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Isaque de Borba Corrêa

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki
Isaque de Borba Corrêa
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Nome completo Isaque de Borba Corrêa
Nascimento 13 de novembro de 1960 (60 anos)
Camboriú
Morte
Nacionalidade brasileiro
Alma mater
Ocupação escritor
Página oficial
https://app.socie.com.br/Isaqueborba
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Isaque de Borba Corrêa (Camboriú, 13 de novembro de 1960) é um escritor brasileiro.[1]

Nasceu no "logar Praia", zona rural da cidade de Camboriú. É membro da Academia Desterrense de Letras e da Academia de Letras de Balneário Camboriú.[2][3]

Livros[editar]

  • A História da Bíblia - Contempla desde a fase da escrita na pedra, até os meios eletrônicos atuais.
  • São Tomé - A Saga do Apóstolo de Cristo na América.[4]
  • O espatário - A biografia de Dom Paio Peres Corrêa.[3]
  • Dicionário catarinense - Um tratado de dialetologia: falares e sub-falares de Santa Catarina.[4]
  • História de duas cidades: História de Camboriú e Balneário Camboriú. Trata da História dessas duas cidades.[3]
  • A escravatura em Camboriú - Poucas cidades no Brasil têm a história demográfica escravagística tão bem recuperada como Camboriú.[3]
  • Poranduba papa-siri - Um grande trabalho de resgate do folclore inédito do centro do litoral catarinense.[3]
  • Dicionário papa-siri - Foi seu primeiro trabalho na área de dialetologia. Um vocabulário do aloleto praiano.[3]
  • Pirão com milongas - Antropologia social e cultural do centro do litoral catarinense.[3]
  • Colóquio - Retrata a vida dos casais praianos de centro do litoral catarinense dos anos 50 de Sec XX.[3]
  • Solilóquio - Memórias póstumas do mais antigo pescador artesal da cidade de Balneário Camboriú.[3]
  • Janga - Um pioneiro da fé - Depoimento do primeiro cristão evangélico de Balneário Camboriú.[3]
  • Lela - Um praiano herói - Conta a saga de de um dos mais brilhantes contadores de história da Praia de Camboriú.[3]
  • Os Zelotes - Resgata a história do sofrimento desse povo, seguidores de uma divisão religiosa dos essênios, em especial durante a dinastia selêucida.[3]

Sinopses das principais obras[editar]

São Tomé[editar]

A maior pesquisa já feita nas Américas: 20 jesuítas pesquisaram por exatamente 100 anos: de 1530 a 1630. Com tão pouca comunicação naqueles tempos, é incrível a coincidência dos seus relatos.

Quando os jesuítas iniciavam uma catequese, os índios já sabiam dogmas, doutrinas cristãs, bem como passagens bíblicas, inclusive canto. Perguntado como eles sabiam, eram unânimes em responder que fora um tal de Tomé quem os houvera ensinado. Diziam se tratar de um homem branco, de barba, que veio da banda do mar. Pregava um Deus invisível e fazia muito milagres.

Ele aportou em Santa Catarina onde existe o famoso caminho do Peabiru, única entrada para o interior da América. Esse Caminho mais tarde os jesuítas chamaram de Caminho Sagrado de São Tomé. Esteve até na América do Norte, Alvar Nunes Cabeza de Vaca foi confundido com ele por lá.

O jesuíta Antônio Ruiz de Montoya, fez boa parte do seu roteiro até a Venezuela e disse: "Eu não me abalaria a vir até essas lonjuras se não tivesse certeza que o Santo esteve aqui."

O Espatário[editar]

Trata da incrível biografia de Dom Paio Peres Corrêa, 36º Grão-Mestre da Ordem de Santiago de Compostela. Abaixo de reis, ninguém fez o que ele fez na Europa.

O medo que os reis tinham de arder no fogo do inferno, faziam prestar uma submissão muito forte à igreja. Porém a igreja estava sendo ameaçada pelos muçulmanos e as ordens militares é que davam proteção à igreja. Assim, papas e reis, acabavam prestando muito respeito às ordens, que eram militares porém religiosas. As ordens mantinham as duas forças mais poderosas do mundo cristão. Assim sendo, um grão-mestre poderia ter poderes e influências capaz de mudar a história.

Ele conjurou contra reis e rainhas, ajudou a depor reis, empossou outros, foi empossado por reis; desmanchou casamento entre reis, casou outros reis; pacificou reinos, destruiu outros tantos.

