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Inteligência produtiva

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Psicologia é um conjunto de disciplinas acadêmicas, clínicas e industriais relativas à explicação e previsão do comportamento, pensamento, emoções, motivações, relacionamentos, potenciais e patologias.

Inteligência Produtiva[editar | editar código-fonte]

Inteligência produtiva é um conceito no âmbito da psicologia e engenharia que define nossa capacidade de fazer as coisas acontecerem, ou seja, tornar concreto o que antes só existia de forma abstrata em nosso pensamento. É a inteligência que nos possibilita criar ações e viabilizar recursos para atingir uma meta desejada, nos dando habilidade e compreensão para planejar, executar e enxergar o produto final. Essa inteligência nos permitiu a sobrevivência, uma vez que, para vencermos as fragilidades do ser Humano, precisávamos produzir abrigo, proteção, alimento e aceitação social. Nos dias atuais, essa inteligência se manifesta no mundo corporativo e nas atividades laborais para a subsistência deste mesmo ser.

História[editar | editar código-fonte]

O Termo produtividade sempre esteve ligado à atividade laboral do homem, produzir e labor são resultado de um trabalho. No início da era humana, produzia-se pela caça e busca de proteção contra outras espécies, além de abrigos e vestimentas. Depois o homem aprendeu a plantar e produzir alimentos. Em seguida vieram os mecanismos que aceleraram os processos de produção e junto com eles as fábricas e organizações. Atendendo às necessidades humanas, foram desenvolvidas novas atividades de lazer e entretenimento. A vida social ganha destaque e a busca de conforto leva à produção de bens domésticos que automatizem a vida nas casas. A partir de então, comunicação e informação se tornam primordiais, levando a uma nova geração marcada pela era computadorizada e a mídia digital. No livro Compêndio de o Capital de Carlo Cafiero, o autor sintetiza a obra O Capital de Karl Marx , tornando acessível aos leigos os conceitos de todo o processo clássico de funcionamento e produção do capitalismo relativos à jornada de trabalho [1]. Até então, o termo produção sempre esteve ligado ao trabalho (LE1) ou capital, e consequentemente ao termo produtividade. Mas produzir é um verbo, é o ato de gerar um produto, seja ele qual for, é dar origem, fornecer, criar, realizar, exibir, apresentar, em outras palavras, tornar concreto o abstrato. Para o ser humano, tem o mesmo significado de sobreviver. Tornar concreto a proteção contra outras espécies, o abrigo contra o frio e calor, o alimento através da caça, agricultura e outros meios. Por fim tornar concreto a aceitação social através do comportamento, porque somos seres tribais.

Por outro lado, ao produzir percebemos também nossa natureza competitiva. Isso quer dizer que quem produzir mais rápido e melhor, obterá mais sucesso, fazendo as escolhas mais importantes que nos deixam mais perto do objetivo [2]. Mas nem sempre é assim segundo o escritor Malcolm Gladwell em seu livro Outliers, sobre pessoas consideradas Fora de Série, muitas vezes o sucesso e resultados positivos são também uma questão de circunstâncias favoráveis, [3] planos mentais desenvolvidos, habilidade em lidar com dados e informações e a cultura do ambiente em que crescemos. No entanto, como nem sempre podemos prever quais serão as circunstâncias em nossas vidas, devemos considerar nossa capacidade de fazer acontecer (labor) e procurar antecipar os fatos. Isso estaria ligado ao planejamento [4]segundo a experiência relatada no livro do navegador Amyr Klink, Cem dias entre Céu e Mar[5]. E aqui, seguindo os autores Peter S. Pande, Robert P. Neuman e Roland R. Cavanagh do livro Estratégia Seis Sigma, descobrimos que uma metodologia bem estruturada e aplicada, nos leva a ter melhores resultados e desempenho, e isso é o mesmo que produzir com inteligência. Empresas como a General Electric e Motorola ao seguirem os preceitos desta metodologia tiveram resultados aumentados na casa dos bilhões de dólares em seus processos produtivos na década de 90 [6]. E ainda hoje, muitas outras empresas que praticam a mesma obtém melhores resultados.

O que percebemos então, é que, para as metodologias trazerem os resultados que se espera delas, é preciso muito mais que sua simples aplicação e compreensão, é preciso que a influência humana associada a elas seja efetivamente considerado em todos os seus aspectos (comportamento, conhecimento, desempenho).

