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Jorge Miguel Felipe

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki
Jorge Felippe
Entrevistas Diversas (26940034078) (cropped).jpg
Prefeito em exercício do Rio de Janeiro
Período 22 de dezembro de 2020
[nota 1]
a 31 de dezembro de 2020
Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Período 1 de janeiro de 2008
até a 31 de dezembro de 2020
Sucessor Carlo Caiado
Vereador do Rio de Janeiro
Período 1º de janeiro de 1997
até atualidade (8 mandatos)
Dados pessoais
Nome completo Jorge Miguel Felippe
Nascimento 2 de junho de 1950 (71 anos)
Rio de Janeiro, Distrito Federal
Nacionalidade brasileiro
Partido Democratas (2020-atualidade) [1]
Profissão Empresário

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Jorge Miguel Felippe (Rio de Janeiro, 2 de junho de 1950) é um político brasileiro, filiado ao Democratas e ex-presidente da câmara municipal de vereadores do Rio de Janeiro. Em função do cargo que ocupou, exerceu a prefeitura do Rio interinamente de 22 a 31 de dezembro de 2020, com o afastamento do titular Marcelo Crivella e o falecimento (em 2018) do vice-prefeito eleito Fernando Mac Dowell.[2]

Formação e vida pessoal[editar]

Nascido na então capital nacional Rio de Janeiro em 1950, no bairro de Bangu, Zona Oeste do município, cursou direito e se formou como advogado.[3] Jorge Felippe é pai e avô, sendo que seu genro Rodrigo Bethlem foi secretário no segundo mandato de Eduardo Paes e seu neto Jorge Felippe Neto é deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.[4]

Durante sua campanha à reeleição em 2020 foi infectado pelo coronavírus, tendo que ser internado no Hospital da Barra por complicações cardíacas.[5][6]

Carreira política[editar]

Vereador pelo Rio de Janeiro (1997-atualidade)[editar]

Jorge Felippe participa de entrega de autonomia de taxista.

Jorge Felippe foi eleito na eleição municipal do Rio de Janeiro em 1996, sendo reeleito em todas as legislaturas subsequentes, passando pelo MDB, PSDB, PDT, PTB, PFL, PMDB e DEM.[7] Como vereador, ele foi autor da lei que estabeleceu a Guarda Municipal do Rio de Janeiro, da lei que estabeleceu assentos prioritários no transporte público, assim como da que obrigou a prefeitura a construir acessos para deficientes físicos nas calçadas e a que implantou o turno único para as escolas municipais.[6] É responsável pela criação da Feira de São Cristóvão, assim como pela regulamentação do serviço de taxistas e ambulantes no município carioca[8]. Também tentou, por apoio ao voto de taxistas, bloquear a circulação de motoristas de aplicativo oriundos de outros municípios de atuarem no Rio, porém sem sucesso[9]. Jorge Felippe tem como principal reduto eleitoral o bairro em que nasceu, Bangu.[9] Nos bastidores da política carioca, é conhecido como uma "Raposa", termo que se refere a alguém perspicaz politicamente.[9]

Em 2006, ele foi eleito Presidente da Câmara Municipal, cargo que ocupou até 2020.[10] Em sua gestão, foram criados mecanismos que visavam dar transparência ao legislativo municipal, como o portal da Transparecia (primeiro portal da transparência a ser criado no Estado do Rio de Janeiro) e a Controladoria-Geral da Câmara. Foi também defensor, como presidente do legislativo municipal, de programas e projetos como Bilhete Único, os BRTs, o VLT e o Porto Maravilha[8]. Inicialmente considerado como aliado da Gestão Crivella, como Presidente, pautou o impeachment do então prefeito três vezes e apoiou Eduardo Paes na eleição municipal de 2020, chegando a chamar Crivella de "mentiroso" depois de um debate entre os candidatos, após acusação do então prefeito de que Felippe atuaria de forma a prejudica-lo na campanha, ao atrasar a votação do projeto que diminuiria o IPTU na cidade supostamente a pedido de Paes.[11][12]

Com a eleição de 2020, Felippe posteriormente anunciou que não concorreria a uma nova reeleição como Presidente da Câmara e buscaria viabilizar Carlo Caiado como seu sucessor.[13] Eduardo Paes chegou a convocar o vereador reeleito para ser membro de seu gabinete, porém Felippe recusou, indicando seu neto para ocupar o cargo de Secretário de Trabalho e Renda.[14]

