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Boas Novas Belém

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki
Boas Novas Belém
Rádio e Televisão Guajará Ltda.[1]
Rede Boas Novas.png
Travessa Vileta, 2193[1]
Brasil[1]
Tipo Comercial
Cidade de concessão Belém, PA[1]
Canais 📺 Digital: 36 UHF
Virtual: 4 PSIP
Outros canais Analógico:
4 VHF (1995-2017)[1][2]
Sede Bandeira de Belém.svg Belém, PA
Slogan Eu quero mais!
Rede Boas Novas[2][3][4]
Rede(s) anterior(es) Rede Record
CNT
Fundador 👨‍💼️ Firmino Gouveia[3][4]
Pertence a Fundação Boas Novas
Proprietário Samuel Câmara
Antigo proprietário Firmino Gouveia[3][4]
Controlador Jonatas Câmara
Presidente Samuel Câmara
Fundação 15 de março de 1995 (26 anos)[3]
Prefixo ZYB 201[1]
Nome(s) anteriore(s) TV Guajará
RBN Belém
TV Boas Novas
Emissoras irmãs
Cobertura Pará:
Grande Belém e cidades
Nordeste:
Algumas Capitais do Nordeste
Potência 12kW[5] ​(alegado)
Agência reguladora ANATEL
Página oficial 🌐 boasnovas.net

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A Boas Novas Belém (no Pará, Boas Novas Pará ou Boas Novas PA) é uma emissora de televisão brasileira instalada na cidade de Belém, Capital do Estado do Pará. A emissora é sintonizada no canal digital 36 UHF (4.1 canal virtual) em toda a região metropolitana de Belém e áreas próximas.

A emissora é uma das três geradoras da rede de televisão brasileira Boas Novas (ex-Rede Boas Novas) para o estado do Pará e os nove estados da Região Nordeste.

Até 2007, a emissora e as duas geradoras eram conhecidas como TV Boas Novas, responsáveis pela geração da Rede Boas Novas, mais conhecidas pela sigla RBN, quando passaram a se chamarem apenas Boas Novas, já a emissora passou ser apenas Boas Novas Belém.

História[editar]

1995: Antecedentes[editar]

Ver artigo principal: TV Guajará

A Família Castro, formada pelo casal Lopo Castro e Conceição de Castro, incluindo os familiares, venderam as duas emissoras de rádios Guajará FM (1993) e AM (1994) para pastores das duas igrejas evangélicas (pela lei brasileira, grupos religiosos são proibidos de obter ou comprar concessões de rádios e TVs, mas empresas administradas por grupos religiosos ou ser sócio dessas empresas podem tê-las, sem violar essa lei): a rádio FM ficou com pastores da Igreja Presbiteriana e a AM com pastores da Igreja Assembleia de Deus.[3][4] A venda dessas emissoras de rádio deveu-se por por problemas financeiros e administrativos.[3][4]

No início de 1995, os antigos proprietários das rádios Guajará AM e FM, Lopo de Castro Jr. e a Família Castro, decidem propuser a venda da TV Guajará (na época, a emissora era afiliada à Rede Record), o último meio de comunicação ainda pertencente a família.[3][4] No entanto, Lopo de Castro Filho procurou Firmino Gouveia para oferecer essa venda ao grupo de pastores da igreja, sob alegação de que os familiares ficaram admirados pelo êxito da compra da Rádio AM,[3] apesar de outros grupos se manifestarem interesse de comprar e como forma de colocar a igreja como favorita para compra.[carece de fontes?]