Os conceitos de inteligência existentes[editar | editar código-fonte]

A inteligência já foi definida de várias maneiras ao longo da história. Um Computador Biológico que é capaz de processar dezenas de milhares de pensamentos por dia. Muitos desses pensamentos estão ligados à nossa sobrevivência (proteger, abrigar, comer, beber, dormir, socializar). No livro do pesquisador evolucionista Richard Dawkins, O Gene Egoísta, a perpetuação dos humanos é comandada pela seleção natural dos genes [7] algo parecido à perpetuação das espécies pela seleção natural publicada por Charles Darwin em seu trabalho Evolução das Espécies. Análogo a um computador, o cérebro precisa de um firmware para operar suas funções internas e outro, análogo ao software para realizar as operações desejadas - ou externas. O maior desafio dos cientistas e pesquisadores na área, é entender como o pensamento, responsável por nossa ligação com o mundo externo funciona. Como ele é gerado, processado, assimilado e qual é o seu produto final? Algumas definições sobre esse pensamento associado à inteligência, são amplamente reconhecidas. A concepção Multifatorial ou Sete Aptidões Mentais Primárias de Louis Thurstone (LE2) é uma delas. A inteligência não estaria concentrada em um fator central mais distribuída em vários fatores. Já Robert Sternberg, defendeu a Teoria Triárquica da Inteligência (LE3), ou seja, todos temos um componente de inteligência criativa, analítica e prática. Algumas pessoas podem sobressair em uma delas e não necessariamente nas outras. Para ele a inteligência é o produto do meio em que vivemos e como interagimos com ele. Seguindo a história encontramos Howard Gardner, em 1983 ele lançou a Teoria das Inteligências Múltiplas, onde todos os humanos, apresentariam uma habilidade para mais ou menos em linguística, motora, lógica e matemática, espacial, interpessoal, intrapessoal, musical e naturalista. Mais tarde a essas, é acrescentada a habilidade existencial. Em função disso, percebemos que o método de medir a inteligência pelo Teste de QI, somente é adequado quando estão envolvidas algumas das habilidades acima, não é, portanto, decisivo para determinar quantidade ou grau da inteligência de forma geral.

O conceito de Inteligência Produtiva[editar | editar código-fonte]

Partindo da prerrogativa que inteligência e aptidão são comuns entre si mas diferentes no contexto, Luiz Ângelo, escritor, atuante na área de exatas e autodidata na área de humanas em conjunto com Paulo Roberto dos Santos, psicólogo, filósofo, teólogo e bacharel em direito, desenvolveram em seu livro Inteligência Produtiva a afirmação de que a capacidade do ser humano para sobreviver, advém de um tipo de inteligência e/ou aptidão, que tem como característica principal, trabalhar todas as outras formas de inteligências (ou aptidões) em torno de um objetivo preestabelecido pela necessidade de sobrevivência [8]. Para se ter alimento, é preciso caçar ou plantar. Isso exige uma ação/labor, conhecimento, necessidade de recursos e a participação eventual de outras pessoas. Segundo ele, por necessidade, o homem aprendeu a trabalhar integrando ações a expectativas que atenderiam propostas claras de um objetivo específico. Essas expectativas e propostas, estão presentes em situações e comportamentos que são reconhecidamente a causa de sucesso em correntes metodológicas da administração contemporânea, como: TQC, SIX-SIGMA [9] Sistema Toyota de Produção, e suas variantes, são elas:

Na área de comportamento:

Propostas de Satisfação e Motivação, levando às expectativas de Engajamento, Responsabilidades, Papéis, Ser útil, Ser aceito e Ser capaz. Decisões no âmbito do trabalho, seja individual ou corporativo, não podem ser tratadas e avaliadas somente pela ótica estatística e lógica. As pessoas envolvidas influenciam essas decisões.

Na área de conhecimento:

Propostas de Expertise Pessoal e Técnica, levando às expectativas de Habilidade, Agilidade, Regularidade, Tecnologia, Soluções e Sistemas. Quanto mais aliarmos o talento natural de uma pessoa com o trabalho que executa, mais satisfatórios serão os resultados.

Na área de desempenho de recursos:

Propostas de Estabilidade e Disponibilidade, levando às expectativas de Operação, Aplicação, Resposta, Limitação, Conservação e Ritmo. Embora máquinas e equipamentos não pensem, a moderna tecnologia que transfere a essas funções semelhantes às decisões humanas, como o automatismo e inteligência artificial, tornam as mesmas, elementos fundamentais no desempenho geral do trabalho a ser executado.

