Olympio guilherme

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Olympio Guilherme (1902-1973) jornalista, economista, escritor, ator, cineasta e romancista foi uma pessoa que marcou a história do Brasil e entretanto foi pouco conhecido e mal compreendido por suas ideias avançadas para sua época. Natural de Bragança Paulista, começou no jornalismo com Casper Líbero, em A Gazeta, em São Paulo. Muito bonito, foi a primeira grande paixão de Pagu, a musa dos modernistas.

Com vinte e poucos anos, Olympio foi para Hollywood, através de um concurso da Fox, para escolher uma mulher e um homem brasileiros, para lança-los em Holywood.

A mulher escolhida foi Lia Torá, e o concurso terminou sem um representante masculino. Incentivado por Pagu e pelos amigos, Olympio acabou se inscrevendo e foi escolhido.

Chegando em Hollywood, descobriu que caíra em uma peta. Na verdade, o concurso fora apenas para promover a Fox no Brasil. Mesmo assim, chegando em Hollywood, Olympio passou a se virar e produziu um filme em preto e branco sobre a fome – que campeava no país após a crise de 1929. O filme foi vetado porque interessava à indústria cinematográfica levantar o moral do país e consideraram o filme muito deprimente.

Quando morreu Rodolfo Valentino, o poeta Guilherme de Almeida invocou que ele seria o próximo Valentino. Não falava inglês, mas ainda estava na fase dos filmes mudos.

Sem nunca ter obtido fama pela Fox ele dirigiu um filme realista de sua autoria intitulado “Fome” em Hollywood.

Olympio Guilherme voltou para o país em fazer a América. Decidiu, então, estudar economia e acabou indo trabalhar com Valentim Bouças. Quando Valentim precisou voltar para os Estados Unidos, colocou-o para dirigir o Observador Econômico.

Olympio escreveu e publicou 12 livros, mais de 1.600 artigos. Conhecedor profundo da política internacional por ter viajado e entrevistado autoridades internacionais, fundamentava sua opinião nos fatos por ele tomados in loco, sem intermediação e narrando ele mesmo suas histórias.

Sua atitude era para com a verdade da informação sem omissão de fatos e sem censura.

Como Economista fundou e dirigiu a revista “O Observador Econômico e Financeiro”, foi comentarista político no programa “Panorama do Mundo” de sua autoria na Rede Globo em 1955, que se transformou num livro de quatro volumes.

Olympio também trabalhou no DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda de Getúlio), sendo o responsável pela área de rádio e música. Coube a ele combater os sambas que incensavam a malandragem.

Levou um tiro na boca de Assis Chateaubriand por engano, fato esse relatado no livro "Chatô - O rei do Brasil" de Fernado Morais e posteriormente corrigido e melhor fundamentado por Antônio Sonsin, em "Hollywood - Uma história do Brasil".

[1][1] - site do livro "Hollywood - Uma história do Brasil"

[2] [2]- Site oficial de Olympio Guilherme

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