Antes de iniciar negociações, motivado pelo apoio recebido no empreendimento anterior (compra da emissora AM), Firmino Gouveia decide consultar novamente o ministério e líderes pastorais da igreja se aceitam ou não em comprar a emissora de TV,[3] já que o veículo de comunicação era considerado "coisa do satanás"[4] (apesar da igreja ter programa religioso chamado Boas Novas no Ar na própria TV Guajará desde 1981).[3] A resposta do ministério e líderes pastorais da igreja foi unânime a favor pela compra, mostrando o exemplo ocorrido com a compra similar ocorrida em Manaus dois anos antes.[3][4]

Após a decisão, por conta da vantagem para futuro uso da emissora de TV para o uso de evangelho, a igreja se mobilizou novamente como aconteceu na compra da Rádio Guajará AM em 1994.[3] O pastor Samuel Câmara, proprietário da Rede Boas Novas em Amazonas, ao souber da negociação, decide incentivar a compra, pois estava interessado em ampliar a RBN no Pará a partir de Belém, onde foi construída a primeira igreja Assembleia de Deus em 1910.[3] Os pastores liderados por Firmino Gouvêia decidem firmar contrato com os proprietários Família Castro,[3] acabando qualquer expectativa de algum outro grupo em comprar essa emissora.[carece de fontes?]

O proprietário e herdeiro da única empresa de comunicação que sobrou, Dr. Lopo de Castro Filho e Família Castro, apresentaram contrato de venda e compra da emissora por US$ 3.000.000 (três milhões de dólares americanos, equivalente a quase R$ 3.100.000 reais na época) a serem pagos em 24 meses, quando a nova direção da emissora assumisse a emissora e também assumir e pagar todas as dívidas deixadas pela emissora na época da Família Castro. Porém, a renda da igreja era de US$ 300.000 (trezentos mil dólares) por mês (equivalente a quase R$ 310.000 reais na época) em Belém.[3] Com isso, todas as igrejas no Pará, através da parceria com a igreja da Assembleia de Deus de Manaus, mobilizou para arrecadar para comprar a TV Guajará.[3]

Fim da TV Guajará e início da TV Boas Novas[editar]

Em 10 de março de 1995, em reunião entre antigos e novos proprietários, Lopo de Castro Filho e Família Castro com pastores e integrantes da igreja liderado pelo Firmino Gouvêia na sede da emissora, Gouveia assinou os termos de compra da emissora, precisamente às 14 horas e a partir de então iniciou o pagamento de 24 vezes de US$ 125.000 dólares dos US$ 300.000 que a igreja ganha por mês em Belém. A negociação que resultou a compra da TV Guajará ocorre cinco dias antes do aniversário de dois anos da compra da RBN de Manaus e a criação da Rede Boas Novas (RBN) e 17 dias antes do aniversário de 28 anos da TV Guajará. Naquela ocasião histórica o pastor Firmino se expressou:[3][4]

Este momento, acredito, é um dos mais significativos da história da nossa Igreja aqui em Belém. Isso porque Deus está nos empurrando para um campo de atividades, até então, por nós desconhecidos, campo que tem sido explorado negativamente, pois nele se explora um meio de comunicação chamado mídia eletrônica, para a perversão do homem. Estamos nos predispondo em adquiri-lo para o uso do evangelho (...) Agora com a aquisição que fazemos, a Igreja vai ocupar esse espaço e, naturalmente valer-se daquilo que sempre deu e pode dar, no sentido de melhorar o comportamento dessa sociedade, com o evangelho de Cristo. Vemos essa aquisição como uma porta que Deus abriu. Agradecemos, pois, a Deus, em primeiro lugar. Depois aqueles que ombrearam conosco e, também, agradecer ao Dr. Lopo de Castro, que sempre simpatizou conosco. Essa simpatia, levou-o também a se unir a nós, dando-nos a oportunidade para que possamos contribuir com nossa Belém, nosso Estado e Brasil. A partir do dia 15 de março, como já está planejado, nós não vamos ser vistos apenas em nossa reunião local, mas com audiência em todos os Estados brasileiros, através de um satélite. Fica a nossa expectativa de que Deus está conosco, como sempre esteve. Ele vai nos dar pessoas capazes, que farão conosco o trabalho na mídia. Já temos a parceria do pastor Samuel Câmara, de Manaus.[3][4]

