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Francisco das Chagas Pereira Pinto

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Francisco das Chagas Pereira Pinto
Monsenhor da Igreja Católica
Pároco Emérito de São José dos Angicos
Atividade Eclesiástica
Diocese Arquidiocese de Natal
Serviço pastoral Paróquia São José dos Angicos
Predecessor Manuel Tavares de Araújo
Sucessor Vicente Fernandes Neto
Mandato julho de 1949
até 4 de agosto de 2008
Ordenação e nomeação
Ordenação presbiteral 8 de dezembro de 1955
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação, Natal, Rio Grande do Norte
por Eugênio de Araújo Sales
Dados pessoais
Nascimento Pedro Avelino, Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte
26 de setembro de 1926
Morte Angicos, Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte
21 de janeiro de 2018 (91 anos)
Categoria:Igreja Católica
Categoria:Hierarquia católica
Projeto Catolicismo

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Monsenhor Francisco das Chagas Pereira Pinto (Pedro Avelino, 26 de setembro de 1926Angicos, 21 de janeiro de 2018), ou apenas Monsenhor Pinto, era presbítero católico brasileiro. Era pároco emérito de São José dos Angicos, cuja paróquia dirigiu de 1959 a 2008. Ao falecer, era o presbítero mais velho da Arquidiocese de Natal.

Biografia[editar]

Juventude e sacerdócio[editar]

Monsenhor Pinto nasceu na Fazenda São Francisco, no então município de Gaspar Lopes, atual Pedro Avelino. Filho de Francisco Horácio Pereira Pinto e Anna Amélia Pereira Pinto, foi batizado em 12 de dezembro de 1926 pelo padre Ulisses Maranhão, vigário de Angicos, tendo como padrinhos Horácio Elpídio Pinto, seu avô paterno, e Ana Clementina da Trindade, sua avó materna.

Teve seus primeiros estudos com sua mãe e depois na Escola Pública em Epitácio Pessoa. Em seguida, foi para escola particular da agente dos Correios Maria Cândida Coelho. Em 1939, ingressou na escola particular da Sr.ª Leonor Maciel do Amaral, no prédio da Escola Estadual José Rufino, em Angicos. No ano seguinte, frequentou a escola paroquial Santo Cura d’Ars em Angicos. Em 1941, tendo sido fundado o Educandário Padre Félix, pelo padre Manuel Tavares de Araújo, nele ingressou onde concluiu seu curso primário, em 1944.

Em 1945, ingressou no Seminário São Pedro, em Natal, onde fez o curso ginasial e o científico, concluindo no ano de 1949. Em 1950, iniciou o curso de Filosofia e Teologia no Seminário Maior da Prainha em Fortaleza, Ceará. Recebeu tonsura na capela do seminário, e as primeiras ordens menores e também as maiores, subdiaconato e diaconato, todas as quais lhe foram conferidas pelo Arcebispo Metropolitano de Fortaleza, Dom Antônio de Almeida Lustosa.

Em 8 de dezembro de 1955, foi ordenado presbítero por Dom Eugênio de Araújo Sales, então bispo-auxiliar da Arquidiocese de Natal, na Catedral de Nossa Senhora da Apresentação. Celebrou sua primeira missa solene na semana seguinte em Pedro Avelino e, naquele mesmo mês, foi nomeado coadjutor da Paróquia Santa Rita de Cássia em Santa Cruz, na Borborema Potiguar, onde ficou durante um ano, sendo transferido para a Paróquia Nossa Senhora das Graças e Santa Teresinha, no bairro Tirol, Natal, onde ficou até julho de 1959, quando, por nomeação do Papa João XXIII, recebeu a provisão de pároco de São José dos Angicos, em substituição ao padre Manuel Tavares, recém-eleito bispo de Caicó. Por ter sido nomeado pelo Papa, recebeu o título de “vigário pontifício”, sendo único nesta condição no Rio Grande do Norte.

Tortura[editar]

Na madrugada de 28 de maio de 2003, dois assaltantes invadiram a casa paroquial onde residia o padre Pinto, fizeram-no de refém, amordaçaram-no o amarraram a uma cadeira com os fios do telefone. Depois, os assaltantes espancaram o presbítero e cortaram um pedaço de sua orelha com uma faca de cozinha para que ele destrancasse o cofre. O padre foi socorrido e levado para o Hospital São Lucas, em Natal, para se recuperar.

O crime contra o padre tomou grande repercussão no estado porque o religioso é muito querido na região. Horas após o ocorrido, um dos suspeitos foi capturado, Wellington Ribeiro da Cruz Sobrinho, então com 21 anos. O comparsa, Herandi Cassiano de Oliveira, vulgo Bispo, só seria preso cinco meses depois, após o serviço de inteligência da polícia encontrá-lo escondido em Natal.[1]

Últimos anos[editar]

Em 19 de agosto de 2000, recebeu o título de Monsenhor, que lhe foi outorgado pelo então Papa João Paulo II.

Monsenhor Pinto regeu a Paróquia de São José dos Angicos por quase cinquenta anos. Entre as ações realizadas na paróquia durante seu pastoreio, destacam-se: fundação da Escola Cenecista; o incentivo às Escolas Radiofônicas; a criação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais; e a festa de São José, sempre contando com uma grande participação dos fiéis.

Passou a administração da paróquia ao Pe. Vicente Fernandes Neto em 4 de agosto de 2008, tornando-se assim Pároco Emérito da Paróquia de São José dos Angicos. Continuou residindo em Angicos e servindo à Igreja.

Em julho de 2016, aos 90 anos, ele foi escolhido pelo então prefeito Júnior Batista para conduzir a Tocha Olímpica. Com o auxílio de policiais, o sacerdote decano percorreu 200 metros, sendo bastante ovacionado pelo trajeto.[2]

Falecimento[editar]

Ao fim da tarde de domingo, 21 de janeiro de 2018, Monsenhor Pinto passou mal em seu quarto na casa paroquial de Angicos, onde residia. foi encontrado desfalecido pela empregada doméstica da casa que rapidamente acionou o padre Severino da Silva Neto, atual pároco, que o levou para o Hospital Regional de Angicos onde o mesmo não resistiu e veio a falecer. Ele contava 91 anos de idade e era o presbítero mais velho da Arquidiocese de Natal.

No dia seguinte, o corpo foi conduzido para Fernando Pedrosa, onde foi velado na Igreja de São Joaquim. À tarde, foi trazido de volta a Angicos, onde foi celebrada a missa de exéquias presidida pelo arcebispo Dom Jaime Vieira Rocha e pelo arcebispo emérito Dom Matias Patrício de Macedo, com a presença de vários padres. O caixão então foi levado ao Cemitério Municipal Parque da Saudade, seguido por grande cortejo fúnebre, onde, enfim, foi sepultado.[3][4]

Referências

  1. «Jovem de 22 é preso no Rio Grande do Norte por assaltar e torturar padre». Correio do Brasil. 2 de outubro de 2003. Consultado em 13 de abril de 2018 
  2. Grimaldi Alves. «Monsenhor Pinto é ovacionado pela população angicana e ganha destaque como símbolo da tocha olímpica pela imprensa nacional». Blog Poder Angicano. Consultado em 13 de abril de 2018 
  3. «Morre Monsenhor Pinto, pároco emérito de Angicos». Arquidiocese de Natal. 21 de janeiro de 2018. Consultado em 13 de abril de 2018 
  4. Monsenhor Pinto: multidão se despede do filho mais ilustre de Angicos. Blog Tribuna do Cabugi, 23 de janeiro de 2018. Acesso em 13 de abril de 2018



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