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Colégio Marista de Varginha

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Colégio Marista de Varginha é uma instituição de ensino de Varginha, Minas Gerais. É um colégio particular tradicional da cidade, mas que esteve fechado por vinte anos, entre as décadas de 1970 e 1990. Possui uma biblioteca com 10 mil exemplares.[1]

história[editar]

Sob a direção do Dr. Antônio Pinto de Oliveira, Juiz de Direito, e do Monsenhor Leônidas João Ferreira foi fundada em Varginha no ano de 1913 a "Sociedade Culto à Ciência", cuja finalidade era construir uma escola para rapazes. Após os fundos serem angariados as obras do prédio tiveram início em 1913 e foram concluídas em 1914.

Foi feito um acordo com o Colégio Luso-Brasileiro de Petrópolis-RJ para dirigir a escola. Porém no segundo ano de funcionamento o acordo apresentava problemas. Tendo em mente resolver estas questões o Monsenhor Leônidas pediu a vinda dos Irmãos Maristas para Varginha.

Prédio do Colégio Marista em 1918

A história marista na vida varginhense principia a 26 de fevereiro de 1917, quando os irmãos Adorator (Provincial) e José Borges chegaram à cidade para estabelecer as bases de um contrato com a Sociedade Culto à Ciência.

A 2 de fevereiro de 1918 sete irmãos professores iniciam oficialmente as aulas no estabelecimento: Irmão José Borges (Reitor), Francisco, Pedro, Paulo, Damião, Francisco de Sales e Francisco de Paula. Já no término do segundo mês de aulas a matrícula conseguia o número de 150 alunos.

A escola mudou de nome e passou a se chamar Ginásio do Sagrado Coração de Jesus e quando da criação do segundo grau o nome foi alterado para Colégio Coração de Jesus.

Durante cinquenta e nove anos o colégio foi dirigido pelos Irmãos Maristas.

Em 1976 o irmão Luiz Silveira, Provincial, alegando diminuição de vocações religiosas, decidiu reduzir as escolas e que os irmãos se voltassem mais para obras sociais fora de colégios. Isto fez com que os Maristas deixassem Varginha naquele ano.

Entre 1977 e 1996 o prédio do Colégio Coração de Jesus abrigou uma escola estadual, o conservatório de música, uma escola técnica, além de servir como sede da secretaria de obras da Prefeitura do Município de Varginha.

Em 1996, após 20 anos de ausência da cidade de Varginha, os Maristas decidiram reabrir o colégio.[1]

As obras de reforma da capela tiveram início em fevereiro de 1997.Restaurada pelos artistas plástico Hiti Foresti e Valéria Neno de Souza,através da incansável visão do Provincial da época irmão Manoel Alves. Nos anos seguintes o restante do prédio foi reformado.

Em 1999 as aulas tiveram início, já com a denominação de Colégio Marista de Varginha e desta vez sem os Irmãos Maristas. Como Diretor Professor Antonio Carlos e vice Diretor Antonio Albuquerque.

Diferente do pensamento corrente em 1976, atualmente a Congregação Marista supre a redução das vocações religiosas com funcionários e professores leigos altamente capacitados e acompanhados pela Província.

Antigos diretores (1917 a 1976)[editar]

Diretores varginha.jpg
  • Irmão José Borges
  • Irmão Pedro Evremond
  • Irmão João Roberto
  • Irmão Bento Gabriel
  • Irmão João Francisco
  • Irmão José Antonio
  • Irmão Lino Teódulo (Teodoro Arroyo Vella)
  • Irmão Osmundo Ribeiro (Wagner Ribeiro de Mello)
  • Irmão Sulpicio José
  • Irmão Plácido Máximo (Affonso Angelo Falqueto)
  • Irmão Heriberto Lúcio (Eurico de Souza)
  • Irmão Aleixo Maria Autran (Marcelo Autran)
  • Irmão Claro Figueiredo (Aureliano Chaves de Figueiredo)
  • Irmão Ruperto Aurélio (Roberto Augusto Ferreira Borges)

Até o início dos anos 60 os religiosos da Congregação Marista ao professarem seus votos abandonavam o nome civil e recebiam o nome religioso, escolhidos pelo superior provincial. Na lista acima, o cidadão Teodoro Arroyo Vella passou a ser o Irmão Lino Teódulo. Não se deve suprimir a qualificação "Irmão" do nome religioso, pois no exemplo, Sr. Lino Teódulo nunca existiu e sim o religioso Irmão Lino Teódulo.

Referências

  1. 1,0 1,1 blog.crb6.org.br. «Conheça a biblioteca do Colégio Marista de Varginha». Consultado em 10 de maio de 2018 


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