— Firmino Gouveia

Em sua fala o Dr. Lopo de Castro Filho acentuou que a TV Guajará foi pioneira em várias atividades: foi primeira afiliada da Globo (1969) e da Record (sob gestão de Edir Macedo, em 1990)[4] e ser umas das primeiras a transmitir em cores (1974) na Região Norte:

[O passo dado pelo pastor Firmino Gouveia e a Igreja Assembleia de Deus em Belém foi realmente] um passo corajoso, decisivo e muito acertado, haja vista que numa tendência mundial, a começar pelos Estados Unidos, existem redes evangélicas, e esta agora, fatalmente, dentro de muito pouco tempo, no caso, Pará e Brasil, não será uma só. Serão duas, três, quatro e até mais, porque a comunidade está crescendo e precisa ter o seu grande meio de comunicação e até mesmo a nível nacional, através de satélite, que hoje está bem mais barato, com o acesso fácil para todos. Por certo, esse é um passo pioneiro, decisivo e vai ser um marco na história das Assembleias de Deus.[3]

— Lopo de Castro Filho

No dia 15 de março, cinco dias depois da compra e o dia de inauguração oficial da TV Boas Novas, a TV Guajará teve seu último dia no ar, quando todas as vinhetas e qualquer vestígios dos antigos proprietários (a Família Castro) foram substituídas por nova emissora (todas as novas vinhetas da nova emissora vieram da similar de Manaus). O nome fantasia (da emissora) foi modificado mas a razão social da antiga emissora (Rádio e Televisão Guajará Ltda.) permanece na nova emissora. Era o fim de 27 anos da TV Guajará (faltavam 12 dias para emissora completar 28 anos), que até então nessa data, era a mais antiga emissora de TV no Pará (superando a TV Marajoara em 1980, quando teve concessão cassada). Nesse dia, a TV Liberal no Canal 7 analógico passou ser a emissora mais antiga do Pará, que nos anos seguintes ultrapassa as idades das emissoras quando foram extintas, os 29 anos da TV Marajoara (em 1996) e os 27 anos da TV Guajará (em 2004).

Com isso e prevendo a futura composição com RBN, inserção dos programas religiosos da igreja, os dois canais (radiofônico e televisivo) em Belém começam a ser integrados na RBN, que compõe todo o complexo de comunicação da Assembleia de Deus em Belém. Tanto a rádio como a TV inicia a parte de um projeto de satélite da RBN, o Jesus Sat, que é pioneiro e único com TV aberta. Através desse sistema é possível gerar programação via satélite para o Brasil e outros países.

Em 16 de setembro, a Igreja Assembleia de Deus em Belém no Pará, firmou contrato de sociedade e parceria, no qual foi transferida a concessão da Rádio Transpaz (ex-Rádio Guajará AM) para a Fundação Evangélica Boas Novas (proprietária da Rede Boas Novas), ficando esta responsável pela sua administração e por dar seguimento a regularização jurídica da emissora. Na prática, integrantes da igreja em Belém repassaram para integrantes da mesma igreja em Manaus, a emissora de rádio que foi comprada em 1994, o que fez com que o meio de comunicação passasse a pertencer à Família Câmara.

Mudança de Rede[editar]

A extinta TV Guajará tinha contrato de afiliação com a Rede Record (desde 1990) no momento em que a Família Castro vendeu a emissora, deu aos novos proprietários à rede de TV que exibe programação de outra igreja, pois a Record só exibia programas religiosos da Igreja Universal do Reino de Deus apenas nas madrugadas (já que o dono a emissora, Edir Macedo era líder dessa igreja e dono da Record). A atual TV Boas Novas manteve a Record apenas pra cumprir o contrato de afiliação (como umas das clausuras de contrato na época da compra) da extinta emissora (assinado na época que a rede estava recém-criada) e previa fim de afiliação até final do mesmo ano.