Na área de objetivos e metas a serem atingidas.

As propostas e expectativas são desenhadas conforme a natureza de cada objetivo.

Organizações sociais e sua sobrevivência[editar | editar código-fonte]

No livro A Arte da Guerra, o mítico general Sun Tzu, sintetiza a importância da disciplina para a sobrevivência de um exército. A guerra ali ensinada como estratégia contra inimigos, é na realidade o verdadeiro sentido da disciplina. É preciso união para sobreviver. Além disso, saber o que fazer, como, quando e onde, e ainda por quem. Ainda que o ensinamento seja sobre guerras, seu maior legado é a suprema arte de derrotar o inimigo sem destruí-lo [10]. Enquanto outras espécies lutam contra seus inimigos naturais, o homem ainda luta contra sua própria espécie [11]. Organizar-se socialmente é uma necessidade de sobrevivência que está implícita na natureza dos seres vivos. Raras são as espécies vegetais que prosperam sozinhas, estão sempre em colônias e arranjos conjuntos. Assim também são com os animais e os seres humanos. As abelhas, possuem um sentido único de organismo, a colmeia e todos os seus integrantes, se tornam um só corpo, lutando para sobreviver. Por esse motivo abelhas operárias após ferroar um inimigo morrem, mas não deixam de fazê-lo. Seu instinto é preservar a colmeia e não a si mesmas. Para uma inteligência manifestar sua aptidão produtiva, precisa estar voltada para a comunidade, não faz sentido ser utilizada para o benefício de alguns em detrimento de todos. Funções são como engrenagens, cada uma tem um propósito importante e necessário para mover o motor principal, não importando seu tamanho. A questão cultural de uma sociedade, pode desvirtuar os princípios que a regem. Assim, se o ato de produzir for ensinado meramente como atividade da mais valia, ou seja, gerar um valor maior que a força de trabalho utilizada, então ela será assimilada como uma atividade econômica somente [12]. Mas, ter uma inteligência de natureza produtiva - laboral, nos impele a refletir se o ato de produzir - tornar concreto o abstrato - não deve ser visto apenas como valor econômico, mas uma atividade humana de perpetuação da espécie.

Dimensões da Inteligência Produtiva[editar | editar código-fonte]

A inteligência que nos impulsiona a ação de fazer acontecer, e sua capacidade de organizar as demais aptidões em direção a um objetivo específico, é dividida nas seguintes dimensões de percepção:

Pessoas e seu comportamento: Porque precisamos dos outros para atingirmos nossos objetivos, e quanto melhor for nosso relacionamento com essas pessoas, mais fácil será chegarmos ao objetivo desejado. Comportamento influenciando ações e resultados, deu ao economista Richard Thaler o Prêmio Nobel em economia em 2017. Se estatísticas e decisões econômicas são influenciadas pelo comportamento humano, segundo Luiz Ângelo, a produtividade como fator de sobrevivência, também o é. E isto está ligado à satisfação e motivação com a qual as pessoas são movidas em direção a um objetivo qualquer. As expectativas já mencionadas são: Engajamento, Responsabilidades, Papéis, Ser útil, Ser aceito e Ser capaz.

Competência e seu conhecimento: Porque se temos algo a realizar, compete a nós identificar nossas habilidades para essa realização e buscar no meio externo o conhecimento necessário para complementar essas habilidades. Quanto mais conhecimento, mais probabilidades de atingirmos o objetivo desejado. Não foi a capacidade de produzir filmes que deram a Alfred Hitchcock ou Charlie Chaplin notoriedade, mas o talento que possuíam em seus estilos (suspense e comédia) e a capacidade de desenvolvê-los para além de si mesmos. As expectativas já mencionadas são: Habilidade, Agilidade, Regularidade, Tecnologia, Soluções e Sistemas.

Recursos e seu desempenho: Ora, se temos um objetivo, pessoas para nos ajudar a atingi-lo e conhecimento suficiente para fazer acontecer, a utilização de recursos facilitará chegar ao objetivo desejado, em alguns casos, sem eles seria impossível, como por exemplo caçar um animal de força e destreza maiores que o ser humano. No mundo moderno, são as máquinas e dispositivos que utilizamos no dia a dia. Seu desempenho[13] é fundamental para os resultados almejados. As expectativas já mencionadas são: Operação, Aplicação, Resposta, Limitação, Conservação e Ritmo.

