Pia Maria de Orléans e Bragança

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Pia Maria
Princesa Imperial do Brasil (pretendente)
Período 8 de setembro de 1931
a 6 de junho de 1938
Antecessor(a) Luís Gastão Antônio
Sucessor(a) Luíz Gastão
Marido René, Conde de Nicolaÿ
Descendência Louis Jean de Nicolaÿ
Robert Marie de Nicolaÿ
Casa Orléans e Bragança (por nascimento)
Nicolaÿ (por casamento)
Nome completo
Pia Maria Raniera Isabel Antonieta Vitória Teresa Amélia Gerarda Raimunda Anna Micaela Rafaela Gonzaga
Nascimento 4 de março de 1913
  Palacete de Boulogne, Boulogne, França
Morte 24 de outubro de 2000 (87 anos)
  Château de Lude, Le Lude, França
Pai Luís Maria do Brasil
Mãe Maria Pia das Duas Sicílias
Religião Catolicismo
Brasão

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Pia Maria Raniera Isabel Antonieta Vitória Teresa Amélia Gerarda Raimunda Anna Micaela Rafaela Gonzaga de Orléans e Bragança e Bourbon-Duas Sicílias (Boulogne, 4 de março de 1913 – Le Lude, 24 de outubro de 2000), foi uma descendente da familia imperial brasileira e membro do Ramo de Vassouras da Casa de Orléans e Bragança. Era a terceira criança e única varoa de Luís de Orléans e Bragança, e de sua esposa, a Princesa Maria Pia das Duas Sicílias. Foi bisneta do último imperador do Brasil, D. Pedro II.[1]

Infância[editar]

Da esquerda para direita: seu pai Luis, seus irmãos Luís Gastão e Pedro Henrique e sua mãe Maria Pia com ela no colo

Pia Maria nasceu durante o exílio da familia imperial em 4 de março de 1913 no Palacete de Boulogne em Boulogne-sur-Seine, era filha de Luís de Orléans e Bragança, e de sua esposa, a Princesa Maria Pia das Duas Sicílias. Já tinha dois irmãos o primogénito nascido três anos e meio mais velho, Pedro Herique, e outro de dois anos mais velho, Luís Gastão.

Através de sua avó paterna a Princesa Isabel do Brasil; bisneta do imperador D. Pedro II do Brasil e de sua esposa, a Princesa Teresa Cristina das Duas Sicílias; trineta do Imperador/rei D. Pedro I do Brasil e VI de Portugal, e de sua esposa, a Arquiduquesa Maria Leopoldina da Áustria; descendia diretos dos Reis e Rainhas de Portugal, da Sereníssima Casa de Bragança, originada da venerada figura de São Nunu Álvares Pereira. Já através de seu avô paterno, o Príncipe Gastão d'Orléans Conde d'Eu, ela era neta do Príncipe Luís de Orléans, Duque de Némours; bisneta do Rei Luís Filipe I de França que descende dos Reis de França e dos Duques de Orleães, contando com o Rei-Cruzado São Luís IX, entre outros ancestrais. Pelo lado materno, era descendente da Família Real das Duas Sicílias, tendo sido seus avós maternos o Príncipe Afonso, Conde de Caserta e Chefe da Casa Real das Duas Sicílias, e sua esposa e prima-irmã, a Princesa Maria Antonieta das Duas Sicílias, ambos sobrinho da Imperatriz Teresa Cristina. Assim sendo os pais de Pia Maria primos em segundo grau, parentesco que se repetia por diversos ramos de suas famílias.[2]

Pia Maria passou sua infância entre a Villa Maria Teresa, propriedade dos Condes de Caserta, seus avós materno, em Cannes; o Palacete de Boulogne, onde nasceu, residência de sua avó paterna, a Princesa Isabel; e o Castelo d'Eu, propriedade de seu avô paterno, o Conde d'Eu, na Normandia. Junto a seus irmãos, Maria Pia foi educada por preceptores brasileiros, por seus pais e por seus avós paterno, tornando-se fluente em portugês, francês, italiano, alemão e ingles. Muito esportista, assim como seus irmãos, ela praticava equitação, tênis, esgrima, caça e tiro ao alvo. Junto a seu irmão mais velho, também recebeu lições de pintura em aquarela.

