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Alessandra Ramos

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki


Alessandra Ramos
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Nome completo
Conhecido(a) por Alessandra Ramos Makkeda
Nascimento 1981
Brasília, DF
Morte
Nacionalidade brasileira
Alma mater
Ocupação
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Alessandra Ramos, mais conhecida como Alessandra Ramos Makkeda (Brasília, 1981), é uma mulher trans e uma das principais ativistas LGBTI[1] no Brasil[2]. Ajudou a organizar o primeiro Fórum Nacional Trans de Pessoas Trans Negras e Negros, FONATRAN[3] em Porto Alegre, em 2015. Atua na área dos direitos humanos de pessoas LGBTI desde 2000. Já participou de inúmeras rodas de conversa, mesa de debates e painéis sobre o tema. Trabalha como tradutora e assessora parlamentar. Foi organizadora com o deputado federal pelo Rio de Janeiro, Jean Wyllys, do curso TransFormação, com apoio da UERJ E FIOCRUZ, cujo foco era fortalecer o conhecimento da população trans sobre temas como saúde, cidadania, direito e cidadania[4].

Biografia[editar]

Nasceu em Brasília, em 1981. Muda-se muito jovem para o Rio de Janeiro e cresce com os avós em Campo Grande, na zona oeste. Aos 12 anos inicia curso de desenho de histórias em quadrinhos, e se dedica ao coral, porém, quando descobre sua identidade de gênero, inicia o processo de transição aos 21 anos e abandona esses dois gostos por serem generocentrados, embarcando num processo de marginalização próprio das pessoas trans.

Alessandra tem um relacionamento com Peter F. Wolf, Psicanalista, PhD em Psicologia, com quem entre idas e vindas está há mais de 14 anos.

Carreira[editar]

Tradução e intérprete[editar]

Aprendeu LIBRAS aos 08 anos na congregação das Testemunhas de Jeová, religião frequentada por um tio. Lá existia uma comunidade surda que se reunia e que a ensinou. Aos 13 anos começou a traduzir na própria igreja e aos 18 anos já era tradutora e intérprete profissional. Atualmente é tradutora e intérprete de vários idiomas, incluindo a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), inglês, espanhol, italiano e francês.

"A linguagem tem uma função importante no grau de exclusão das pessoas e é muito gratificante para mim, enquanto mulher transexual que também sofre com essa exclusão, poder contribuir para que as pessoas surdas tenham acesso à informação"[5]

Alessandra também é graduanda do curso de Produção cultural.

Política e Ativismo[editar]

Alessandra também é assessora parlamentar do deputado federal do Rio de Janeiro, Jean Wyllis. Abertamente homossexual, Wyllys é um dos mais atuantes parlamentares brasileiros na defesa dos direitos humanos, especialmente em relação aos direitos LGBT. Ambos, Alessandra e Jean foram favoráveis à decisão[6] do STF que em 1º de março de 2018 decidiu que transexuais e transgêneros poderão mudar de nome social sem a necessidade de cirurgia e decisão judicial.

Em 2017, foi uma das duas bolsistas[7] brasileiras no curso anual[8] da década de afrodescendentes (2015 - 2024) da ONU, realizado em Genebra na sede da organização.

Alessandra também é presidente do ‘Instituto TransFormar’, um coletivo de pessoas trans do Rio de Janeiro que atua no enfrentamento da discriminação de pessoas trans, na desigualdade de gênero e o racismo e promove debates sobre questões que afetam lésbicas, gays e pessoas transgênero.

Ver também[editar]

  • Feminismo negro
  • Visibilidade Trans
  • Direitos Humanos
  • LGBT
  • Identidade de gênero

Referências[editar]

  1. Moscardin, Gabriela (18 de maio de 2018). «Cinco ativistas LGBTI para celebrar no Dia Internacional contra a LGBTfobia». Anistia Internacional Brasil. Consultado em 20 de maio de 2018 
  2. «Global Wikipedia edit-a-thon shines spotlight on the unsung women defending human rights around the world – Amnesty International USA». Amnesty International USA (em English) 
  3. http://www.sdstjdh.rs.gov.br/aberto-forum-de-direitos-humanos-para-populacao-transexual  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  4. «Curso TRANSformação será encerrado com solenidade no INI (22/3)». Fiocruz 
  5. «MULHER TRANSEXUAL E TRADUTORA DE LIBRAS: UMA ATUAÇÃO CONJUNTA DE AFIRMAÇÃO DE DIREITOS». CEDAPS - Centro da Promoção da Saúde. 29 de junho de 2017. Consultado em 20 de maio de 2018 
  6. D´Agostino, Rosanne (1 de março de 2018). «STF decide que transexuais e transgêneros poderão mudar registro civil sem necessidade de cirurgia». G1. Consultado em 20 de maio de 2018 
  7. Dulce Araújo (27 de abril de 2018). «Década dos Afrodescendentes: ONU confere bolsa sobre DH». Vatican News. Consultado em 20 de maio de 2018 
  8. «Década Internacional de Afrodescendentes da ONU» 


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