Como português, sua naturalidade é disputada por duas cidades, porém foi chefe da mais poderosa ordem castelhana e assim ele fez de tudo para manter a paz entre os dois reinos. Conheça a incrível estratégia que ele usou para apaziguar a briga entre Afonso III Portugal e Afonso X, que acabou fazendo nascer Dom Diniz.

Fez muitas coisas, até milagre. Já viu falar no milagre de Tentudia? Pois foi com ele. Ele foi o Gran-comander da reconquista cristã do Algarve e Andaluzia. Lutou em diversas cidades do Algarve, venceu todas as lutas. Voltou para a Espanha, lutou na Andaluzia, venceu todas as guerras tomou novos reinos para o rei de Castela. Morreu na Espanha, em Uclés ainda no reino de Leão e Castela em 1275. Seus restos mortais são disputados nos dois países.

Com a morte do Rei Luis IX (São Luís) a Europa pediu que ele fizesse a cruzada. O Papa pediu que ele encabeçasse essa cruzada. Ele assinou um documento que ia. Será que e foi? O maior paladino cristão não iria lutar pelo maior objetivo do cristianismo que era a Terra Santa?

Conheça os mistérios que envolveram sua história. Aprenda com bom humor como foi um dos períodos mais intensos da história da humanidade.

Dicionário catarinense[editar]

Um tratado de dialetologia, falares e sub-falares do Estado de Santa Catarina.

Contém um campo lexical com quase 3 mil palavras.

Os Zelotes[editar]

Os zelotes eram pessoas consagradas a zelar o templo. Não confundir isso com quem era zeloso pela doutrina, pelas leis ou pelas coisas de Deus.

O zelotismo é uma das instituições religiosas mais antigas do mundo que só não é suplantada pelo judaísmo. Os zelotes iniciaram seu ministério no levirato quando foi dividido o reino em tribos.

Os levitas não tinham possessões geográficas. Eram consagrados a zelar o templo. Dali também nasceu outra corrente religiosa muito parecida que era o nazireado.

Os nazireus eram consagrados à vida religiosa desde o ventre da mãe. Os mais antigos nomes nessa instituição registrado na Bíblia é provavelmente Sansão e Samuel. Outros exemplos mais próximos de nós foram João Batista e Tiago irmão do senhor. Jesus Cristo também era um nazireu.

Era nazireu pela sua religião e não pelo adjetivo pátrio. Muitos sustentam que a Igreja criou a cidade de Nazaré na Idade Média, alegando que ela não é citada em nenhum mapa antigo.

Isso para justificar que o termo nazireu ou nazareno, refere-se ao adjetivo pátrio de Jesus, escondendo com isso a sua religião. De fato a Bíblia só cita as religiões dos saduceus e fariseus, sequer fala dos essênios.

Se Jesus criticava ferrenhamente essas duas instituições e com extraordinária competência (Mt 23:23)

Apóstolo Paulo por ser zeloso pelas leis, pelas doutrinas é comumentemente confundido como zelote. Atos 26:5

Ele era fariseu, inimigo número um dos cristãos, que os acusavam abertamente.

Paulo converteu-se ao cristianismo. Atos 24:5

Muitos afirmam também que o zelotismo nasceu com a família Macabeus. Não nasceu ali como já vimos, mas foi ali o auge do sofrimento do povo judeu, administrado pela tirania da dinastia selêucida, em especial Antíoco Epifânio. Foi também nessa época onde mais aflorou a motivação zelótica.

O culto judaico, seus rituais, seu folclore, era o único elo de ligação desse povo durante os anos de cativeiro. O folclore é a identidade cultural de seu povo. Quem perde a sua identidade cultural se fragiliza, perde a auto-estima e se deixa dominar. Essa é a arma principal que o colonizador, dominador, usa para subjugar um povo.

Os zelotes e demais religiões judaicas sofreram o golpe final na data aproximada do ano 70, sob as ordens de Tito.

A ênfase maior deste livro é o sofrimento desse povo, baseado no texto bíblico, apócrifos, historiadores cristãos do início da era cristã, Josefo e Eusébio.

Segundo vários escritos, durante o cerco a Jerusalém, pessoas morreram vitimas das lutas entre as várias facções armadas (maioritariamente zelotes) violações, fome e doenças causadas pela quantidade de corpos que ficavam a se decompor pelas estradas. Quando Tito avançou sobre a cidade, ela já há muito estava rendida á situação decadente causada pelo longo cerco de estacas pontiagudas.

