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Diogo Nógue

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki

Diogo Nogueira Silva, conhecido como Nógue (Suzano, 13 de setembro de 1988) é artista visual, escritor, ilustrador,e professor.

Desenvolve trabalhos em arte contemporânea nas linguagens de pintura, desenho, gravura,

Nógue
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Ficheiro:Retrato-diogo-nogueira.jpg
Retrato do artista diogo nogue
Nome completo Diogo Nogueira Silva
Nascimento 13 de setembro de 1988
São Paulo,  São Paulo
Morte
Nacionalidade brasileiro
Alma mater
Ocupação
Influências
Principais trabalhos Série "De onde os Medos Crescem", Série "Quem matou Basquiat?",
Área artes visuais
ilustração
literatura
Formação Licenciatura em Artes Visuais

Bacharel em Artes Visuais Tecnico em Design Gráfico

Movimento(s) afrossurealismo
afrofuturismo
arte contemporânea
Publicações Pretos em Contos, Retratos apagados, Pedra Polida
Página oficial
http://www.diogonogue.com.br
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objeto, vídeo e instalação. Como artista negro, periférico e independente, Nógue já participou de exposições coletivas e individuais em museus, galerias e espaços culturais no estado de São Paulo. Em sua pesquisa explora o simbolismo, história afro-brasileira, afrossurrealismo, afrofuturismo, a imagem do homem negro e as relações entre corpo x espaço x corpo x objetos. Com influência de outros artistas negros como Octávio Araujo, Kara Walker, Rosana Paulino e Sidney Amaral.

Utiliza tecidos, madeira, resina, cerâmica, argila, linhas de costura, crochê e papel em seus trabalhos. Investiga a literatura, psicanálise, mitologia africana e história nos seus trabalhos.

Participou da Bienal Black Brazil Art - de artistas negros brasileiros.

Como escritor lançou os livros "Pedra Polida", "Retratos Apagados" onde explora a poesia, conto, conto curto e crônicas. Participou também da Antologia "Pretos em Contos" vol1 e Vol2, este ultimo finalista do Premio Jabuti 2022 com o coletivo literário Pretos Em Contos e a Editora Aldeia de Palavras.

Biografia[editar]

Nascido em Suzano, São Paulo, porém cresceu na periferia de São Paulo até abrir seus horizontes indo fazer curso técnico no centro da cidade.

Pintor, ilustrador, gravador. Cursa design técnico pela Etec Carlos de Campos. Em 2004, realiza Psicodrama, sua primeira exposição de desenhos.

Forma-se em artes visuais na Faculdade Belas Artes em 2009, onde apresenta a pesquisa em pinturas intitulada Imagens Vestígios, acompanhada da série de pinturas De Onde os Medos Crescem. O trabalho é exposto no ano seguinte na Galeria Vicente Di Grado, a convite do Centro Cultural Belas Artes, compondo a exposição coletiva Onze Lições.

Sua obra se expande para outros formatos, como fotografias e objetos. Continua a produção em pintura e desenho, realizando exposições como a individual De Onde os Medos Ganham Força (2016) e Entre o Real e o Sonho (2017), Imagens Vestígio (2018), O que nunca vão apagar (2020) e Meu corpo que te abriga (2022).

Em seus trabalhos, destaca-se o uso de nanquim nos desenhos com imagens em preto e branco, como na obra I.V-IV (Série Meu Corpo que te Abriga), de 2010. Suas pinturas fazem uso de cores vibrantes como o amarelo e o azul, adquiridas de pigmentos e materiais naturais como extrato de nogueira, além do uso de outros recursos sobre a tela, como barbantes também coloridos e tecidos, como na obra Ela Tinha Sonhos, mas Quem Vive Deles? II (Série De Onde os Medos Crescem), de 2012.

Seu trabalho de arte também se relaciona com a literatura. Em sua pesquisa utiliza contos, poemas e até livros inteiros como processo de criação, tendo o conto "De onde os medos crescem" como base para sua série de pinturas homônima. Por grande influencia de sua mãe se interessou desde cedo pela literatura, escrevendo contos e poemas mesmo quando criança.[1]

Em 2019 lança o livro de poesia "Pedra Polida" uma reunião de seus escritos da adolescência e de jovem adulto. Com reflexões sobre amor, perda, solidão, depressão e rejeição.

Ficheiro:Sereia rainha (Série Imagens Vestígio).jpg
Desenho "Sereia Rainha" - Nógue

Dois anos depois, em 2021, seu segundo livro "Retratos apagados" é uma coletânea de contos, crônicas e poemas que falam sobre o racismo, violência, memórias de infância e adolescência, afrofuturismo e afrossurealismo.

Com o coletivo "Pretos em Contos" lança a antologia de mesmo nome pela Aldeia de Palavras, chegando entre os cinco finalista do Premio Jabuti daquele ano. E sendo a primeira Antologia a chegar entre os finalistas da premiação.