Segundo denúncias de imprensa da época, quando a TV Boas Novas iniciou mudanças da grade de programação dos programas locais que contrariam com as crenças dos assemblelianos (retirada de propagandas de cervejas e cigarros) sob alegação que essa veiculação influenciam males à humanidade e exibir dos primeiros programas religiosos da Assembleia de Deus (em horários da manhã e tarde), provocou primeiros protestos dos telespectadores. Ao souber que sua afiliada estava modificando a programação nacional sem seu consentimento, a Record exigiu o fim dos cortes da programação, o que provocou divergências entre a rede e a afiliada.

Em carta datada em 28 de agosto, a Rede Record de Televisão foi comunicada acerca a decisão da TV Boas Novas de não mais retransmitir seu sinal a partir do dia 1º de novembro do mesmo ano, quando termina o contrato assinado pela extinta TV Guajará com a rede. Ao mesmo tempo, já em setembro a emissora começa a negociar com sinal da Central Nacional de Televisão (CNT) na região.

1995 a 2000: CNT[editar]

Em 1º de novembro de 1995, depois de sete meses de afiliação, a TV Boas Novas deixou a Record e passa a ser afiliada à Central Nacional de Televisão (CNT). Já a Record ficou sem sinal na região (excerto por recepção por antena parabólica) por quase dois anos até voltar em 1997, com emissora própria, já que não haviam afiliadas ou retransmissoras disponíveis para retransmissão da rede. Apesar da TV Boas Novas ser emissora própria da Rede Boas Novas, mantém a independência da geradora da TV Boas Novas de Manaus, com geração de programas locais.

A emissora começou ter alta audiência, graças aos programas da CNT, os populares (com Carlos Massa, o Ratinho, incluindo Luiz Carlos Alboguetti no 190 Urgente), jornalismo (CNT Jornal), infantis (desenhos animados e o interativo Hugo).

Por conta da grade nacional, eram apenas exibidos telejornais locais (manhã, tarde e noite) e programas religiosos (noite e na madrugada). Na noite, no horário exibido por Igreja da Graça de Deus às 20hs30min, era exibido programa religioso da Assembléia de Deus. Já nas madrugadas, nos horários que eram exibidos programas independentes ou filmes contrários às doutrinas da igreja (principalmente pornográficos), eram exibidos os religiosos, alguns trazidos da matriz RBN de Manaus.

Em 15 de março de 1997, em razão dos dois anos da TV Boas Novas em Belém, foi paga a última parcela da compra da emissora, que era US$ 3.000.000 (três milhões de dólares americanos).[3]

Em 1998, depois que a RBN (em Amazonas e Rondônia) passa ser afiliada à CNT (seguindo o exemplo da emissora de Belém), o sinal da rede (net) é unificado transmitir programas direto de Manaus, fazendo com que os sinais das duas emissoras próprias sejam unificadas, cada uma exibindo programas locais em respectivos estados.

Em 1999, após ampliação dos programas locais, chega aos 55% da programação (programas religiosos evangélicos) e o resto era preenchido pela CNT, levando a emissora em não manter mais contrato com CNT enquanto o contrato que vai até 2000 estiver ao fim.

2000 a 2006: Emissora Própria e Expansão[editar]

Em 1º de novembro de 2000, depois de cinco anos de afiliação, a TV Boas Novas deixou a CNT e passou ser emissora própria da Rede Boas Novas, retransmitindo sinal da RBN através do sinal digital (sem nenhuma relação a transmissão atual de canal aberto, pois se refere uso de redes de TVs a utilizar essa transmissão apenas pelo satélite).

Em 2001, a TV Boas Novas Belém passa a ter sinal em satélite digital para expandir no Pará (a exemplo da RBN no interior de Amazonas). Sua primeira afiliada é a TV Marabá (Marabá) no canal 13 analógico e a primeira retransmissora é na cidade de Oriximiná no canal 4 analógico.

