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Corsários (banda)

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Corsários
Informação geral
Origem Ponta Delgada (Açores)
País Portugal Portugal
Gênero(s) Pop-Rock
Período em atividade de Setembro de 1997 até hoje
Gravadora(s) Globalpoint Music site
Angra Music Agency site
Integrantes António Gaudêncio (Voz)
Pedro Maia (Guitarras) site
Marco Medeiros (teclados)
Paulo Arruda (Baixo)
Rui Oliveira (Bateria)
Ruben Moura (Voz)
Ex-integrantes Isabel Rodrigues (teclados)
Emanuel Cabral (teclados)
Tiago Maia (Guitarras)
Página oficial www.corsarios.com.pt

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Os Corsários são uma banda pop-rock portuguesa, de Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, formada em 10 de Setembro de 1997, data em que se realizou o primeiro ensaio. É uma banda que apenas interpreta temas originais cantados em português, escritos e compostos pelos elementos da própria banda.

História[editar]

Introdução[editar]

António Gaudêncio, logo após as gravações do seu álbum a solo, convida Pedro Maia a juntar alguns músicos para formar uma banda que servisse para o acompanhar nos espectáculos ao vivo, durante a promoção daquele disco. Em vez disso, essa aventura transformou-se num grupo de amigos que resiste até aos dias de hoje: os Corsários.

O primeiro ensaio[editar]

A data que o grupo considera oficial para o seu aparecimento, é a de 10 de Setembro de 1997, dia da primeira reunião e tentativa de ensaio dos 5 elementos fundadores. Com o cd "Corsário Negro" a tocar em pano de fundo, aparelhagens pouco profissionais e instrumentos desactualizados, fruto do esforço de cada elemento em reunir as melhores condições para ensaiar, começou um esboço de ensaio pelas 17 horas daquela quarta-feira soalheira. Tentou fazer-se soar os primeiros acordes, fazer sair as primeiras notas com o intuito de se tornarem semelhantes às daquela gravação, que embora contivesse temas de António Gaudêncio, tinha sido gravado pelos músicos de José Cid.

Apesar da experiência trazida de outras bandas e projectos musicais de cada um dos músicos, não foi fácil conciliar os blues de Pedro Maia com o metal de Rui Oliveira e Paulo Arruda, e as aulas de conservatório de Marco Medeiros, e juntar isso à sonoridade da orquestração de Mike Sargeant. Tanto que esse ensaio nem chegou a ser concluído. Tratava-se de um armazém em Ponta Delgada, cedido a título de empréstimo por um dos patrocinadores da banda, mas com o inconveniente de existirem moradias por perto. Por isso mesmo, pouco tempo após o início daquele ensaio, já batia no portão do armazém um indivíduo que alegava que a sua sogra estava com dificuldades em adormecer…

Em muito pouco tempo foi necessário evoluir para algo mais condigno, um espaço com mais condições e sem aquele tipo de limitações. Desde então, mudar de sala de ensaios tem sido para os Corsários uma excursão sem destino concreto. O Estúdio 7A, o actual poiso do grupo para os ensaios e algumas gravações, é o sétimo local de ensaios em mais de uma década de existência da banda.

A origem e o nome[editar]

Os Corsários devem a sua origem ao álbum "Corsário Negro", gravado no ano de 1997 e lançado no ano seguinte (1998). Esse disco conta com todos os temas escritos, compostos e interpretados por António Gaudêncio, e não deixa de ser um disco a solo. A orquestração e a instrumentação ficaram a cargo de José Cid e a interpretação instrumental foi feita pelos seus músicos. As misturas ficaram a cargo de Pierre Dominique e Mike Sargeant figurou como engenheiro de som. A capa do cd conta com uma foto de todos os Corsários visto a banda ter-se formado antes da edição do disco, embora isso possa ser enganador quanto à interpretação dos temas.

O nome deste conjunto chegou a ser "Corsários Negros", baseando-se exactamente no disco a solo de Gaudêncio. Esse nome também teve o intuito de homenagear uma banda que existiu há largos anos, em Águeda, de onde provém o vocalista da banda, e pela qual nutria alguma admiração. Essa admiração trouxe a inspiração para a escrita do tema "Sou um Corsário Negro", presente nesse mesmo trabalho. Mais tarde, em 2004, e por motivos de marketing e de renovação de imagem, foi decidido passar o nome do agrupamento apenas para Corsários.