Objetivo e sua meta: Como definido nas três dimensões anteriores, o que dá sentido a pessoas, competência e recursos para produzir algo, é o objetivo em questão. Sem ele, não haveria motivação. Segundo o filósofo Jean-Paul C.A. Sartre, deve-se conhecer a meta antes do percurso. Sem uma meta bem clara e definida, corremos o risco de nos desviarmos de nosso caminho ou perdermos a motivação diante do primeiro obstáculo. É a meta e o objetivo que nos move, na antiguidade nossos antepassados tinham como principal objetivo, sobreviver. As expectativas dependem do objetivo almejado e não perder o foco, significa não se desviar do caminho.

Em um exemplo clássico temos que em um problema ambiental a resolver – Avaliação de Impacto Ambiental -, a inteligência produtiva busca nossa aptidão naturalista associada a outras inteligências [14], como a espacial, interpessoal e matemática organizando-as de forma produtiva, em função de um objetivo – preservar um rio – nos impelindo a tomar ações junto a pessoas, conhecimento e recursos para atender a esse objetivo.

Neurociência e a inteligência produtiva[editar | editar código-fonte]

Todas as ações humanas estão de alguma maneira conectadas a outras ações ou são consequência delas. O universo é matemático, basta observar a ciência da astronomia para percebermos isso [15]. O comportamento humano também possui certa previsibilidade, ao ser avaliado é enquadrado em padrões para cada situação. Somos mais presumíveis do que pensamos. Quando as abelhas evoluíram na construção do favo de mel para a forma hexagonal, de alguma maneira, perceberam que era a melhor estrutura de conexão para armazenar e produzir mais com menor esforço [16] Elas, como já dito, possuem um sentimento de organismo único. Análogo à conexão entre os favos de mel, é o pensamento humano. Quanto mais ligadas forem as informações, mas contundente é sua influência em nós.

Também em analogia às sinapses nervosas, quanto maior importância tiver uma informação e o número de ligações a outras informações, maior é a força construtiva da ideia gerada e mais robusta será qualquer ação relacionada a ela – o que chamamos intuição. No modus operandi da inteligência as expectativas se unem interligando ideias em ambientes diferentes. Uma informação da dimensão pessoas, por exemplo, pode estar ligada diretamente a uma informação da dimensão competência ou recursos, ou mesmo ambas. O poder dessas conexões é que nos levam a entender problemas e soluções relacionados às mesmas. O escritor, professor e médico Roberto Lent estuda os fenômenos e mecanismos que regulam a morfogênese do córtex cerebral ao longo do tempo de vida de cada mamífero, afeto à sua plasticidade. Seus trabalhos e pesquisas são reconhecidos e geraram livros de relevância para o estudo do cérebro. Segundo ele, informações processadas no cérebro são resultantes de uma série de ligações formadas por neurônios e suas cadeias de sinapses [17]. Utilizamos essa analogia, em relação à inteligência produtiva, para demonstrar fenômeno análogo. Um desejo ou necessidade que nasce no cérebro de forma abstrata, e buscando nossa atenção, vai criando novas redes de sinapses, até que uma visão clara e objetiva desse desejo, se torne realidade em nossa mente (somente lá). Então, para tornar real esse desejo, começamos a fazer novas ligações, como a criar uma teia, que tem como função nos levar a materializar, ou tornar concreto o objeto do desejo. Essas ligações envolvem nosso comportamento, nosso conhecimento, nossa necessidade de recursos, guiadas pelo objetivo criado no cérebro. Diversas vezes, esses objetivos são gerados pelo nosso próprio sistema nervoso para atender uma necessidade do corpo, como proteção contra o frio, contra a fome, contra a desidratação e por aí vai. Devido a isso, nos levantamos e vamos até a cozinha pegar um copo de água. Em situações mais complexas, imaginamos um objeto qualquer, e se ele não existir, buscaremos ações para que isso aconteça. A diferença entre as pessoas que buscam essas ações e as que não buscam, é esse componente de inteligência que nos dá a capacidade de produzir resultados a partir do pensamento.

