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José Umbelino Fernandes Júnior

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José Umbelino Fernandes Júnior
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Nome completo
Nascimento
Batatais
Morte 21 de outubro de 1929
Caconde
Nacionalidade brasileiro
Alma mater
Ocupação Comendador, historiador, jornalista, advogado, poeta, pintor, músico e político
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O Comendador José Umbelino Fernandes Júnior (Batatais, ? de ? — Caconde, 21 de outubro de 1929) foi historiador, jornalista, advogado, poeta, pintor, músico e político brasileiro.

O nome do Comendador Umbelino Fernandes Júnior está ligado à história do município de Caconde, e talvez, ele seja a figura mais interessante de toda a história de Caconde.


O livro Memória da Cidade de Caconde diz em uma de suas notas: A "Revista Ilustrada" do Rio de Janeiro, ano 13, n.º 529, de 29 de dezembro de 1883 publica os seguintes versos, assinados pelo Padre Correia de Almeida:

"O governo deu comenda/por serviços relevantes/a um herói de Caconde,/herói digno de Cervantes./Foi-lhe feita essa encomenda/por intermédio de um Conde./Mas quando o condecorou/até o conde corou".

O Comendador Umbelino escreveu para os principais jornais de São Paulo sob o pseudônimo de "Nobélium" (crônicas e artigos). Ele fora contra a candidatura de Floriano Peixoto. Gostava de criar pássaros e possuía em sua chácara um pequeno zoológico onde os pavões era o objeto de grande admiração das crianças.

Nos arquivos da Basílica Santuário de Nossa Senhora da Conceição em Caconde, em um exemplar de um antigo jornal "Cidade de Caconde", datado de 7 de novembro de 1929, dá em primeira mão a notícia do seu falecimento e expõe um pouco mais da sua biografia: chegou em Caconde com a idade de 15 anos. Era filho de José Umbelino Fernandes e de dona Generosa Maria Fernandes.

Foi secretário da Câmara Municipal, ocupando depois os postos de tabelião, presidente da mesma Câmara e Juiz de Paz. Mais tarde já no período republicano foi Prefeito Municipal. Advogou durante muito tempo no fórum local.

No período Imperial, foi chefe do Partido Católico e esposou a causa abolicionista, sendo condecorado por Dom Pedro II com a comenda, pouco tempo depois de sua visita ao monarca, quando este esteve em Poços de Caldas. Conhecia bem o latim, inglês e francês.

Seu corpo foi exposto na Câmara Municipal, onde houve visitas de personalidades importantes. Discursou no seu funeral o seu amigo de longa data e grande companheiro na carreira política o Dr. Francisco Cândido da Silva Lobo, ressaltando a personalidade nobre do Comendador e os seus feitos notáveis em favor de Caconde.

No seu sepultamento, estava presente no exercício de seu sacerdócio o Vigário Padre Sebastião do Espírito Santo Lessa. Segundo o jornal, tendo falecido com a idade de 74 anos, o velho Comendador foi figura que personificou Caconde durante muito tempo.

Diz o mesmo jornal, que sua vida foi um exemplo do esforço, servindo de estímulos àqueles que privados de fortuna para se elevarem na sociedade necessitam estudar sem nenhum auxílio; o Comendador estudava muito. O seu amor pela história local e pela cidade de Caconde ficará impregnado em toda a sua cronologia. Caconde para ele foi, a terra acolhedora e como nas suas próprias palavras: "a estância de sua última morada".

A lei nº 38, de 18 de agosto de 1943 homenageou-o, dando a uma rua de Caconde o seu nome.

A sua "Polyanthéa", primeira Resenha Histórica sobre a fundação de Caconde publicada em 24 de dezembro de 1924, por ocasião do centenário da Cidade e de sua Primeira Missa, foi contemplada por Adriano Campanhole como "um trabalho de esforço e tenacidade que merecem a nossa admiração e constituem um "útil repositório de informações, porém pecando pela dispersão e falta de unidade dos dados".

Segundo Adriano Campanhole, o Comendador, não costumava citar as fontes de suas citações, tendo feito recortes em vários documentos para os clichês de sua Resenha. Fiou-se também em "uns restos de tradição oral" para compô-la.

O seu relato sobre a Missa do Natal de 1824 como a primeira missa de Caconde, foi mais tarde testificado por Campanhole, como sendo somente a Missa de inauguração do Altar-mor da Igreja Matriz, visto que a provisão de funcionamento da Igreja é de maio de 1824 e que pela provisão de vigário do Padre Carlos de Mello ele estava autorizado a celebrar missas em uma casa particular até a construção e e provisão de bênção da nova Igreja.

Cometeu também, um lapso na data da restauração de Caconde no local onde se encontra hoje, cuja provisão é de 28 de junho de 1820, dada por Dom Mateus de Abreu Pereira, Bispo de São Paulo.

A data de 19 de março comemorada como dia da Fundação da Paróquia de Caconde no Bom Sucesso, segundo Campanhole, vem da citação de Umbelino, como o dia em que tomou posse nas funções de pároco o Pe. Francisco Bueno de Azevedo.

Bibliografia[editar]

CAMPANHOLE, Adriano. Memória da Cidade de Caconde, São Paulo: 1979.

  • Portal do Brasil
  • Portal de São Paulo



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