You can edit almost every page by Creating an account. Otherwise, see the FAQ.

Beatriz Mendes de Góis e Vasconcelos

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki

Beatriz Mendes de Góis e Vasconcelos
Beatriz Mendes
 Edit this InfoBox
Nome completo
Outros nomes Brites Mendes
Nascimento Por volta de 1530
Lisboa, Reino de Portugal
Morte 19 de dezembro de 1620 (90 anos)
Olinda, Capitania de Pernambuco,
Brasil Colônia
Nacionalidade Portugal Portugal
Progenitores Mãe: Joana de Góis de Vasconcelos
Alma mater
Ocupação Senhora de engenho
Erro Lua em Módulo:Categorização_AD_e_AB_de_outras_wikis na linha 173: attempt to index field 'wikibase' (a nil value).
Beatriz Mendes de Góis e Vasconcelos
 Edit this InfoBox
Nome completo
Outros nomes Brites Mendes
Nascimento Por volta de 1530
Lisboa, Reino de Portugal
Morte 19 de dezembro de 1620 (90 anos)
Olinda, Capitania de Pernambuco,
Brasil Colônia
Nacionalidade portuguesa
Progenitores Mãe: Joana de Góis Vasconcelos
Pai: Luís de Portugal, Duque de Beja
Alma mater
Ocupação Senhora de engenho
Erro Lua em Módulo:Categorização_AD_e_AB_de_outras_wikis na linha 173: attempt to index field 'wikibase' (a nil value).

Beatriz Mendes de Gois e Vasconcelos[1][2][3] (cerca de 1530, Lisboa - 19 de dezembro de 1620, Olinda), na grafia da época, Brites Mendes, foi uma senhora de engenho portuguesa de Origem Judaica que viveu em Pernambuco durante o período colonial.[4][5][6][7]

Biografia[editar]

Beatriz é reconhecida por ter sido processada pelo Santo Ofício sob a acusação de praticar secretamente o judaísmo. Seu envolvimento com essa fé ocorreu em um contexto histórico em que muitos judeus sefarditas, descendentes de judeus expulsos da Península Ibérica, buscaram refúgio nas colônias portuguesas para escapar da perseguição religiosa. Esses indivíduos mantiveram suas práticas religiosas em segredo, temendo as consequências da Inquisição.[8][9][10]

Beatriz chegou criança na nau do donatário Duarte Coelho, em 9 de março de 1535. Órfã, veio por determinação real acolhida por sua madrinha Brites de Albuquerque, de quem herdou o nome, e que a casou com o holandês Arnau de Holanda. Teria sido filha de Bartolomeu Rodrigues de Sá (ou Falcão), camareiro do infante Dom Luís com uma dama da corte, Joana de Goés Vasconcelos. Entretanto, considerando as regalias e cuidados que a corte portuguesa teve para com a órfã Beatriz, diversos historiadores e genealogistas, a exemplo de Evaldo Cabral de Mello, consideram que poderia ter sido ela filha natural de algum fidalgo da corte, talvez do próprio Dom Luís, solteirão impenitente, cujo camareiro se tenha prestado à ficção, então comum, de passar por pai da bastarda.[11]

Assim como sua paternidade, seu ano de nascimento correto é um mistério. É constantemente apontada em árvores genealógicas como tendo nascido em 1522 ou 1525,[12][13] o que é improvável, visto que o relato histórico aponta que teria chegado ainda bastante criança com Duarte Coelho em 1535. Além disso, quando o inquisidor Heitor Furtado de Mendonça aportou em Pernambuco e a entrevistou, Beatriz declarou ter sessenta e cinco anos em 1598, o que significa que teria nascido em 1533; em 1601, entretanto, em nova entrevista ao Santo Ofício, declarou ter setenta anos, o que a faria nascida em 1530 ou 1531. Segundo o historiador Evaldo Cabral de Mello, a confusão de Beatriz é bastante compreensível, visto que, naquela época, até mesmo indivíduos de boa posição social não sabiam com exatidão a própria idade.[14]

Beatriz e seu marido Arnau formaram um poderoso clã cujo poder e prestígio econômico/político perduraram intactos no Brasil até o Século XIX. A estratégia de casae seus descendentes envolveu uniões com algumas das mais prestigiadas famílias da época, tais quais os portugueses da poderosa família Albuquerque, assim como os Barros Pimentel, os italianos da linhagem Cavalcanti e os alemães Lins.

Diversas famílias brasileiras tem descendência direta de Beatriz e seu marido, principalmente no Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte etc.

Onde As famílias Albuquerque, Araújo, Cavalcante, Corrêa, Dantas, Família Gois, Medeiros, Pereira e outros se multiplicaram com o passar do tempo. Inclusive os Holanda.

Morre em 19 de dezembro de 1620, com idade próxima aos noventa anos.

Descendentes[editar]

Beatriz teve com seu marido Arnau diversos filhos, firmando-se assim como ancestrais de diversas famílias ilustres da Região Nordeste do Brasil. São seus filhos[15]:

Arnau Vasconcelos de Albuquerque ou Arnau de Holanda Vasconcelos; Lourenço Cavalcante de Albuquerque; Antônio Vasconcelos Cavalcante; João de Holanda.

Fonte: LIMA, Cândido Pinheiro Koren de. Albuquerque: a herança de Jerônimo, o Torto, 2. ed. Recife: Fundação Gilberto Freyre, p. 155. p. 380.

Irmão de Agostinho de Hollanda de Vasconcellos. Segundo filho do casal Arnau e Brites http://www.araujo.eti.br/familia.asp?numPessoa=40736&dir=genxdir/

Referências

  1. «Brites Mendes de Gois Vasconcelos Árvore genealógica». 5 de maio de 2015. Consultado em 6 de junho de 2020 
  2. Erro Lua em Módulo:WikidataIB na linha 1334: Tried to write global ArtsIDs.
  3. «história e genealogia do pernambuco» (PDF). 5 de maio de 2015. Consultado em 23 de agosto de 2022 
  4. https://www.historia.uff.br/stricto/td/2209.pdf
  5. https://martinscastro.pt/blogs/familia-holanda/
  6. https://www.geneaminas.com.br/genealogia-mineira/restrita/enlace.asp?codenlace=1443626
  7. https://www.araujo.eti.br/familia.asp?numPessoa=40735
  8. https://www.araujo.eti.br/familia.asp?numPessoa=40735
  9. https://martinscastro.pt/blogs/familia-holanda/
  10. https://www.wikitree.com/wiki/Mendes_Goes_de_Vasconcelos-1
  11. Evaldo Cabral de Mello (São Paulo: Companhia de Bolso, 2009, página 87). O Nome e o Sangue. [S.l.: s.n.] ISBN 978-85-359-1397-2 
  12. «Brites Mendes de Vasconcelos». 5 de maio de 2015. Consultado em 6 de junho de 2020 
  13. Jacyntho Lins Brandão. «Brites Mendes de Vasconcelos». Consultado em 6 de junho de 2020 
  14. Evaldo Cabral de Mello (São Paulo: Companhia de Bolso, 2009, páginas 87-90). O Nome e o Sangue. [S.l.: s.n.] ISBN 978-85-359-1397-2 
  15. Cândido Pinheiro Koren de Lima. Branca Dias, Tomo I (Fundação Gilberto Freyre: 2012). [S.l.: s.n.] ISBN 978-85-85197-21-6 



Outros artigos do tema Biografias : Natalia Avila, Homero, Marco Antônio Verediano, Diones Coelho da Costa, Humoristas da Bahia, Wíres José de Souza, Aleksandr Zarkhi




Read or create/edit this page in another language[editar]