Jeff Barbato

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Jeff Barbato
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Nome completo
Nascimento 1990 (32 anos)
São Bernardo do Campo
Morte
Nacionalidade brasileira
Alma mater
Ocupação
Formação Universidade Estadual Paulista
Movimento(s) Arte contemporânea
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Jeff Barbato (São Bernardo do Campo, São Paulo (estado), 1990) é um artista plástico brasileiro que investiga principalmente questões relacionadas a importância do erro e utiliza das mais diversas linguagens como desenho, pintura, fotografia, escultura. Em suas obras procura sempre utilizar materiais que foram descartados por outras pessoas.[1]

Biografia[editar]

Jeff Barbato nasceu em São Bernardo do Campo - SP, com o nome Jeferson Denzin Barbato, filho de pais artesãos, a mãe Marilene é também costureira e seu pai Milton marceneiro. Em 2014, mudou-se para Bauru, onde estudou Artes visuais na Universidade Estadual Paulista. Em 2018, como quesito obrigatório para sua formação, realiza a exposição individual in|teiros[2] utilizando do pseudónimo Zimbato, o nome surge da junção silábica de fragmentos de seus dois sobrenomes, por ainda não se entender como artista nessa época, Jeff prefere criar uma personagem excentrica com essência artística para de concluir sua formação acadêmica.

inteiros foi uma exposição pensada para acontecer em quatro lugares simultaneamente entre os meses de junho e julho de 2018[3]. A mostra segundo o próprio artista aborda "reflexões sobre o seu corpo, a ação temporal na materialidade e as marcas deixadas por onde passou" A ideia do artista era fazer o publico transitar entre os quatro espaços e dessa forma traçar eles mesmos o percurso realizado entre os espaços, criando dessa forma fissura imaginárias no espaço/tempo, que constituiria uma cartografia própria diante do deslocamento entre quatro pontos expositivos fixos. Essa exposição partiu da pesquisa acadêmica Ensaio para uma fissura : da superfície à profundidade, uma poética[4] em que o artista investiga a poética das fissuras, abordando obras de artistas como Berna Reale, Lucio Fontana, Adriana Varejão, Marty J. Granius, Nazareth Pacheco, entre outros.

Em 2018 o artista participou do festival Quilombo Groove com uma das obras que deram corpo a sua pesquisa acadêmica. Curada pela equipe de coordenadores da Pinacoteca Municipal de Bauru "Casa Ponce e Paz".[5]

Em 2020 recebeu o prêmio incentivo do 17° território da arte de Araraquara e também foi selecionado para a segunda edição do Meios e Processos[6] da Fábrica de Arte Marcos Amaro com mediação de curadoria de Kátia Salvany e Andrés Hernández.

Exposições Individuais[editar]

Exposição simultânea in|teiros  – Galeria FAAC/UNESP | Centro Cultural da USP | Instalação no Hall de entrada do Teatro Municipal de Bauru | Casa Amarela. Texto Curatorial Regilene Sarzi. 2018.

Referências

  1. Sarzi-Ribeiro, Regilene Aparecida (2018). Interdisciplinaridade em contexto. São Paulo: Canal 6. p. 171 
  2. JCNET (4 de agosto de 2019). «Centro Cultural de Bauru recebe instalação amanhã». Cultura. Consultado em 14 de setembro de 2020 
  3. Oba, Juliana. «20 OBRAS E QUATRO LUGARES: BAURU RECEBE MOSTRA ARTÍSTICA SIMULTÂNEA» 
  4. «Acervo de dissertações da UNESP - Sistema Athena» 
  5. Vanderlei, Emerson. «Catálogo da exposição Quilombo Groove 3». Olive Comunicação 
  6. Sant'Ana, Beatriz (6 de abril de 2020). «Lista de selecionados | Edital meios e processos». Fábrica de Arte Marcos Amaro. Consultado em 14 de setembro de 2020 

Ligações externas[editar]


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