Em 1918 morreu seu tio paterno, D. Antônio Gastão, último filho da Princesa Isabel, que tinha se alistando na aviação inglesa durante a Primeira Guerra Mundial. Seu avião chocou-se com os fios do telégrafo quando ele estava voltando a Londres alguns dias depois da assinatura do armistício. Dois anos depois Pia Maria perdeu seu pai, em 1920, vítima de um violento reumatisco que avia contraido nas tricheiras durante a primeira guerra mundial. Pia Maria ainda perdeiria sua avó paterna, a Princesa Isabel, em 1921, tronando-se assim, seu irmão mais velho, Pedro Henrique, Chefe da Casa Imperial do Brasil, e seu irmão do meio, Luís Gastão, pretedente ao título de Príncipe Imperial do Brasil como herdeiro aparente de seu irmão que ainda não havia casado e nem tido filhos.[3]

A lei do banimento foi revogada só a pós a morte de seu pai, pois os repúblicanos tinha muito medo dele. A família foi oficialmente convidada para participar das cerimônias do centenário da independência, proclamada em 7 de setembro de 1822 por seu trisavô D. Pedro I. Pia Maria pediu muito para que a levassem também, mas seu estado de saúde foi julgado muito precário por ter sofrido um acidente de bicicleta. Ela ficou com sua avó a Condessa de Caserta, enquanto sua mãe e seus irmãos se juntaram a o Conde d'Eu para embarcar no "Massília".[4] Essa viagem foi marcada pela trágica morte do avô a bordo do “Massilia”, no momento e que o navio entrava em águas brasileiras. Pia Maria soube, pela querida avó, da morte do Conde d'Eu. Ela entrou em seu quarto e, com toda doçura, lhe pegou nos braços e disse: "Vou-lhe contar uma coisa triste: seu querido Bon-Papa morreu, mas não é preciso chorar. Ele está junto da esposa, na luz de Deus". Assim mesmo, foi para ela um grande choque, do qual nunca se esqueceu.[5]

A morte de seus avós paternos fez com que seu tio Pedro de Alcântara e sua mãe, partilhassem os bens entre os dois ramos da família. Pedro de Alcântara ficava como Castelo d'Eu, e a família de Pia Maria no Palacete de Boulogne, o que satisfazia a ambas as partes.[5] Havia uma espécie de acordo entre sua mãe e seu tio Pedro de Alcântara, para que os primos não perdessem o contato. Em domingos alternados, Isabel (Bebelle), Pedro Gastão (Pedrinho) e Francisca (Chica) iam a Boulogne e em outros domingos Pia Maria e seus irmãos iam ao Castelo d'Eu.[6]

A Família Imperial Brasileira, Pia Maria é uma das crianças de roupa escura, ela está no colo de sua mãe, D. Maria Pia.

Maria Pia levava muitas vezes Pia Maria e seus irmãos em casa de brasileiros fiéis que tinham seguido a família imperial no exílio. Visitavam a Baronesa de São Joaquim que morava num apartamento no quarteirão Scheffer. Outras vezes iam na casa da Condessa Pereira Pinto, depois em casa de sua filha, a Condessa de Montlaur. Toda essa gente brasileira morava no 16º distrito em grandes apartamentos. Sua mãe procurava assim, apesar da morte seu pai, depois dos avós, manter contato com todos os elementos brasileiros presentes em Paris.[7]

Juventude[editar]

Tentativa de casamento[editar]

Em uma viajem de Pia Maria com sua mãe e seu irmão Pedro Henrique, a Pianore, na Itália, visitar sua tia Maria Antônia de Bragança, Duquesa de Parma, que os esperava na estação de Viareggio. a quem Pia Maria o descreveu: "Ela era alta, magra, tinha os cabelos bem negros e usava um grande gorro que acentuava mais sua fisionomia". Ela foi com com seu filho Xavier e a esposa de seu caçula, Margarida de Thurn e Taxis.[8] Chegaram rapidamente ao castelo, onde os esperavam ainda Luís, Madeleine de Bourbon-Busset, esposa de Xavier, e em enfim Henriqueta.[9]

Mais tarde, à noite, chegaram Duarte, Duque de Bragança e suas irmãs Filipa e Maria Adelaide. Logo eles compreenderam que a Duquesa de Parma e Maria Pia tinham pensado que, talvez, Maria Adelaide pudesse agradar a Pedro Henrique, e que Duarte e Pia Maria formaríam um bom par.[10]

Foram organizados grandes passeios que os permitiram admirar as maravilhas de Toscana, mas logo viram que não éram feitos uns para os outros, o que os permitiu continuarmos apenas bons primos e aproveitar a bela estada sem intenções ocultas.[10]

Princesa Imperial[editar]

Em 1931 seu irmão do meio, Luís Gastão, a quem era carinhosamente chamado pela família de "Boubou", ficou doente e morre 8 de agosto.[11] Foi um choque enorme para a família, que nunca se recuperaria desse acontecimiento. Tornando-se Pia Maria assim pretedente ao título de Princesa Imperial do Brasil, como herdeira presuntiva de seu irmão.[12]