Estilo e influências[editar]

No começo, os Corsários tiveram a necessidade de se enquadrar no estilo que se pode ouvir no álbum "Corsário Negro", que como foi gravado com os músicos de José Cid, acabou por ficar com a sonoridade que aquele músico costuma aplicar nos seus trabalhos, ou não tivesse o grupo sido criado para interpretar aqueles temas ao vivo. À medida que tempo foi passando, e após os primeiros espectáculos ao vivo, os estilos de cada um dos elementos da banda começaram a sobressair, o que deu deram origem ao som Pop-Rock que até hoje em dia a banda pratica ao vivo. Em estúdio, notou-se um grande amadurecimento da banda com o álbum "Pisar o Risco". É perfeitamente perceptível a calma com que foi feito, a dedicação e a paixão investidas nos pormenores, embora tratando-se de um álbum acústico e de sonoridades simples.

A nível de escrita e composição, António Gaudêncio sempre foi o principal da banda, mas Paulo Arruda e Pedro Maia também escrevem e compõem. Em termos de orquestração, sempre existiu uma cooperação muito próxima entre todos os músicos, e durante os ensaios todos contribuem para o produto final. No entanto, a partir do álbum "Pisar o Risco", essas tarefas começaram a ser assumidas em grande parte por Pedro Maia, pelo menos a nível de estúdio.

Estreia em palco[editar]

Apesar de uma estreia não oficial do grupo, "só para amigos", na noite de passagem de ano de 1997 para 1998, em que se tocaram meia dúzia de temas numa festa particular que decorria no armazém onde os Corsários tinham a sua sala de ensaios, a estreia oficial ao vivo deu-se em 4 de Setembro de 1998, quase exactamente um ano após a primeira reunião da banda.

Decorria o evento "Palco '98", das festas da freguesia de São Pedro, em Ponta Delgada. O palco era o da antiga Calheta Pêro de Teive, que hoje deu lugar à construção de um casino. O palco era dos maiores e mais apetecidos pelas bandas naquela época, trazia um grande som e uma enorme audiência. Isso significava que os Corsários fugiam à regra das estreias das bandas em concertos de garagem. Por isso mesmo, o nervosismo foi imenso, mas a banda foi recompensada com um público que vibrou com o espectáculo. Foi o concerto da vida dos Corsários, não só por ser a estreia oficial, mas também pelo carisma do próprio espectáculo.

Mudanças[editar]

Em finais de 2003, e após algum tempo de menos movimentações, a banda começou a preparar-se para enfrentar os tempos que se aproximavam. Com a intenção de refrescar a imagem já um pouco gasta que passava para o exterior, a banda decidiu mudar o seu nome e visual. Embora a mudança de nome de uma banda seja algo arriscado de fazer, fizeram-no sem pestanejar. Com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2004, tiraram o "Negros" de "Corsários Negros", passando o nome da banda a apenas "Corsários", renovaram logotipo oficial da banda, deixaram as cores escuras e trocaram-nas pelos vermelhos, cores energéticas, refizeram e realojaram o site internet em novo domínio, alteraram também a forma interna de trabalhar e a postura perante o público e imprensa, e ainda anunciaram a entrada em estúdio para as gravações do que viria a ser o álbum "Pisar o Risco". O impacto fez-se sentir ao longo do ano de 2004, mas principalmente com o lançamento dos primeiros singles de apresentação desse álbum, em 2005.

O segredo do sucesso[editar]

Torna-se fácil observar que entre os elementos da banda existe uma grande empatia. Já foram inclusivamente rotulados como "inseparáveis" pela comunicação social. Os 5 elementos da banda que a fundaram ainda estão presentes no projecto, e nunca o abandonaram desde o início. Ainda assim, outros músicos já passaram pela banda. Pelos teclados passaram Isabel Rodrigues, em 1998 e Emanuel Cabral no ano de 1999. Depois dessa fase, Marco Medeiros ocupou de forma definitiva essa posição, ainda que tenha chegado a ser preenchida por Tiago Maia, em 2005. Ruben Moura, que até então fazia parte do staff, passou a fazer parte do alinhamento principal do grupo quando decorria o ano de 2001.

Os Corsários consideram-se, até hoje, um projecto de amizade. Sempre assumiram a preferência em reinvestir, em vez de repartir. Talvez seja essa a razão principal pela qual a banda tenha conseguido chegar aos dias de hoje.