Entre 2004 a 2006, a emissora representa a RBN e inaugura todas retransmissoras em nove capitais da Região Nordeste (São Luís, Teresina, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju e Salvador) e arredores, incluindo algumas no interior na Região Nordeste, cuja retransmissão dura por mais 10 anos nas capitais.

2007: De TV Boas Novas a Boas Novas Belém[editar]

Em agosto de 2007, a Família Câmara foi obrigada a mudar o nome da rede e as iniciais ("Rede Boas Novas" e "RBN") por apenas "Boas Novas", depois que a ANATEL (baseando-se denúncias do Ministério Público de Rondônia e do Ministério das Comunicações) decidiu cassar a concessão do canal 6 de Porto Velho e devolveu esse canal e seus antigos nomes para o Grupo Simões (que pertenceu a emissora até 1993), após denúncias de que a rede operava simultaneamente em dois canais analógicos (6 e 49) que retransmitiam a mesma emissora numa cidade, o que é expressamente proibida pela lei brasileira (excerto no caso se duas ou mais emissoras operem numa mesma cidade, mas vindo em cidades diferentes). Com isso, a TV Boas Novas Belém passou a se chamar apenas Boas Novas Belém.

Em 2009, a emissora surpreende ao meio televisivo religioso ao veicular os programas da TV Igreja Mundial, da Igreja Mundial do Poder de Deus. Era primeira vez que uma emissora permite que uma igreja de outra vertente possa exibir sua programação. A primeira fase ocorre de 2009 até 2011, quando deixou de transmitir (quando foi encerrada, exibia à meia-noite até 11 da manhã, já que a programação própria da rede estava sob reprise). A segunda fase inicia na quinzena de novembro de 2013, após problemas da Igreja Mundial com as Rede 21 e CNT no mesmo ano até final de 2015.

Após a inauguração das primeiras TVs digitais na Grande Belém, entre final da década de 2000 e início da década de 2010, telespectadores começaram a notar uma queda de qualidade de sinal analógica da emissora, chegando a não ser mais captado em alguns bairros em Belém e fora da capital, o que fez com que especulasse que a emissora deixou de investir na melhoria do sinal em favor da futura instalação do sinal digital da emissora.

Entre os dias 20 a 26 de novembro de 2014, a emissora retirou do ar seu sinal analógico do ar para manutenções prévias e instalação do equipamento digital.

Em 2 de março de 2015, às vésperas de completar 22 anos no ar, a emissora iniciou suas transmissões digitais em fase de testes com qualidade 480i SD, espelhando com o canal 4 VHF analógico. Com isso, a emissora ​torna-se a décima primeira emissora da TV na região a ter seu sinal digital. Somente em 2016 toda a programação da emissora passa a ter 720i HD.

No entanto, no mesmo ano, depois de mais de 10 anos em capitais a emissora que representa a rede perde suas retransmissoras no Nordeste: em junho de 2015, Fortaleza no canal 52 UHF analógico dá lugar a então TVCi. Acontecendo o mesmo em outras capitais em VHFs analógicas, quando a programação da rede Boas Novas era trocada por TVCi: Natal no Canal 27, João Pessoa no Canal 35, Recife no Canal 49, Maceió no Canal 57 e Aracaju no Canal 28. A retransmissora em Salvador no Canal 23 passou a retransmitir o sinal da Rede Aparecida. O mesmo aconteceu em duas capitais fora do Nordeste, quando foi trocada Boas Novas pela TVCi: Vitória (Espírito Santo) no Canal 52 e Goiânia (Goiás) no Canal 29.

Em 2017, as cidades de São Luís e Teresina deixam retransmitir a Boas Novas em sinal analógico a menos de ano antes do fim das transmissão digital, que apesar do início das transmissões digitais em 2018, as emissoras nunca mais voltaram ao ar.