Pedro Henrique, Chefe da Casa Imperial do Brasil foi convidado ao casamento da Infanta Beatriz da Espanha com Alexandre, 5º Príncipe Torlônia de Civitelli-Cesi. Pia Maria como Princesa Imperial e herdeira de seu irmão foi lhe representar no casamento. Ela foi convidada para almoçar com o rei da Espanha, Afonso XIII, esse que tinha uma grande admiração por sua mãe. Pia Maria sentou-se à esquerda do rei, do outro lado, seu vizinho era o Infante João, Conde de Barcelona, seu futuro primo e pai do rei João Carlos I.[13] Mais tarde Pia Maria fez uma visita ao Rei e a Rainha da Itália, Vítor Emanuel III e Helena de Montenegro, e no dia seguinte, os Príncipes do Piemonte, Humberto e Maria José da Bélgica.[14]

A Juventude de Pia Maria foi fazendo grandes viagens para visitar os familiares que tinham perdido o contato durante a guerra. Foi a Suíça, Alemanha, Áustria, Hungria, Polônia, Inglaterra e voltou de novo a Itália para o casamento de sua prima, Maria das Mercedes das Duas Sicílias com o Infante João, Conde de Barcelona.

Em 1937, Pia Maria junto as suas primas Bourbons, foi dama de Honra do casamento de seu irmão, Pedro Henrique, com a Princesa Maria Isabel da Baviera. O casamento teve lugar na Capela do Palácio de Nymphenburg, em Munique, na Alemnha. No dia 6 de junho do ano seguinte, nasceu o primogénito do casal, Luíz Gastão, que rebeu esse nome em homenagem ao avó D. Luís e ao tio, Luís Gastão. Luíz tornou-se o herdeira aparente de seu pai, passando a ser o novo pretedente ao título de Príncipe Imperial do Brasil, que até ai pertencia a sua tia, Pia Maria.[15]

Vida adulta[editar]

Quando estourou a Segunda Guerra Mundial, Pia Maria e sua mãe residia no Mas-Saint-Louis, propiedade de sua mãe, em Mandelieu, no Sul da França. Desde o inicio dos esforço de guerra, Pia Maria trabalhou com enfermeira voluntaria da Cruz Vermelha, ao mesmo tempo em que cuidava de sua mãe, que estava sofrendo de uma doeça, que aos poucos, vinha tirando sua visão.

Em 1946 as cartas de Pedro Henrique chegavam regularmente. Elas terminavam quase sempre pedindo para elas ir com ele ao Brasil. Pia Maria sempre tinha tido muita vontade de conhecer o seu país. Já sua mãe não dizia nem que sim, nem que não. Um belo dia, ela se decidiu e foram a Paris reservar uma cabine no "Campana" que deveria deixar Marselha no mês de setembro. Pia Maria e sua mãe ficarão no Brasil de setembro de 1946 a janeiro de 1947. Mais voltaria várias vezes ao Brasil.[16]

Casamento[editar]

Em 1948 o tio de Pia Maria, Fernando Pio, Duque da Calábria, estava planejando com sua mãe, um encontro entre Pia Maria e o Conde René de Nicolaÿ. Fernando então convidou Pia Maria e sua mãe para ir até Locarno e fizeram com que eles se encontrasse. A identidade de pensamentos os aproximou, e sua mãe o convidou a Mandelieu. Ficaram noivos dois meses depois. O casamento foi celebrado pelo cardeal Grente, da pequena capela do arcebispado de Paris, em 12 de agosto de 1948.[17] O casal se mudou para o Castelo do Lude, onde o marquês de Talhouët-Roy, avô materno de René, os esperava. Seus grandes olhos azuis se fixaram neles com uma terna emoção. Tomou suas mãos e as segurou entre as suas. Tinha 92 anos e não sobreviveu mais que dois meses, depois da morte do avô de René, houve uma reunião na grande sala de jantar, com toda a criadagem. Margarida de La Raudière, que tinha administrado aquela casa durante a guerra, voltou-se para Pia Maria e disse: "Pia, cabe a você recomeçar...". O casal tiveram dois filhos.[18]

Vida posterior[editar]

Pia Maria e René foram ao Brasil, deixando seu filho Louis Jean aos cuidados de sua mãe, no Lude. Foi uma estada curta, mas René pôde conhecer bem o belo país de sua esposa. Um amigo de Pia Maria, Falcão, os levaram até o Rio São Francisco, onde por, curiosa coincidência, Falcão encontrou, na beira da água, uma pequena moeda com a efígie do Bisavô de Pia Maria, D. Pedro II, que deu a René como lembrança de viagem. Como René não podia ficar mais tempo ausente, no fim de um mês, voltaram para a França.[19]