Reconhecimento obtido[editar]

  • 1998 - É lançado o primeiro disco, "Corsário Negro", muito badalado em toda a comunicação social, em especial na imprensa escrita e rádios regionais açorianas e da região de Aveiro.
  • 1998 - Para ajudar à promoção inicial, o tema "Varinha de Condão" faz parte integrante da colectânea da banda sonora da telenovela "Terra Mãe", que passa em quase todos os canais da RTP, nomeadamente na RTP1, RTP Internacional, RTP África, RTP Açores e RTP Madeira.
  • 1999 - É lançado o single "Balada das Ilhas" que roda nas rádios locais com bastante frequência. Simultâneamente sai o videoclip desse mesmo tema, o primeiro video da banda, rodando em diversos programas da RTP Açores.
  • 1999 - Dá-se a primeira aparição ao vivo em televisão, na edição daquele ano do "Natal dos Hospitais" da RTP Açores. A partir desse ano, a banda passa a participar regularmente nesse evento, além de outros.
  • 1999 - Nesse ano, a banda bate todos os seus próprios recordes, pelo menos a nível de espectáculos, correndo a Ilha de São Miguel de lés a lés, e dando um total de 24 espectáculos ao vivo.
  • 2005 - É lançado o álbum de originais "Pisar o Risco", o primeiro gravado pelos meios da própria banda, e que conta com a participação de todos os elementos. Roda em todas as rádios locais e algumas nacionais. A nível internacional, chega a rodar em França, Dinamarca, Estados Unidos e Canadá. Desse álbum já foram retirados até hoje, 3 singles e 1 videoclip.
  • 2006 - A banda participa, em conjunto com outras bandas locais, na "I Maratona de Rock de Ponta Delgada", tendo um dos temas também feito parte da colectânea relativa ao evento, editada logo de seguida.
  • 2006 - É lançado o videoclip do tema "De Pisar o Risco", e além de ter rodado em alguns canais portugueses como a RTP1, RTP Açores e SIC Radical, passou também na MTV Portugal.
  • 2006 - A banda assina o seu primeiro contrato de gestão de carreira, que passa a ser feita pela empresa açoriana Angra Music Agency. O contrato incluíu igualmente serviços exclusivos de agenciamento artístico. A Angra Music Agency é uma empresa açoriana, sediada na cidade de Angra do Heroísmo, que se dedica desde 1998 à gestão carreiras e agenciamentos artísticos, de artistas açorianos e não só. Conhecida também pela produção de diversos espectáculos e eventos pelos Açores de artistas nacionais e internacionais.
  • 2007 - A banda recebe uma nomeação para os "Prémios Açores Música 2006", na categoria de "Música Portuguesa", ao lado de bandas como os "Passos Pesados" e os "Cabo Verde Açores". Na votação final, o grupo ficou em segundo lugar, atrás da banda de António Pimentel, que "apadrinhou" os Corsários no seu início de carreira.
  • 2009 - A banda rescinde contrato com a Angra Music Agency, e retoma os ensaios e as gravações do álbum "Fogo", após um período de quase inactividade de perto de 2 anos.

Discografia[editar]

Álbuns de Estúdio[editar]

  • 1998 - Corsário Negro (Editora Ovação)
  • 2005 - Pisar o Risco (Edição de Autor)

Álbuns ao Vivo[editar]

  • 1999 - Ao Vivo no Viegas (Não editado)
  • 2000 - Ao Vivo no Cais de Verão (Não editado)
  • 2005 - Ao Vivo no Coliseu (Não editado)

Colectâneas[editar]

  • 1999 - Telenovela "Terra Mãe" (Banda Sonora RTP)
  • 2006 - I Maratona de Rock de Ponta Delgada

Singles[editar]

  • 1998 - "Varinha de Condão" (Álbum "Corsário Negro")
  • 1999 - "Balada das Ilhas" (Álbum "Corsário Negro")
  • 2004 - "Sem Saber de Mim" (Álbum "Pisar o Risco")
  • 2005 - "De Pisar o Risco" (Álbum "Pisar o Risco")
  • 2006 - "Eu Dava o Resto da Vida" (Colectânea "I Maratona de Rock")
  • 2007 - "O Primeiro Filme" (Álbum "Pisar o Risco")

Videografia[editar]

Videoclips[editar]

  • 1999 - "Balada das Ilhas" (Álbum "Corsário Negro")
  • 2006 - "De Pisar o Risco" (Álbum "Pisar o Risco")

Espectáculos ao vivo[editar]

  • 1998 - Palco '98 (Calheta Pêro de Teive)
  • 1999 - São Pedro 1999 (Calheta Pêro de Teive)
  • Portal de Portugal
  • Portal do rock



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