Assim como Daniel Goleman nos mostrou que a consciência da Inteligência emocional nos daria maior domínio e controle sobre nossas emoções, melhorando nossas relações profissionais e sociais, também ao ter consciência da inteligência produtiva, poderemos melhorar as expectativas em relação a nossos objetivos.

Para isso, entender a relação entre esses objetivos e o comportamento das pessoas envolvidas, sua competência e conhecimento e o desempenho dos recursos necessários, e o que tornará a ação mais produtiva.


Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • CAFIERO, Carlo (2015). Clássicos da Estratégia – “Compêndio de O Capital” Aeroplano Editora.
  • DAWKINS, Richard (2007). O gene egoísta. São Paulo: Editora Companhia das Letras.
  • DARWIN, Charles (2011). A origem das espécies, e a seleção natural. Editora Madras.
  • STERNBERG, Robert J.; GRIGORENKO, Elena L.(2003). Inteligência Plena, ensinando e incentivando a aprendizagem e a realização dos alunos. Editora Artmed.
  • SANTOS, Luiz Ângelo dos (2017). Inteligência Produtiva. Editora Qualitymark
  • LIONEL Giles,M.A.(1910) Trad. Neury Lima – Sun Tzu A Arte da Guerra (2015) Aeroplano Editora
  • SÁNCHES, Luis Enrique (2006). Avaliação de Impacto Ambiental. Edit. Oficina de Textos
  • RIDPATH, Ian (2007). Guia Ilustrado Zahar Astronomia. Jorge Zahar Editor Ltda.
  • MAETERLINCK, Maurice (1900). A vida das Abelhas – Coleção Vis Mea In Labore. Editora Itatiaia.
  • LENT, Roberto (2010). Cem Bilhões de Neurônios? Conceitos Fundamentais de Neurociência Editora Atheneu
  • GOLEMAN, Daniel phD (1996). Inteligência Emocional. Editora Objetiva
  • GOLEMAN, Daniel phD (2014). Foco, a atenção e seu papel. Editora Objetiva
  • NASCIF, Júlio. DORIGO, Luiz Carlos (2009). Manutenção Orientada para Resultados. Editora Qualitymark
  • PANDE, Peter S.; NEUMAN, Robert P.; CAVANAGH, Roland R. (2001). Estratégia Seis-Sigma, como a GE, a Motorola e outras grandes empresas estão aguçando seu desempenho. Editora Qualitymark.
  • DUHIGG, Charles (2016). Mais rápido e melhor: os segredos da produtividade na vida e nos negócios. Editora Objetiva.
  • GLADWELL, Malcolm. (2008) Fora de Série – Outliers – Descubra porque algumas pessoas tem sucesso e outras não. Editora Sextante.
  • KLINK, Amyr. (1988). Cem dias entre céu e mar. Editora José Olympio.
  • HUBBARD, Douglas W. (2015). Como mensurar qualquer coisa encontrando o valor do que é intangível nos negócios. Editora Qualitymark.

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]

  • (LE1) [1] Aspectos históricos, culturais e sociais do trabalho.
  • (LE2) [2] As aptidões na definição e avaliação da inteligência: O concurso da análise fatorial.
  • (LE3) [3] A inteligência humana: Contornos da pesquisa.

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. (CAFIERO,2015, cap.III pag.39)
  2. (DUHIGG,2016, pag.13)
  3. (GLADWELL, 2008, pag. 25)
  4. (KLINK, 2000, pag. 135, livro Sergio Almeida Entrevista)
  5. KLINK,1988,contexto na obra
  6. (PANDE, 2002, pag. 7, Economia acumulada decorrente do esforço Seis Sigma fixada em US$14 bilhões)
  7. (DAWKINS, 2015, Nós somos máquinas de sobrevivência, pag. 67)
  8. (SANTOS, 2017, pag.14)
  9. (PANDE, 2002, pag. XII, E então o que é Seis Sigma?)
  10. (SUN TZU, LIMA, 2015 pag. 24)
  11. (SANTOS, 2017, pag. 23 do livro Inteligência Produtiva)
  12. (CAFIERO,2015, cap.IV pag.45)
  13. NASCIF,2010, pag.229
  14. SANTOS,2017,pag.16 Universo das Aptidões (ou inteligências)
  15. (RIDPATH, 2007, pag. 16 Primórdios da Astronomia)
  16. (MAETERLINCK, 1900, Vol.8, pag. 64)
  17. (LENT, 2010, pag.111, Os Chips Neurais)

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