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Moda no Paraná

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A moda no Paraná refere-se ao usos, hábitos e costumes do vestuário, e ao setor da indústria têxtil, beneficiamento de tecidos e de confecção no estado brasileiro do Paraná.[1][2][3][4] As atividades da cultura e indústria da moda e do vestuário formam a cadeia têxtil-vestuário paranaense, tendo uma importante e significativa participação na economia do Paraná.[3][5][6][7] O estado tem 5 mil indústrias de tecelagem e responde por 8,7% do PIB têxtil do país, tornando-se o segundo maior polo de confecção em volume de produção, ficando apenas atrás de São Paulo.[8]

Contexto cultural e trajes típicos[editar]

O coronel Telêmaco Borba, e sua esposa, Rita do Amaral, utilizando trajes do final século XIX.
Tropeiros usando seus trajes por volta do ano de 1900 em Ponta Grossa.
Trajes típicos da década de 1910, em Curitiba.
Bordados ucranianos que podem ainda ser encontrados no Paraná.
Fios típicos polonês ainda comuns em regiões colonizadas por imigrantes.
A educadora Júlia Wanderley em 1915 no Paraná, com trajes da época.

A moda é abordada como um fenômeno sociocultural que expressa os valores da sociedade, que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia a dia a um contexto maior, político, econômico e sociológico.[3][9]

No mundo da moda, o Paraná integra um dos principais nichos no segmento brasileiro, envolvendo-se em uma vasta diversidade cultural e produção artística.[3] Culturalmente, a indústria da moda, a produção de vestuário, bem como seus profissionais, estão bem presentes no cotidiano paranaense. A moda paranaense está presente nas artes, na música, nas festividades, no cinema e na televisão.[3]

Historicamente, muitos grupos desenvolveram suas atividades na confecção de roupas e trajes na região, deixando uma rica herança cultural e econômica.[3] Com características marcantes, a diversidade étnica e a miscigenação no estado contribuíram com cores, traços, cortes e texturas, recebendo influências desde da cultura indígena, portuguesa e africana, até de outras nações europeias, árabes e asiáticas, sendo observado, sobretudo, a forte tradição de influência eurocêntrica.[10]

Trajes típicos usados pelo Grupo de Danças Gaúchas Poncho Crioulo, em Telêmaco Borba.
Trajes típicos usados pelo Grupo Folclórico Polonês de Araucária.

Na cultura paranaense, estão identificados peças de vestuários bem específicas, remetendo aos trajes típicos,[10] como de grupos étnicos,[11] folclóricos, como de gaúchos, tropeiros e caipiras,[10] com influência portuguesa e espanhola, e com adaptações de origens indígenas, como o uso de bombachas, botas, chiripás, guaiacas, palas, pilchas, ponchos, vestidos de prendas, além de fitas, bordados, lenços (adorno), cintos, fivelas, chapéus e boinas.[10] É possível notar ainda traços indígenas em aldeais,[12] traços portugueses no litoral, africanos na Lapa,[13][14][15] italianos em Curitiba,[16] eslavos em Ponta Grossa,[17][18] germânicos em Guarapuava,[19] asiáticos no norte[20] e árabes no oeste.[21][22][23][24]

Industrialização[editar]

A indústria em termos de confecção de vestuário começou a atuar no Paraná na segunda metade do século XX.[3] Até a década de 1930 a industrialização no estado era baseada no beneficiamento da erva-mate e madeira, e posteriormente, principalmente a partir dos anos de 1940, devido o crescimento econômico com a atividade cafeeira, o setor industrial foi incentivado com a atividade de beneficiamento de café.[3]

Na década de 1960 o governo do estado criou um modelo de desenvolvimento voltado às indústrias que geravam produtos de maior valor agregado e uso de tecnologia. Nesta época aconteceu a industrialização de produtos de vestuário no Paraná.[3][25][24]