Prefeito em exercício do Rio de Janeiro (2020)[editar]

Em 22 de dezembro de 2020, o então prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella foi preso, acusado de ser o "vértice" e líder de uma organização criminosa que tinha como objetivo “aliciar empresários para participação nos mais variados esquemas de corrupção", segundo denúncia do Ministério Público.[15] A organização criminosa teria arrecadado pelo menos R$ 50 milhões.[16] A prisão de Crivella foi determinada pela desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita, que determinou ainda seu afastamento do cargo de Prefeito,[17] argumentando que a manutenção de Crivella em seu cargo "implicaria em riscos à ordem pública".[18] Como o vice de Crivella, Fernando Mac Dowell, falecera em maio de 2018 vítima de um infarto, Jorge Felippe assumiu interinamente o cargo.[17] Ao ser preso, Marcelo Crivella afirmou que era alvo de uma "perseguição política", e que seu governo foi o que "mais atuou contra a corrupção no Rio de Janeiro".[19]

Ao ser notificado da prisão do então prefeito, Marcelo Crivella, Jorge Felippe declarou que "A cidade não ficará sem comando"[20][21], e utilizou as mídias sociais para tentar tranquilizar a população de que a máquina municipal não deixaria de funcionar até o final do mandato que se encerraria em 1º de janeiro de 2021.[22] Jorge fica a frente da capital em um período de transição para o governo eleito nas eleições de 2020, onde o prefeito eleito, Eduardo Paes, do mesmo partido de Jorge Felippe (DEM), lançou notas para acalmar a população deixando claro que os trabalhos de transição continuavam, e ambos já conversavam para que o então futuro prefeito e sua equipe tivessem plena noção da realidade das contas e outros assuntos internos da prefeitura.[23]

Jorge Felippe assume a prefeitura da capital fluminense, segunda maior cidade do país em número de habitantes, de forma interina em meio à pandemia do COVID-19, em um momento de aumento de número de casos da doença na cidade, em que pela primeira vez o município do Rio de Janeiro ultrapassou São Paulo em número de mortes em função da pandemia.[24] Momento este em que a prefeitura chegou a cancelar as festas de fim de ano,[25] e em que entidades como a Fiocruz alertaram que as festas podem colapsar de vez a saúde carioca.[26]

Como Prefeito, ele buscou continuar a transição de governo e viabilizar o pagamento do 13 salário aos servidores, descrevendo a situação financeira do município como uma "verdadeira catástrofe".[27][28][29] Após reunião com o Governador Cláudio Castro, Felippe anunciou que fecharia o bairro Copacabana durante o réveillon (bairro que já foi considerado palco do "maior réveillon do mundo"[30]) como parte da política de combate ao coronavírus.[31] A prefeitura também restringiu a queima de fogos durante o ultimo dia do ano 2020 até a manhã do primeiro dia de 2021, em toda a orla da cidade, assim como também restringiu o uso de aparelhos de som.[32]

Em nota, durante sua gestão, a prefeitura publicamente anunciou a aplicação de multa ao prefeito de Magé, Rafael Tubarão, por despejar lixo em rua da cidade, em frente ao INEA. Na nota, o prefeito interino afirmou: “Atos como esse não podem ser tolerados, merecem nossa repulsa e providências para penalizar o infrator”.[33]

Notas

  1. No dia 22 de dezembro de 2020, ainda no exercício da prefeitura, o prefeito efetivo Marcelo Crivella foi preso em operação policial e afastado das funções de prefeito pela justiça, de forma que os últimos nove dias de governo municipal do mandato foram de responsabilidade do então presidente da câmara municipal de vereadores, Jorge Felippe, como prefeito interino, uma vez que o vice eleito na chapa, Fernando Mac Dowell, havia falecido em 2018.

