Fazenda Ponte Pensa

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A Fazenda Ponte Pensa foi uma grande propriedade rural localizada no noroeste do estado de São Paulo.

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Origem[editar]

Com o intuito de formar posse para criar gado, Patrício Lopes de Souza, oriundo da vila de São Tiago, comarca de Bom Sucesso, na região de São João Del Rey (MG), tomou para si a posse de quatro grandes áreas, três em Mato Grosso, às quais deu os nomes de Sobradinho, Sucuriu e Correntes, e outra no noroeste paulista, chamada São José da Ponte Pensa. Viveu mais de meio século em Porto Taboado, atual Rubineia, retornando a sua cidade natal já com idade avançada. Em testamento deixou as terras da Fazenda Ponte Pensa para os filhos de sua irmã Maria Tereza de Souza. Faleceu solteiro em 1885. Assim com o passar do tempo as terras ficaram abandonadas.

Localização[editar]

Situava-se os espigões de terra das atuais comarcas de Santa Fé do Sul a Jales e Pontalinda a Ilha Solteira e Vitória Brasil a Populina.

História[editar]

A Fazenda Ponte Pensa possuia uma gleba de 207.000 alqueires10 (500.940 ha), denominada Fazenda São José da Ponte Pensa.

Em 1912 teve início o processo de grilagem destas terra. Os donos posteriores destas terras foram pessoas de São José do Rio Preto, Araraquara e Rio de Janeiro. Fundou-se então a firma Glória & Furquim a fim de unir os dois grupos interessados na posse, conforme combinado entre si para não levantar suspeita sobre a veracidade de tal contestação. Com títulos de terras falsificados, contrataram os melhores advogados a época para defender em esfera federal, nomes tais como Olímpio Rodrigues Pimentel e Júlio Prestes a autenticidade de tais títulos. O estado provou que as terras eram devolutas conforme a Lei Imperial de Terras de 1850. A firma Glória & Furquim questionou o laudo e contratou o agrimensor Euphly Jalles para compor novo laudo. Sem o questionamento do estado e com o tempo esgotado para tal, o juiz considerou inválidos os argumentos do governo e prevaleceu o laudo de Euphly, que recebeu em pagamento as terras hoje do município de Jales. Depois disso venderam as terras em grandes lotes e desfizeram-se da sociedade. Nessa grande área da antiga fazenda Ponte Pensa surgiram diversos povoados que, posteriormente, se tornaram municípios, entre eles Santa Fé do Sul, Santana da Ponte Pensa, Santa Albertina e Jales com intuito de facilitar a comercialização de terras.

Referências

Ligações externas[editar]

Sedeval Nardoque, 2007 em http://www.rc.unesp.br/igce/geografia/pos/downloads/sedeval_tese.pdf}}[ligação inativa]


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