Joaquim Celso Freire

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Joaquim Celso Freire (Coronel Murta[1][2], 19 de maio de 1952) é um professor, escritor e poeta brasileiro, nascido na região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, em 1952 e mora em São Paulo desde 1974.

Tem livros publicados em literatura (prosa e poesia), Desenvolvimento Regional, Planejamento Estratégico e participação em várias antologias. É professor da USCS – Universidade de São Caetano do Sul, onde foi também Pró-Reitor de Extensão[3]. Foi vice-presidente da ANGRAD - Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração e presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do grande ABC[4].  

Nasceu e viveu no campo, até os oito anos, ajudando e aprendendo na lida da roça, entre plantações, chiqueiros e currais; entre brincadeiras, orações e contação de histórias[1]. Aos 8 anos foi para a cidade, Coronel Murta, atendendo ao desejo dos pais, de “desfazer das terras, mudar para a cidade e colocar os meninos na escola”[1][2].

Aos 17 anos, 1969, iniciou no oficio de ensinar aos que menos sabiam, como professor primário, na cidade de Fronteira dos Vales, MG. Ali rabiscou os primeiros poemas, enquanto apertava os primeiros amores. Em Itaobim, 1973, adquiriu o hábito de escrever e guardar poesias.

Muda para São Paulo em 1974, forma-se em administração, trabalha em escritório industriais e faz carreira executiva. Em 1985 ingressa na atividade docente no ensino superior, no que hoje é a Universidade de São Caetano do Sul[3].

Publica o primeiro livro de poesias, “Fazendo Poeira”, em 1977, influenciado pela organização do evento “Vivo Vale” - Arte e cultura do Jequitinhonha no ABC, evento que traz ao Grande ABC Paulista mais de 200 artesãos e artista do Vale do Jequitinhonha, uma exposição e feira cultural, na Universidade de São Caetano, conjuntamente com o SESC SP.

Junto com o Diário do Grande ABC, idealizou o Desafio de Redação do ABC, que chegou, em 2021, na sua décima quinta edição[5] e que incentiva aos estudantes da educação básica realizar uma redação sobre um tema de interesse das relações sociais e da comunidades.

Idealizador do projeto de extensão universitária "Universidade Aberta",  projeto educativo, artístico e cultural que, anualmente, propõe discutir temas de repercussão nos avanços civilizatórios, aberto à comunidade.

Obras e Antologias[editar]

  • Fazendo Poeira; poesia, Alfarrábio Edições (1977);
  • Versos Avessos, com Débora de Simas; poesia, Alfarrábio Edições (2004);
  • Um Silva de A a Z; prosa e poesia; Alfarrábio Edições (2007);
  • O Rio das Minhas Manhãs; prosa e poesia; Alfarrábio Edições (2012)[6];
  • Meu Pé de Alecrim deu Fulô; Prosa; Alfarrábio Edições (2015)[7][8][9][10];
  • Coisas e Não Coisas; Poesia; Loop e Alfarrábio Edições; (2021)[11].

Publicações Técnicas[editar]

  • Políticas Públicas no Vale do Jequitinhonha - a difícil construção da nova cultura política regional; políticas públicas e desenvolvimento regional; Alfarrábio Edições (2005);
  • Plano Estratégico de Desenvolvimento USCS 2030; Planejamento Estratégico; USCS (2020)[12].

Participação em Antologias[editar]

  • As Cidades Cantam o Tamanduateí que Passa; poesia (antologia); Alfarrábio Edições (2003);
  • Humor e Sensibilidade em Crônicas; crônicas (antologia); All Print Editora (2003);
  • Humor e Sensibilidade em Crônicas; crônicas; All Print Editora (2009);
  • Antologia Poética do Vale do Jequitinhonha; poesia (antologia); Instituto ValeMais;
  • Velhice, imagem, memória: representação poética da existência; poesia e crônica (antologia); Assis Editora (2016);
  • Jequitinhonha - Antologia Poética III; poesia; Loope Editora (2021)[13].

Premiações e Homenagens[editar]

Premiações[editar]

  • 1º lugar no Festival Universitário da Canção', São Caetano do Sul, SP, 1980.
  • 1º lugar no Festival Andreense da Canção, Santo Andre, SP, 1983.
  • 3º lugar no V Festivale, Festival de cultura popular no Vale do Jequitinhonha, Araçuaí, MG, 1985.
  • Prêmio São Paulo de Literatura, 2016[14].

Homenagens[editar]

  • Noite Literária Celso Freire, no 33º Festivale, Festival de cultura popular no Vale do Jequitinhonha, Jequitinhonha, MG, 2016[15].
  • Noite Literária Joaquim Celso Freire, no 2º Festival Cultural de Itaporé, Coronel Murta, MG, 2017.  

Referências

  1. 1,0 1,1 1,2 «Loope Editora». Loope Editora. Consultado em 23 de agosto de 2021 
  2. 2,0 2,1 «Alpharrabio Editora». Alpharrabio Editora. Consultado em 23 de agosto de 2021 
  3. 3,0 3,1 «Joaquim Celso Freire». Hipermemo USCS. Consultado em 23 de agosto de 2021 
  4. «Consórcio e Agência de Desenvolvimento farão estudo sobre potencial da Indústria de Defesa no ABC». Consórcio e Agência de Desenvolvido do ABC. 2 de março de 2015. Consultado em 23 de agosto de 2021 
  5. Moço, Bia (24 de agosto de 2021). «Professor destaca a importância do Desafio de Redação». Diário do Grande ABC. Consultado em 26 de agosto de 2021 
  6. «Ficção, mas nem tanto». ABC do ABC. 15 de novembro de 2012. Consultado em 23 de agosto de 2021 
  7. «Joaquim Celso Freire lança livro sobre amor tardio». Secretaria de Estado de Cultura e de Turismo de Minas Gerais. Consultado em 23 de agosto de 2021 
  8. «Livro Meu pé de alecrim deu fulô é sobre tentações de nonagenário». Reporter Diário. 12 de fevereiro de 2016. Consultado em 23 de agosto de 2021 
  9. «Livro retrata as tentações do homem aos 90 anos». Hoje em Dia. 7 de junho de 2016. Consultado em 23 de agosto de 2021 
  10. «"Meu pé de alecrim deu fulô"». UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais. 10 de outubro de 2018. Consultado em 24 de agosto de 2021 
  11. Castelli, Vinícius (15 de abril de 2021). «Professor lança livro com poemas ácidos». Diário do Grande ABC. Consultado em 23 de agosto de 2021 
  12. «USCS lança projeto para potencializar desenvolvimento regional». Repórter Diário. 22 de maio de 2020. Consultado em 23 de agosto de 2021 
  13. «Terceiro volume de antologia enaltece a poesia do Vale do Jequitinhonha». Jornal O Tempo. Consultado em 24 de agosto de 2021 
  14. «Concurso: Prêmio São Paulo de Literatura 2016» (PDF). Prêmio São Paulo de Literatura. 23 de maio de 2016. Consultado em 24 de agosto de 2021 
  15. «33º FESTIVALE : Noite Literária mostra talentos poéticos do Vale». Blog do Banu. 13 de outubro de 2016. Consultado em 23 de agosto de 2021 


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