No ano de 1995 haviam 148 estabelecimentos do segmento têxtil-vestuário em Cianorte, 112 em Apucarana, 288 em Maringá e 245 em Londrina.[25] Já em 2004 eram 270 em Londrina, 572 em maringá, 328 em Apucarana e 459 estabelecimentos em Cianorte.[25]

No início da década de 2000 o Paraná já era destaque na indústria da moda, com 12 centros atacadistas e 2,4 mil empresas confeccionistas, gerando milhares de empregos.[25] Em 2003 sua produção era estimada em 150 milhões de peças/ano, com 2,8 bilhões de reais de faturamento/ano.[25] Em relação ao porte das empresas de vestuário no estado, a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), expôs que, em 2003, 59,5% se enquadram como microempresas, 36,6% de pequeno porte, 3,5% de médio porte e 0,4% de grande porte.[3] Em 2006 o setor têxtil-vestuário paranaense representava 14% da mão de obra industrial ocupada no estado, credenciando-se como o setor que mais emprega no âmbito estadual.[3]

Aspectos geoeconômicos[editar]

A modelo Juliana Imai, de Cruzeiro do Oeste.
Principais polos de confecções do Paraná.

Em relação as características dos produtos confeccionados no estado, 60% são eram tecidos planos e 39,8% em tecidos de malha; 59,7% eram do segmento feminino, 31,1% do masculino e 2,2% no segmento infantil/bebê.[3] Em valores monetários, o setor de vestuário paranaense movimentou cerca de 7,9 bilhões de reais em 2012.[3]

As cidades polos de confecção de roupas são, especialmente, em Curitiba, Maringá, Londrina,[26] Cianorte,[24][27] Imbituva, Guarapuava, Apucarana, Ponta Grossa, Goioerê, Cascavel, Pato Branco e Francisco Beltrão.[28][29] Na região noroeste, concentradas nas cidades de Maringá e Cianorte, estão as maiores confecções e marcas de moda paranaense, com destaque para o jeans[30] e a moda feminina.[31][32] As cidades do eixo norte-noroeste do Paraná, integram o chamado Corredor da Moda. A região busca fortalecer a identidade cultural e econômica, tendo como polos as cidades de Cianorte, Maringá, Apucarana e Londrina.[33][25][34]

A modelo Fabiana Semprebom, de Londrina.

Cianorte, que detém o título de Capital do Vestuário, realiza duas vezes por ano uma das maiores feiras do vestuário do Brasil, a Expovest, lançando as coleções primavera/verão e outono/inverno, sendo responsável por 20% de todo jeans comercializado no país.[2] O evento é o maior de pronta entrega do país e chega a comercializar mais de 1 milhão de peças.[35] Maringá tornou-se um polo atacadista de moda, possuindo mais de 500 lojas com este perfil,[2] além de grandes eventos com desfiles de lançamentos de coleções em seus centros comerciais.[2]

A modelo Isabeli Fontana, de Curitiba.

Apucarana é também um grande polo de confecções, com destaque para a produção de bonés, fabrica 4 milhões de peças por mês, o que lhe deu o título de Capital do Boné.[2] Imbituva é famosa pelas suas malhas, suas malharias são consideradas referência na moda e sua Feira de Malhas, que já atingiu a 35ª edição, é considerada a maior feira da moda tricot do Paraná, e acontece normalmente pouco antes do inverno, em abril.[2] A feira, promovida pela Associação das Malharias de Imbituva, atrai milhares de visitantes todos os anos.[2] Em 2018 foram mais de 60 mil visitantes do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso. São mais de 50 empresas do ramo têxtil e, por isso, é conhecida como a Cidade das Malhas.[2][36][37]

Terra Roxa, que realiza a Feira Moda Bebê, é conhecida como o Polo Nacional do Vestuário Infantil,[38] com cerca de 50 empresas que atuam nesse segmento, produzindo aproximadamente 500 mil peças por mês.[2][39] Terra Roxa recebeu os títulos de Capital da Moda Bebê do Paraná (Lei Estadual 17.058/2012) e de Capital Nacional da Moda Bebê (Lei Federal 13.537/2017).[40] A região sudoeste também se destaca, reunindo mais de 400 indústrias de confecção.[2]