Como ilustrador e Design desenvolve trabalhos como capas, e livros ilustrados como o "Trovinhas das Cores e Amores" da autora Regina Lúcia de Moura Nogueira (sua mãe) e o próprio "Pedra Polida" .

Atuando também como professor de ensino fundamental como Arte educador, procura desenvolver uma educação antirracista. Combatendo os preconceitos presente na educação publica brasileira e levando para sala de aula a cultura indígena e afro-brasileira com dança, música, e brincadeiras.

Livros[editar]

  • 2016 - Trovinhas das cores e amores[2] - quadras populares (ilustrador)
  • 2019 - Pedra Polida, poemas da Zona Mental[3] - Poesia
  • 2020 - Pretos Em Contos Vol.1 - Contos Curtos
  • 2021 - Retratos Apagados[4] - Contos, crônicas e Poesia
  • 2021 - Pretos Em Contos Vol.2[5] - Contos Curtos

Exposições[editar]

  • Exposição Coletiva " Bienal Black Brazil Art"[6]- 2022
  • Exposição Coletiva "Festim Canibal"[7] - Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi - 2022
  • Exposição individual "O Que nunca vão apagar"[8] - 2020
  • Exposição Individual "Imagens Vestígio"[9]- 2018
  • Exposição Individual "10 Faces: do traço a cor"[10] 2018
  • Exposição Individual - "Entre o real e o sonho"[11] - Casa de Cultura Raul Seixas - 2017
  • Exposição Individual - "De onde os medos ganham força"[12] - Centro de Cultura Patricia Galvão - 2016
  • Exposição Coletiva " Troy Art" [1] - Museu Brasileiro de Escultura - 2011
  • Exposição Coletiva " Onze Lições"[13]- Galeria Vicente Di Grado - 2010
  • Exposição Coletiva "Nossos Olhares" - Galeria 13 - 2008
  • Exposição individual - "Psicodrama" - ETE Carlos de Campos - São Paulo, 2004

Pinturas[editar]

Artigos[editar]

  • A influência de 2020 na subjetividade do homem preto, e como um Artista Responde[14] - Diogo Nógue ao portal Geledes
  • Imagens Vestígio: a relação do texto e registro de imagens com a memória na pintura[15] - Diogo Nógue monografia

Ligações Externas[editar]

Referências[editar]

  1. Cultural, Instituto Itaú. «Diogo Nogue». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 20 de fevereiro de 2023 
  2. Silva, Regina Lúcia (2016). Trovinhas das Cores e Amores. Rio de Janeiro: Metanóia. 32 páginas. ISBN 9788563439840 
  3. Nógue, Diogo (2019). Pedra Polida. São Paulo: independente. 80 páginas. ISBN 978-65-900645-2-3 
  4. Nógue, Diogo (2021). ISBN. São Paulo: independente. 174 páginas. ISBN 978-65-995648-0-2 
  5. «A coletânea "PRETOS EM CONTOS – Volume 2" é finalista do Prêmio Jabuti 2022». Revista Raça Brasil. 11 de novembro de 2022. Consultado em 20 de fevereiro de 2023 
  6. «II BIENAL». Black Brazil Art. Consultado em 20 de fevereiro de 2023 
  7. «Moriconi recebe mostra em homenagem ao centenário da Semana de 22 | Suzano». www.suzano.sp.gov.br. Consultado em 20 de fevereiro de 2023 
  8. diogonogue (28 de agosto de 2021). «Exposição "O Que Nunca Vão Apagar" -2020». Diogo Nógue. Consultado em 20 de fevereiro de 2023 
  9. diogonogue (26 de abril de 2018). «Exposição "Imagens Vestígio" - Desenhos das lembranças». Diogo Nógue. Consultado em 20 de fevereiro de 2023 
  10. diogonogue (15 de fevereiro de 2018). «Exposição 10 Faces: do traço a cor». Diogo Nógue. Consultado em 20 de fevereiro de 2023 
  11. Moreira, Pedro (5 de outubro de 2017). «Entre o real e o Sonho - Diogo Nógue». Cultura Leste. Consultado em 20 de fevereiro de 2023 
  12. «Exposição na Galeria de Arte Patrícia Galvão propõe reflexão sobre o medo». Prefeitura de Santos. Consultado em 20 de fevereiro de 2023 
  13. Paulo, Centro Universitário Belas Artes de São (12 de maio de 2010), Brasília 50 Anos, consultado em 20 de fevereiro de 2023 
  14. Negra, Geledés Instituto da Mulher (8 de janeiro de 2021). «A influência de 2020 na subjetividade do homem preto, e como um Artista Responde». Geledés. Consultado em 20 de fevereiro de 2023 
  15. «Projetos». Diogo Nógue. Consultado em 20 de fevereiro de 2023 


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