Cerca de um milhão de judeus morreram durante aquele periodo e foram levados como escravos mais de quinhentos mil, grande parte deles tendo acabado nas arenas de roma, comidos pelos animais selvagens e em genocidios efectuados pelos gladiadores.

um final muito triste para quem se quis revoltar contra Roma, " o moinho que não pára. Mesmo que mates muitos deles, sempre virão mais e mais...".

Após esse acontecimento marcante que retirou para sempre o reinado sobre Israel em Jerusalém, eliminou tudo o que estava relacionado com os zelotes.

Uma curiosidade:

A destruição de Jerusalém fez com que os registos geneológicos dos judeus fossem destruidos. Portanto ninguém consegue afirmar com provas que Jesus era seu antepassado.

Documentários[editar]

A lenda de Pay Tomé[editar]

Um documentário da Saga do Apóstolo no continente americano Direção de Lalo e Beto Bocchino - premiado no Festival Catarina - 2002

A Saga de Aleixo Garcia[editar]

Como ele alcançou o Império Inca 10 anos antes de Francisco Pizarro

Tralhas[editar]

Como o homem primitivo extraía os fios das folhas do ticum, gravatá e as cordas das cascas de Embaúva e Grandiúva e demais instrumentos para feitura de redes

Pirão com peixe[editar]

Mostra as dificuldades do pescador em fazer as diversos tipos de pesca, e a feitura da farinha, desde a plantação da mandioca.

Poranduba Papa-siri[editar]

Explorando o folclore do centro do litoral catarinense.

A Freguesia de Nossa Senhora do Bom Sucesso[editar]

Longa-metragem que conta a história da fundação da cidade de Camboriú

Santo Amaro & N. S. Do Bom Sucesso[editar]

(TCC - dirigido pelo aluno de jornalismo Júlio Cesar Garcia) Conta a história da religiosidade do povo da Barra do Rio Camboriú.

Solilóquio[editar]

Ficção onde o mais antigo pescador da Praia de Camboriú, Manoel Germano Corrêa, morto em 1968, conta a sua história e a história de Balneário Camboriú, quando ela tinha apenas 4 moradores. Baseado na entrevista que ele deu para o jornalista, imortal catarinense Silveira Júnior em 1952 e memórias do autor

A sinfonia dos cinzéis[editar]

Explora a difícil e árdua profissão na arte da cantaria – Extração do paralelepípedo

Memórias de um menino pobre[editar]

Biografia do Jornalista Silveira Júnior, baseado no seu livro autobiográfico Memórias de um menino pobre.

A pescaria da morte[editar]

Relata a tragédia de 21 de outubro de 1921, quando um tufão arrasou a comunidade de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Camboriú, matando quase todos os pescadores, numa vila eminentemente formada por modestos pescadores artesanais. Baseada na reportagem de Hermínio Irineo Vieira – Jornal O intransigente - 1921

Fala catarina[editar]

Documentário que explora os mais diversos falares e sub-falares do Estado de Santa Catarina o mais multiétnico de todos os estados da federação.

Peças teatrais[editar]

Rodamuinho[editar]

  • 1999 (adaptação dos textos dos livros História de Duas Cidades e Poranduba Papa-siri) em cartaz pelo Estado há cinco anos
  • Autoria de Dianna Sitônio
  • Direção de Ricardo Gamba

Colóquio[editar]

  • 2000 - Baseado no Livro Colóquio. Modus vivendi de uma família tradicional dos anos 50 do século passado no centro do litoral catarinenses.

[editar]

  • 2004 - Baseado no texto bíblico, retrata o sofrimento do patriarca.

Jesus[editar]

  • 2005 - Musical, baseados em músicas tradicionais que traçam toda a biografia do filho de Deus, desde o seu nascimento até a morte.

Referências

  1. «Câmara aprova título de cidadão benemerito a isaque de borba corrêa». Consultado em 2 de maio de 2019 
  2. «História: Balneário Camboriú também já teve um desabamento de prédio». Página3. Consultado em 2 de maio de 2019 
  3. 3,00 3,01 3,02 3,03 3,04 3,05 3,06 3,07 3,08 3,09 3,10 3,11 «Entrevista com Isaque de Borba Corrêa». wordpress. Consultado em 2 de maio de 2019 
  4. 4,0 4,1 «Livros de Isaque de Borba Correa». estantevirtual. Consultado em 2 de maio de 2019 



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