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Inês Miguel Sá Fernandes

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki

Primeiros anos de vida[editar]

Inês Miguel Sá Fernandes nasceu a 12 de fevereiro de 1783 em Vila Nova de Poiares, na casa de seu tio Alexandre Gomes. Durante a sua infância, Inês viajava muito com sua mãe, Maria da Silva Mole Fernandes, e seu pai, Miguel Taliscas e Sá. Visitaram Coimbra em 1785, Lisboa em 1786, Vigo em 1788 e até Ceuta em 1792. Quando era pequena, Inês gostava muito de brincar com seus primos rapazes e não tanto com suas primas. Os pais temiam que sua filha não se tornasse uma nobre típica daquela época e, por isso, com seus 8 anos de idade em 1789, colocaram-na no convento de Requeixo, a 15 km de onde moravam em Fermentelos. No entanto, passados 2 anos, ela foi expulsa do convento e mandada de volta para casa. Foi nessa altura que os pais deixaram de tentar manipulá-la e deixaram-na desenvolver a pessoa que realmente era. Com apenas 12 anos, depois de pedir muito ao seu pai, foi com seu primo mais velho, André Ventura Fernandes, que já era oficial no 2º Regimento de Milícia, ajudar na defesa do Baixo Vouga. Foi lá que Inês conheceu o seu primeiro amor, Diogo, cujo nome completo não é conhecido. Inês explica anos mais tarde que Diogo era um jovem soldado de apenas 16 anos de Aveiro que se tinha alistado no exército como forma de honrar sua família que havia perdido todas as suas riquezas quando perdeu seus títulos. Inês, no entanto, teve que deixar Diogo quando os seus pais a chamaram de volta para Fermentelos 12 meses depois. Esta curta estadia nos acampamentos do exército no Baixo Vouga moldou muito do que viria a ser o caráter de Inês, que nunca perdeu o seu entusiasmo por armas e pelo exército.

Vida[editar]

Inês terá casado em 1798 com Márcio da Cunha Freitas Tavares, que embora não fosse nobre, era filho dos donos de grande parte do comércio aveirense, burgueses que haviam enriquecido no Brasil e agora criavam pequenos monopólios em Portugal.[1] Pouco se sabe sobre Márcio, mas era um homem calmo e sereno que gostava muito de viajar, tendo ido inclusive ao Canadá com os seus 19 anos e também à Rússia. Morreu jovem, no entanto, deixando Inês sozinha, mas com a fortuna de seu marido. Com o passar dos anos, Inês tornou-se numa pessoa muito instável. Dizia-se patriota e tinha como único objetivo enaltecer Portugal. Acabou por gastar grande parte da sua fortuna ao financiar 2 terços como oferenda ao Rei D.João VI na antecedência da guerra das laranjas.


Morte[editar]

É geralmente aceite que Inês tenha morrido anos mais tarde em Aveiro, vítima da lepra, em 1834. No entanto, o motivo da sua morte nunca foi muito relatado.

  1. «Cópia arquivada». Consultado em 9 de fevereiro de 2012. Arquivado do original em 7 de dezembro de 2011 


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