráter excepcional, os oficiais superiores que servem no 1.º BOAI; e
  • Curso destinado a Sargentos: segundos-sargentos e terceiros-sargentos de carreira, sem o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), das Qualificações Militares de Subtenentes e Sargentos (QMS) Combatentes e de Material Bélico, com prioridade para os terceiros-sargentos.

Ver também[editar]

  • Comando de Operações Especiais
  • Centro de Estudos de Pessoal
  • Centro de Instrução de Operações Especiais

Ligações externas[editar]


Este artigo "1.º Batalhão de Operações Psicológicas" é da wikipedia The list of its authors can be seen in its historical and/or the page Edithistory:1.º Batalhão de Operações Psicológicas.