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Gioconda Labecca

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki
A poetisa campanhense Gioconda Labecca

Gioconda do Carmo Labecca (Campanha, 16 de julho de 1931- falecimento 15 de Julho 2020) foi uma poetisa brasileira.

Biografia[editar]

Filha de Humberto Labecca e Iria de Resende Labecca, descendentes de italianos. Sua mãe foi professora na cidade de Campanha e aposentou-se por lá. Teve treze irmãos, todos falecidos.

Seus primeiros estudos foram feitos em Campanha e formou-se professora em Varginha, Minas Gerais, no Colégio dos Santos Anjos, onde sua tia Irmã Adelaide era freira.

Desde muito cedo revelou um extraordinário talento para a composição de poesias. Seu primeiro poema foi publicado no "São Lourenço Jornal" quando contava apenas treze anos de idade.

Após a aposentadoria de sua mãe, a família mudou-se para o Rio de Janeiro, à procura de melhores condições de estudo para os filhos.

Tendo conhecido pessoalmente o Presidente Getúlio Vargas, episódio relatado no livro "Voltando ao Passado", foi nomeada como Investigadora no Depto. Federal de Segurança Pública, desde que era seu desejo trabalhar na Polícia.

Após dois anos como Investigadora, prestou concurso para o Ministério da Fazenda, no Depto. Administrativo do Serviço Público (DASP). Sendo transferida, posteriormente, para a Receita Federal, onde se aposentou.

Nessa época, ocupava suas noites ministrando aulas de dicção e oratória, conciliando o trabalho no Ministério da Fazenda com os estudos.

Noiva do Oficial da Aeronáutica Antônio Firizola, vivenciou a terrível tragédia de perdê-lo num desastre aéreo, como relatado em seu livro "Voltando ao Passado".

No Rio de Janeiro, envolveu-se com a intelectualidade, participando de vários grupos literários, notadamente, com o poeta general Arnaldo Damasceno Vieira, presidente da Sociedade de Homens de Letras do Brasil, que a introduziu no meio literário, assim como com o poeta Manuel Bandeira, que a considerava a melhor declamadora de seus versos.

Sua estréia foi com o livro "Trinta Mensagens de Amor" lançado pela mais conceituada editora da época, dos Irmãos Pongetti.

O sucesso deste livro foi celebrado por muitos críticos literários que a comparavam a Olavo Bilac. Foi considerada a "Poetisa do Amor" pelo desassombro de seus versos. O conceituado crítico Henrique Pongetti, citaria Omar Khayyam dizendo: "Respeito o amante que geme de felicidade. Detesto o hipócrita que murmura orações".

Após esse início auspicioso, seguiram-se mais vinte e um livros, ao longo dos anos, entre poesias, trovas, haicais e sonetos, evidenciando sua enorme energia criadora que não dá mostras de exaurir-se tão cedo.

Casou-se com o Oficial da Marinha Eduardo G. de Castro e com ele teve um filho. Lamentavelmente, perdeu seu esposo para o câncer em 1974.

Obras[editar]

  • Trinta Mensagens de Amor - 1954
  • Cânticos - 1956
  • Cantilena - 1956
  • Appassionata - sonetos - 1966
  • Sonetos Escolhidos - 1970
  • Ecce Homo - 1970
  • A Inconfidência Mineira - 1972
  • A Estória do Zé Cachorro - 1973
  • De Olhos Fixos no Gethsêmani - 1976
  • Vendo a garoa cair - 1976
  • Brasil dos Meus Sonhos - 1977
  • Metempsicose - 1980
  • Deus, a Força Cósmica que Rege o Mun - 1985
  • Abandono - 1986
  • Ao Som de uma Flauta Doce - 1992
  • Contemplação - 1996
  • Coração dos Corações - 1997
  • Conte Histórias Recitando - 1998
  • Presença - 2002
  • Quando Renasce o Amor - 2002
  • Sonetos - 2003
  • Voltando ao Passado - 2006
  • É assim que o Diabo gosta - 2009
  • Trovas da Madrugada - 2010
  • Réquiem para a Saudade - 2011

Ligações externas[editar]


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