Sinal digital[editar]

Canal virtual Canal digital Resolução de tela Programação
4.1 36 UHF 720i Programação principal da Boas Novas Belém / Boas Novas

A emissora iniciou suas transmissões digitais em 2 de março de 2015, através do canal 36 UHF em Belém, tornando-se a décima primeira emissora da TV na região a ter sinal digital, às vésperas de completar 22 anos no ar. A emissora entrou no ar em fase de testes e a qualidade é 480i SD. Em 2016, toda a programação já estava em 720i HD.

Transição para o sinal digital

Com base no decreto federal de transição das emissoras de TV brasileiras do sinal analógico para o digital, a Boas Novas Belém, cessou suas transmissões pelo canal 4 VHF às 23 horas e 59 minutos do dia 30 de setembro de 2017, um mês a mais estipulado pela ANATEL (até 30 de agosto) e oito meses antes do fim das transmissões analógicas na Grande Belém (30 de maio de 2018).

Controvérsias[editar]

Nos últimos anos em que a Boas Novas Belém tinha transmissão analógica, o sinal da emissora era sempre o motivo de reclamação pela população belenense, ao contrário dos outros canais na VHF na região metropolitana de Belém, pois de acordo com os moradores em Belém, só conseguia uma boa imagem do canal 4 analógico apenas em bairros próximos à torre da emissora.[5] Os que moravam afastados à torre da emissora, na maioria dos bairros na capital e outras cidades (como Ananindeua), os telespectadores não conseguiram captar o canal 4 analógico nitidamente e os que viam na época, o canal tinha fantasma de imagem, chiado ou simplesmente fora do ar. O problema só foi solucionado em 2015, quando entrou no ar a transmissão digital da emissora no canal 36 físico (canal 4.1 virtual), fazendo com que o canal digital passe a cobrir áreas onde o sinal analógico nunca tinha chegado ou com recepção precária, o que fez com que os telespectadores migrarem imediatamente ao canal digital.

A Boas Novas Belém alega que opera o seu sinal digital com 12kW de potência[5] e que seria a emissora mais potente na Região Norte-Nordeste por alcançar diversos municípios paraenses, o que na teoria o sinal chega mais longe do que as emissoras instaladas na Região Metropolitana de Belém. No entanto, alguns telespectadores alegam que não conseguem ter recepção em algumas áreas de Belém e os municípios distantes ​(o mesmo problema relatado na época do analógico), enquanto outras emissoras (geradoras e retransmissoras) conseguem serem captadas facilmente, o que supõe que a emissora opera menos da metade da potência (abaixo dos 6kW).

Referências

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 «Consulta Entidades Outorgadas». ANATEL. 2014. Consultado em 11 de junho de 2019 
  2. 2,0 2,1 Vários Autores (2008). «Belém (PA)». Portal BSD. Consultado em 11 de junho de 2019 
  3. 3,00 3,01 3,02 3,03 3,04 3,05 3,06 3,07 3,08 3,09 3,10 3,11 3,12 3,13 3,14 3,15 3,16 3,17 3,18 3,19 «Entrevistas». Teleduc. Antes de 2010  Verifique data em: |data= (ajuda)[ligação inativa]
  4. 4,00 4,01 4,02 4,03 4,04 4,05 4,06 4,07 4,08 4,09 4,10 JAIME SILVA DELGADO (2008). «NEM TERNO NEM GRAVATA: As mudanças na identidade pentecostal assembleiana.» (PDF). Belém: UFPA. Cópia arquivada (PDF) em 26 de janeiro de 2019 
  5. 5,0 5,1 5,2 William Costa da SILVA, Drª Regina de Fátima Mendonça ALVES e Universidade Federal do Pará (UFPA, Belém, PA) (24–26 de maio de 2017). «A Assembléia de Deus na TV: percepções sobre a Rede Boas Novas Belém» (PDF). InterCom. Consultado em 15 de agosto de 2021 

Enlaces Externos[editar]

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Precedido por
TV Guajará
Canal 4 VHF analógico em Belém
1995 a 2017
Sucedido por
Sem sinal.



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