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Marcelo Valle Silveira Mello

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki
Marcelo Valle Silveira Mello
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Foto do Comando de Operações Táticas do réu Marcelo Valle Silveira Mello em 2012
Nome completo Marcelo Valle Silveira Mello
Nascimento 9 de agosto de 1985
Brasília
Morte
Residência Condomínio Ideale Residencial, Rua João Alencar Guimarães, 1745, apartamento 603, bloco 3, Campo Comprido, Curitiba - PR
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Rosita Moreira Valle
Pai: Luiz Fernando Silveira Mello
Alma mater
Ocupação
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Marcelo Valle Silveira Mello (Brasília, 9 de agosto de 1985), inscrito no CPF sob o número 002.395.011-01, também conhecido pelos apelidos de Psy, Batoré, Psycl0n, Ash Ketchum e Psytoré, é um cracker brasileiro, conhecido por ter sido preso e condenado por crimes de ódio. Depois da condenação começou a assinar as mensagens criminosas com apelidos como "Psycl0n", "KetchumA" e "BRKO3D". Marcelo foi preso nas operações Intolerância e Bravata da Polícia Federal e cumpre pena no Presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Filho de uma servidora pública do Serviço Federal de Processamento de Dados, Marcelo, que perdeu o pai na infância, cresceu em Brasília e fez tratamento psicológico desde os 16 anos de idade.

Marcelo ingressou na Universidade de Brasília, após passar no vestibular para o curso de Letras, em 2005, e na Universidade Católica de Brasília, em 2006, onde se formou em Ciência da Computação.

A trajetória criminosa de Marcelo teve início em 2005, quando ele publicou uma sequência de ofensas contra negros em um fórum da Universidade de Brasília, no site de relacionamentos Orkut. Por meio da Internet, Marcelo fazia comentários pejorativos sobre os colegas aprovados por meio do sistema de cotas. Foi processado e condenado, em 2009, a um ano e dois meses de prisão.

Nos anos seguintes, Marcelo aprofundou seu arsenal de ofensas e ampliou o leque das vítimas. Distribuía ameaças de morte e, aos poucos, passou a concentrar suas mensagens no site "Silvio Koerich", motivador da prisão. Até então, ele mudava frequentemente o veículo usado para divulgar suas ideias, o que dificultava o rastreamento. Passou a fazer intimidações diretas e as ameaças de morte citavam aspectos da vida pessoal das vítimas, inclusive dos filhos.

Formado em Ciência da Computação, Marcelo gostava de alardear sua capacidade de fraudar cartões de crédito.

Marcelo participou, como testemunha de acusação, convidado pela Reitoria da Universidade de Brasília, de processos disciplinares de expulsão de alunos que participaram de movimentos sociais. Os movimentos sociais sempre incomodaram a Reitoria da Universidade de Brasília, que já foi processada mais de uma vez pelo Ministério Público Federal.

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