O Paraná Business Collection[41] é um evento criado em 2007, sendo realizado semestralmente em Curitiba. Foi elaborado pelo Sistema Fiep e pelo Conselho Setorial da Indústria Têxtil e Vestuário do Paraná, que objetiva lançar novos estilistas e marcas paranaenses.[3]

Profissionalização[editar]

Com a potência consolidada do setor no Paraná, surge a necessidade da profissionalização da mão de obra para o mercado de trabalho, sendo criados cursos técnicos e superiores, em instituições públicas e privadas.[3][42] Cursos como Design, Moda e Engenharia Têxtil. No Paraná, os primeiros cursos superiores de moda foram criados em 1997, na Universidade Estadual de Londrina (UEL),[3][43] e na Universidade Tuiuti do Paraná (UTP).[44] Em 1999 foi criado o curso no Centro Universitário de Maringá (UniCesumar),[45] e em 2002 na Universidade Estadual de Maringá (UEM).[46] Posteriormente, outras instituições passaram a oferecer cursos de moda, como a Universidade Paranaense (Unipar), o Instituto Federal do Paraná (IFPR)[47] e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).[48][49]

A integração das instituições visam promover o ensino, a pesquisa e a extensão, além do empreendedorismo, inovação e desenvolvido econômico.[3] O aprimoramento acadêmico e profissional é importante para o fortalecimento do setor, bem como para o aperfeiçoamento de técnicas de produção de qualidade e na difusão do conhecimentos técnico-científico no Paraná.[50]

Além de empresas ligadas ao setor, agências, indústrias têxteis, escolas e eventos como feiras e desfiles, há uma diversidade de estilistas, figurinistas, designers, consultores e modelos.[51] O Paraná é representado, entre outros, por vários profissionais da moda, nascidos ou radicados no estado: Bárbara Vitorelli; Caroline Correa; Diego Cristo; Fabiana Semprebom; Flávia de Oliveira; Flávia Lucini; Francisco Lachowski; Raissa Santana; Grazi Massafera; Isabeli Fontana; Juliana Imai; Josiane Kruliskoski; Marcelle Bittar; Maria Carolina Portella; Maria Joana Parizotto; Michelle Alves; Mônica Januzzi; Tânia Mara Franco de Souza; Taynara Gargantini; Tiago Gass. Além de Isadora Ribeiro, ex-modelo e atriz; Maria Fernanda Cândido, ex-modelo e atriz; Larissa Manoela, atriz e cantora.

A modelo Flávia de Oliveira, de Londrina.
A modelo Michelle Alves, de Londrina.
A modelo e miss Raissa Santana, de Umuarama.
O modelo Francisco Lachowski, de Curitiba.
A modelo e atriz Grazi Massafera, de Jacarezinho.

Ver também[editar]