Referências

  1. https://extra.globo.com/noticias/extra-extra/eleicoes-2020-jorge-felippe-vai-concorrer-um-novo-mandato-pelo-dem-24346357.html
  2. «Jorge Felippe, presidente da Câmara do Rio de Janeiro, assumirá prefeitura após prisão de Crivella». G1. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  3. «Vereador Jorge Felippe assume comando da Prefeitura do Rio». pleno.news. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  4. «Vanessa Felippe lança acusações contra o pai, vereador, e o filho, deputado». Extra Online. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  5. «Presidente da Câmara, Jorge Felippe é mais um vereador com Covid-19». Extra Online. Consultado em 24 de dezembro de 2020 
  6. 6,0 6,1 «Presidente da Câmara de Vereadores do Rio é internado em hospital da Barra». G1. Consultado em 24 de dezembro de 2020 
  7. «Presidente da Câmara é braço-direito de Paes e emprega aliados». O Globo. 6 de abril de 2013. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  8. 8,0 8,1 «Vereador Jorge Felippe». http://www.camara.rj.gov.br/vereador_informacoes.php?m1=inform&cvd=107&np=JorgeFelippe&nome_politico=Jorge%20Felippe. Consultado em 24 de dezembro de 2020 
  9. 9,0 9,1 9,2 Prefeito do Rio em exercício Jorge Felippe pode decretar novas restrições na cidade, consultado em 24 de dezembro de 2020 
  10. «Jorge Felippe é reeleito presidente da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro». G1. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  11. «Aliado de Crivella, presidente da Câmara dos Vereadores o chama de mentiroso». O Globo. 20 de novembro de 2020. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  12. «Presidente da Câmara Municipal garante que não ambiciona cargo de Crivella». Diário do Poder. 9 de abril de 2019. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  13. Vasconcellos, Nuno (7 de dezembro de 2020). «Jorge Felippe deixa presidência, mas não o poder». Último Segundo. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  14. «Jorge Felippe Neto vai assumir a Secretaria municipal de Trabalho e Renda». Extra Online. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  15. «Ministério Público aponta Marcelo Crivella como 'vértice' e líder de organização criminosa». O Globo. 22 de dezembro de 2020. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  16. Sabóia, Gabriel (22 de dezembro de 2020). «Organização de Crivella arrecadou mais de R$ 50 milhões em propina, diz MP». UOL. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  17. 17,0 17,1 «Prefeito Marcelo Crivella é preso no Rio suspeito de corrupção». G1. 22 de dezembro de 2020. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  18. «Justiça determina o afastamento de Marcelo Crivella das funções públicas». G1. 22 de dezembro de 2020. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  19. «Após ser preso, prefeito Marcelo Crivella fala em 'perseguição política' e diz que espera 'justiça'». G1. 22 de dezembro de 2020. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  20. «Jorge Felippe, presidente da Câmara do Rio de Janeiro, assumirá prefeitura após prisão de Crivella». G1. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  21. RIBEIRO, GUSTAVO. «Jorge Felippe vai assumir a prefeitura após prisão de Crivella | Rio de Janeiro | O Dia». odia.ig.com.br. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  22. «Jorge Felippe, presidente da Câmara, assume a Prefeitura do Rio». www.bol.uol.com.br. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  23. «SBT News - A sua fonte segura de informação». www.sbtnews.com.br. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  24. «Rio ultrapassa São Paulo no número de mortes por Covid no mês de dezembro». G1. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  25. «Prefeitura do Rio de Janeiro cancela festas de Ano Novo – Jovem Pan». Prefeitura do Rio de Janeiro cancela festas de Ano Novo – Jovem Pan. 15 de dezembro de 2020. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  26. «Fiocruz: festas de fim de ano podem contribuir para colapso na saúde do Rio». CNN Brasil. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  27. «Após prisão de Crivella, Paes pede para prefeito em exercício seguir com equipe de transição». O Globo. 22 de dezembro de 2020. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  28. «Jorge Felippe está avaliando como será o pagamento do 13º para servidores que ganham acima de R$ 3 mil». Extra Online. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  29. SAVEDRA, PALOMA. «'A situação financeira do Rio é uma catástrofe', diz o prefeito interino, Jorge Felippe | Coluna do Servidor | O Dia». odia.ig.com.br. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  30. «Maior Réveillon do mundo no Rio de Janeiro». Diário do Turismo. 1 de janeiro de 2020. Consultado em 24 de dezembro de 2020 
  31. «Rio vai 'fechar' Copacabana no Réveillon e apenas moradores poderão entrar no bairro na noite da virada». O Globo. 23 de dezembro de 2020. Consultado em 23 de dezembro de 2020 
  32. «Prefeitura do Rio aumenta restrições a fogos, som e circulação no Réveillon». noticias.uol.com.br. Consultado em 27 de dezembro de 2020 
  33. «Multa a Rafael Tubarão». Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro - prefeitura.rio. 26 de dezembro de 2020. Consultado em 27 de dezembro de 2020 

Ligações externas[editar]

Precedido por
Marcelo Crivella
Prefeito do Rio de Janeiro
2020 - atual
Sucedido por
Eduardo Paes

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