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Crise no Sistema Verdes Mares (2017-)

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki

A crise no Sistema Verdes Mares é um episódio do conglomerado de comunicação do Ceará, Brasil, sediada em Fortaleza, pertencente ao Grupo Edson Queiroz.

Antecendentes[editar]

Em 2015, o SVM, como é conhecido, começou a sofrer com a saída de funcionários, principalmente da TV Verdes Mares, acompanhando a crise no Brasil. Um exemplo é a então apresentadora do CETV Primeira Edição Caroline Ribeiro, que saiu para fazer graduação na área em Portugal (fato que aconteceu em 30 de setembro)[1]; em seu lugar entrou a repórter Patrícia Nielsen.

Mas em 20 de outubro, o grupo sofreu sua maior perda, a de Edilmar Norões, então diretor responsável[2]; Paulo César Norões, jornalista e chefe esportivo da TVM e filho de Edilmar assumiu o cargo.

Em 2016, Eveline Frota deixa a apresentação do Bom Dia Ceará para ir a chefia de conteúdo da Verdes Mares, substituída pela repórter Taís Lopes (que antes era apresentadora do Destaque VM no lugar de Tep Rodrigues, que estreou o #Partiu); além de Cíntia Lima deixar o CETV 2 no mesmo ano para morar nos Estados Unidos, tendo o repórter esportivo Marcos Montenegro como substituto. Em 17 de junho, morria a então presidente do grupo Yolanda Queiroz. Com vários repórteres saindo, os espaços são preenchidos com estudantes formados da Unifor.

A crise[editar]

Em 2017, a TV Verdes Mares e a rádio FM 93 perdem a liderança para TV Jangadeiro e Jangadeiro FM, respectivamente, ambos do Sistema Jangadeiro de Comunicação; fazendo perder anunciantes e faturamento. No mesmo ano, TV Diário e Rádio Verdes Mares começam a sofrer com a crise com a saída de grande parte da equipe de esportes da Verdinha para a Expresso FM, fazendo a primeira criar o grupo "Craques da Verdinha", contando profissionais que foram para outras áreas, além da chegada de Antero Neto.[3]

Em 2018, a crise se agrava, mesmo com a entrada da nova programação da TVD. Em abril e setembro, o grupo faz novas debambadas, atingindo empregados com até 30 anos de contribuição. Em outubro, o grupo inaugura uma redação integrada com o novo estúdio do BDCE, CE1 e CE2. Tudo isso foi contestado pelo Sindjorce (Sindicato de Jornalistas do Ceará).[4][5]

Em 16 de fevereiro de 2019, o caos é denunciado pela primeira vez ao vivo por Kaio Cézar, então narrador e apresentador eventual do Globo Esporte, que encerrou o programa daquele sábado pedindo demissão.[6] No mesmo dia, o sistema divulgou uma nota informando que foi surpreendido.[7]. No dia seguinte, através do Facebook, Kaio publica um texto grande falando sobre o caso, culpando PC Norões de perseguição e as condições de trabalho.[8]

Referências

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