  • Economia do Paraná

Referências

  1. «A moda que comanda o segundo pólo de confecção do Brasil». Gazeta do Povo. 14 de dezembro de 2005. Consultado em 9 de março de 2020 
  2. 2,0 2,1 2,2 2,3 2,4 2,5 2,6 2,7 2,8 2,9 «Descubra os caminhos das rotas da moda paranaense que fazem sucesso no País». Bem Paraná. 2019. Consultado em 9 de março de 2020 
  3. 3,00 3,01 3,02 3,03 3,04 3,05 3,06 3,07 3,08 3,09 3,10 3,11 3,12 3,13 3,14 3,15 3,16 Nathaly Paulo da Cruz de Oliveira, Ana Carolina Siqueira Martins, Marcio José Silva (2017). «PUBLICAÇÕES ACERCA DA HISTÓRIA DA INDÚSTRIA DE VESTUÁRIO/MODA NO PARANÁ: UMA ANÁLISE». ConTexMod - Congresso Científico Textil e Moda. Consultado em 9 de março de 2020 
  4. Fabiano Palhares Galão; Mario Nei Pacagnan; Vandre Alex da Silva Silva; Flavia Pelissari Pomim Frutos (2008). «A relação da orientação para o mercado e o comportamento inovador das indústrias do vestuário». Universidade Norte do Paraná. Consultado em 9 de março de 2020 
  5. «Cultura Paranaense». The Cities. Consultado em 9 de março de 2020 
  6. Viaje Paraná (2019). «O Paraná». Secretaria de Comunicação Social do Paraná. Consultado em 9 de março de 2020 
  7. Viaje Paraná (2019). «Cultura». Secretaria de Comunicação Social do Paraná. Consultado em 9 de março de 2020 
  8. «O mapa da moda no Paraná». Gazeta do Povo. 2008. Consultado em 9 de março de 2020 
  9. «O surgimento da moda». Brasil Escola. Consultado em 9 de março de 2020 
  10. 10,0 10,1 10,2 10,3 «Folclore do Paraná». The Cities. Consultado em 9 de março de 2020 
  11. «Etnias: O Paraná é um dos estados com a maior diversidade étnica do Brasil.». Paraná Turismo. 2018. Consultado em 9 de março de 2020 
  12. «Povos indígenas no Paraná». Site Oficial do Museu Paranaense. Consultado em 9 de março de 2020 
  13. Gazeta do Povo (27 de junho de 1971). «A congada da Lapa». Jangada Brasil. Consultado em 9 de março de 2020 
  14. «Comunidades Quilombolas e comunidades negras tradicionais» (PDF). MPPR. Consultado em 9 de março de 2020 
  15. Jackson Gomes Júnior; Geraldo Luiz da Silva; Paulo Afonso Bracarense Costa (2008). «Paraná Negro» (PDF). Grupo de Trabalho Clóvis Moura. Universidade Federal do Paraná (UFPR). FUNPAR. Governo do Paraná. Consultado em 9 de março de 2020 
  16. «Imigração Italiana no Paraná». Info Escola. Consultado em 9 de março de 2020 
  17. «Imigração eslava no sul». Universitário. 2009. Consultado em 9 de março de 2020. Arquivado do original em 6 de julho de 2011 
  18. «Imigração Polonesa no Paraná». Imigrantes Brasil. Consultado em 9 de março de 2020. Arquivado do original em 13 de julho de 2011 
  19. «Cultura». Site Oficial da Cooperativa Agrária Entre Rios. Consultado em 9 de março de 2020 
  20. «História da Imigração: Parte 3». Site Não-Oficial da Imigração Japonesa no Brasil. 2008. Consultado em 9 de março de 2020. Arquivado do original em 6 de julho de 2011 
  21. «Comunidade árabe de Foz do Iguaçu celebra o fim do ramadã». G1. 2008. Consultado em 9 de março de 2020 
  22. Poliana Fabiula Cardozo. «A imigração árabe em Foz do Iguaçu: conservando sua cultura através de suas instituições representativas» (PDF). Universidade de Caxias do Sul. Consultado em 9 de março de 2020 
  23. «Filme documenta colônia árabe de Foz do Iguaçu». Foz do Iguaçu Destino do Mundo. 2016. Consultado em 9 de março de 2020 
  24. 24,0 24,1 24,2 Alexandre Rocha (25 de outubro de 2005). «Pioneirismo de família árabe gera pólo industrial no Paraná». Agência de Notícias Brasil-Árabe. Consultado em 9 de março de 2020 
  25. 25,0 25,1 25,2 25,3 25,4 25,5 «O corredor da moda do norte-noroeste do Paraná à luz dos arranjos produtivos locais». R. Paranaense Desenv. Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social. 2006. Consultado em 9 de março de 2020 
