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Divinismo

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Divinismo (grego διϝος = "divino" descendem do Proto - Indo-Europeu*deiwos = "divino" + do grego monis, "um") Divino Monismo onde a divindade representa a energia cósmica essencial e sua onisciência, com o monismo representando a união entre o cósmico e o anímico, tudo coexistindo em si mesmo.

O uso do termo divindade é dos primórdios da humanidade sendo representado graficamente por inúmeros outros símbolos. Em essência seu conceito científico e religioso remete à existência de uma consciência inteligente, que domina tudo e todo o universo em matéria e energia.

O conceito do Uno é a coexistência destes elementos pulsando em si mesmo, sendo o infinito finito, onde “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. O universo se transforma em si mesmo, expandindo e contraindo, eternamente, vivendo de si em si mesmo.

Deste conceito surge o conflito da criação ou emanação, onde a criação pode ser vista como fruto da emanação.

“O fruto que nasce da semente, emana da evolução de sua própria essência.”

Variações de aplicação:

  1. Divino Monismo, Divindade única, Criação emanada de si em si mesma, Eterna e Perfeita;
  2. Conjunto de documentos das revelações Divinas de cunho doutrinário para a elevação espiritual de todos os indivíduos;
  3. Movimento de reposição da “Doutrina do Caminho” deixada pelo cristo, em sua existência messiânica de verbo exemplar.

Divinismo como prática doutrinária

Dissidência do Espiritismo no Brasil[1], o Divinismo é uma congregação de inspiração apocalíptica fundada por Osvaldo Polidoro (1910-2000) [2], que não logrou alcançar o mesmo reconhecimento e projeção de outros dissidentes[3], exceto num âmbito mais restrito de seguidores. Nesse círculo, Polidoro é cultuado como tendo sido a reencarnação de Allan Kardec. Igualmente, cultiva-se ali a crença de que ele teria sido encarnações de outras ilustres figuras da história da humanidade – algumas delas: Moisés, Ezequiel, Elias, João Batista, Pitágoras, Platão, Francisco de Assis, José de Anchieta, Voltaire, (além de “alguns budas”). De acordo com a mesma concepção, Polidoro já teria encerrado todo o ciclo evolutivo, e “encontra-se deificado ou plenamente reintegrado ao princípio”[4]. Tais afirmações, perante os seguidores, bastam-se por si mesmas, não carecendo de dados objetivos que as autentiquem (tarefa esta que, aliás, esbarraria em obstáculos intransponíveis). Para eles, trata-se de "verdades absolutas" a serem acatadas literalmente, sem necessidade de submetê-las a filtros de discernimento. Declarando-se como de cunho não-religioso, o Divinismo adota as linhas centrais do Espiritismo, de que é originário, incluindo a prática doutrinária, mediúnica e de orações, com variações deixadas pelo fundador, caracterizadas como dogmas[5]. Especial destaque é conferido a versículos dispersos retirados do contexto da Bíblia, notadamente do Livro do Apocalipse, que entre suas profecias teria assinalado que “Elias, reencarnado como Osvaldo Polidoro, terminaria a restauração da doutrina do caminho do Senhor, com o nome Divinismo”[6]. Conforme ali difundido, foi na condição de “detentor das verdades divinas reveladas” que ele concluiu tal obra, estando ela encerrada no livro Evangelho Eterno[7] – a propósito, de distribuição gratuita.


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