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Extrema-imprensa

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O termo extrema-imprensa refere-se à suposta prática de alguns veículos de comunicação que compõem a imprensa brasileira no qual matérias jornalísticas comumente apresentam caráter tendencioso ou enviesado à políticas de cunho esquerdista.

Origem[editar]

O termo, ainda sem autoria, originou-se organicamente durante as eleições presidenciais de 2018 e popularizou-se principalmente após a Folha de São Paulo veicular uma matéria acusando o candidato à presidência da República, Jair Messias Bolsonaro, de praticar caixa-dois durante sua campanha.

A matéria relatava que empresários aliados de Jair Messias Bolsonaro, seja por interesses econômicos ou por sentimento de antipetismo, haviam comprado de diversas empresas de tecnologia, através de contratos milionários, pacotes de disparos de mensagem via WhatsApp para, de alguma forma, prejudicar a campanha do seu concorrente do segundo turno, Fernando Haddad, que representa o Partido dos Trabalhadores.

Entretanto, a matéria e o jornal ainda não apresentaram provas concretas sobre tal esquema. O esquema ficou conhecido como Bolsolão, uma referência ao Mensalão e ao Petrolão, protagonizados pelo Partido dos Trabalhadores e sua base aliada, dois dos maiores esquemas de corrupção já descobertos no Brasil.

Causas[editar]

Anos antes das eleições de 2018, os simpatizantes de políticas mais à direita do espectro político passaram, com mais frequência, a se queixar de uma suposta parcialidade de certos veículos da imprensa brasileira, sendo principalmente a Folha de São Paulo, UOL, Veja e o site G1. Supostamente, esses veículos veiculavam matéria com textos tendenciosos e, principalmente, manchetes extremamente parciais, com o objetivo de criticar ou difamar políticos ou entidades ligadas mais à direita. Na era do compartilhamento, uma manchete mal-intencionada pode causar um grande impacto político num país, muito mais que a própria matéria em si, pois geralmente as pessoas caem na falácia viés de confirmação, onde basta uma única palavra que coincida com o que a pessoa pensa que, automaticamente, aquela nova informação é assumida como sendo verdadeira pela pessoa.

O medo de que o candidato à Presidência da República, Jair Messias Bolsonaro, fosse, supostamente, implantar um tipo de ditadura militar, causaram reações negativas, muitas das vezes infundadas, na imprensa de um modo geral. A dificuldade da imprensa de assumir posições mais imparciais perante a falsa dicotomia criada pela esquerda brasileira entre esquerda e extrema-direita foi se intensificando ao decorrer dos anos até chegar ao ápice nas eleições de 2018, após a matéria da Folha de São Paulo sobre o suposto esquema de caixa-dois de Jair Messias Bolsonaro.

O forte sentimento de antipetismo tomou grande parte da população, e intelectuais e militantes de direita, que antes eram comumente rechaçados ou descreditados, passaram a publicamente a assumir suas posições e a militar em seu favor. Foi nesse meio que surgiu, então, o termo extrema-imprensa.

Características[editar]

Algumas das características mais importantes da extrema-imprensa são:

  1. Matérias jornalisticas tendenciosas ou enviesadas para a esquerda do espectro político;
  2. Manchetes propositalmente mal-intencionadas ou mal-formuladas visando compartilhamento e consequente rápida disseminação de ideias à esquerda do espectro político;
  3. Falsa dicotomia entre esquerda e extrema-direita;
  4. Redações de jornais tomada por jornalistas simpatizantes de políticas mais à esquerda;


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