  26. Henry Tetsuji Nonaka. «Formulação e formação de estratégias: análise nos segmentos atacadista, varejista e processador da cadeia de confecções e vestuário da região de Londrina - PR». Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Consultado em 9 de março de 2020 
  27. Márcia Freire de Oliveira (2008). «Aprendizagem e inovação nas pequenas empresas: um estudo multicasos no arranjo produtivo local do setor do vestuário de Cianorte-PR». UFSCAR. Consultado em 9 de março de 2020 
  28. Wons 1994, pp. 159–163
  29. Gilberto Francisco Ceretta (2009). «Potencial desenvolvimento da indústria do vestuário das microregiões de Capanema e Francisco Beltrão na Região Sudoeste do Paraná». Universidade Federal do Paraná. Consultado em 9 de março de 2020 
  30. Márcia Furlan (1 de novembro de 2003). «Paraná é o maior produtor de jeans do País». Folha de Londrina. Consultado em 9 de março de 2020 
  31. «Paraná, um gigante da moda: 7 marcas que nasceram aqui e despontam no mundo». Top view. 2018. Consultado em 9 de março de 2020 
  32. «Entre os maiores do Brasil, polo têxtil no Noroeste do Paraná se reinventa e cresce». De Olho no Mercado - Negócios RPC. 29 de agosto de 2017. Consultado em 9 de março de 2020 
  33. «"Corredor da Moda' une três cidades do Paraná». Folha de Londrina. 1997. Consultado em 9 de março de 2020 
  34. «Projeto denomina de "Corredor da Moda" rodovia que liga Maringá a Cianorte». Assembleia Legislativa do Paraná. 2013. Consultado em 9 de março de 2020 
  35. «Cianorte se consolida como pólo de confecções». Tribuna do Paraná. 26 de julho de 2008. Consultado em 9 de março de 2020 
  36. Viaje Paraná (2019). «Imbituva». Secretaria de Comunicação Social do Paraná. Consultado em 9 de março de 2020 
  37. «Feira de Malhas de Imbituva começa na sexta (26)». Rádio Najuá. 24 de abril de 2019. Consultado em 9 de março de 2020 
  38. «Terra Roxa expande polo do vestuário infantil». O Paraná. 2018. Consultado em 9 de março de 2020 
  39. Viaje Paraná (2019). «Terra Roxa: visite a capital nacional da moda bebê». Secretaria de Comunicação Social do Paraná. Consultado em 9 de março de 2020 
  40. Governo do Paraná (6 de fevereiro de 2019). «Terra Roxa vai construir um Centro de Eventos». Agência Estadual de Notícias. Consultado em 9 de março de 2020 
  41. «Paraná Business Collection consolida Paraná como polo industrial da moda». Federação das Indústrias do Estado do Paraná. 25 de maio de 2009. Consultado em 9 de março de 2020 
  42. Roberto Ranna Keller (2007). «A qualificação de quem nos veste: um estudo sobre a contribuição de indústrias e escolas para a formação profissional do setor da confecção do vestuário no Paraná». UTFPR. Consultado em 9 de março de 2020 
  43. «Desing de Moda». Departamento de Design do Centro de Educação, Comunicação e Artes da Universidade Estadual de Londrina. Consultado em 9 de março de 2020 
  44. «Desing de Moda». Universidade Tuiuti do Paraná. Consultado em 9 de março de 2020 
  45. «UNICESUMAR - UniCesumar». EducaBras. Consultado em 9 de março de 2020 
  46. «UEM - Universidade Estadual de Maringá». EducaBras. Consultado em 9 de março de 2020 
  47. «Técnico em Produção de Moda». Instituto Federal do Paraná. Consultado em 9 de março de 2020 
  48. «Tecnologia em Design de Moda». Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Consultado em 9 de março de 2020 
  49. «Engenharia Têxtil». Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Consultado em 9 de março de 2020 
  50. «Instituto de Moda do Paraná». IMOP. Consultado em 9 de março de 2020 
  51. «Moda com estilo paranaense». Gazeta do Povo. Consultado em 9 de março de 2020 

Bibliografia[editar]

  • Wons, Iaroslaw (1994). Geografia do Paraná 6 ed. Curitiba: Ensino Renovado 

Ligações externas[editar]

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  • Portal de economia e negócios
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