Pia Maria esteve de volta ao Brasil em 1953, quando o governo brasileiro, fiel à memória de sua avó, a Princesa Isabel, que tinha assinado a lei da abolição da escravatura, pedia autorização para trazer para o Brasil os restos mortais dela e do Conde d'Eu. A Embaixada do Brasil mandou perguntar se alguns membros da família desejariam acompanhar os despejos mortais. A mãe de Pia Maria não estava em condições de saúde para suportar uma tal viagem, embora fosse a única sobrevivente da geração dos filhos do casal. Os outros netos já estavam no Brasil ou em Portugal. Não restávamos senão Isabel, Condessa de Paris e Pia Maria. De comum acordo, decidimos representar a família.[20]

Partiram seguindo a viatura mortuária até o Havre. O crazudo "Barroso" estava acostado. Desceram os esquifes e enquanto esperávamos, Monsenhor Doyen, o dedicado secretário da Sociedade de Dreux, aproximou-se de mim e disse: "O corpo do conde d'Eu está intacto. Pude constatar pela janela de vidro da tampa do caixão". Foi um choque terrível para Pia Maria. René tentou em vão a consolar e enxuga as suas lágrimas. Enfim, um grupo de marinheiros subiu com os esquifes a bordo, enquanto que o apito do "Barroso" soava prestando honras militares. Henrique, Conde de Paris e Chefe da Casa Real Francesa e René, Conde de Nicolaÿ, se retiraram e as duas foram levadas às suas respectivas cabinas.[21]

Fizeram um escala em Tenerife, na Grande Canária. O governador foi lhes convidar para visitar a ilha. Um farto almoço as esperava aos pés do monte Teide, vulcão extinto. Depois, através dos bananais, alcançam o jardim botânico, de mil plantas e árvores exóticas. Fomos levadas à outra extremidade da ilha, na esperança de ver o raio verde. Mas havia bruma e não viram o famoso raio. Enfim, já à noite, visitaram um orfanato mantido por religiosas. Voltaram ao mar no dia seguinte. Entrando na Baía de Guanabara. O almirante as fez subir no torreão, ao seu lado. Nos barcos, os marinheiros em posição de sentido nas retrancas, e um silêncio impressionante. Em seguida, depois da missa, houve um interminável desfile, a que compareceu grande parte da população negra do Rio de Janeiro.[22]

Não podiam ficar muito tempo longe dos filhos, e voltaram de avião. Henrique e René esperavam em Orly.

Viúvez[editar]

O Conde René contraiu uma súbita e violenta doença, vindo a falecer prematuramente, em Paris, no dia 25 de novembro de 1954. Viúva aos quarenta e um anos de idade e com dois filhos pequenos situação análoga à de sua mãe, três décadas antes, Pia Maria assumiu a administração do Castelo de Lude, transformando-o em uma grande atração turística, famoso por seus espetáculos de som e luz, que atraem centenas de visitantes, todos os anos.[23]

No Brasil, em 1949, Pedro Henrique se mudara de Petrópolis para o Rio de Janeiro; e em 1952 conseguiu adquirir uma fazenda em Jacarezinho, no interior do Paraná, para onde se transferiu com toda a família. A fazenda progrediu e garantia-lhes um sustento honrado. Sua mãe se animou em conhecer a fazenda, e a convidou a ir com ela. A viagem foi feita, desta vez, de avião. Do Rio de Janeiro foram a São Paulo, sempre amavelmente recebidas por seus amigos. Seguiram de trem para Jacarezinho. Em Jacarezinho, sua mãe teve a alegria de rever seu irmão o Príncipe Gabriel, que lá também tinha se instalado com sua esposa, a Princesa Cecília Lubomirska, e as crianças. Pedro Henrique queria que sua mãe fosse morar com eles no Brasil. Mas ela não queria deixar Pia Maria a sós com seus filhos, nem a sua irmã, a Princesa Maria Josefina, que era solteira. Além disso, continuava com pavor de morrer e ser enterrada longe de seu marido. E as dificuldades para trasladar os restos mortais da Família Imperial eram grandes: o custo era enorme e havia o problema da transferência para o exterior da obra de arte, que era a estátua jacente de Luís, de autoria de João Magrou, com o que o governo francês dificilmente concordaria.[24]

Últimos anos e morte[editar]

Mesmo da França, Pia Maria acompanhava, atentamente, a tudo o que acontecia no Brasil, mantendo extensa correspondência com seu irmão, e com muitos amigos e monarquistas brasileiros. Ela também fez diversas viagens à Pátria, com especial destaque para quando foi em 1977, para as comemorações do 40° aniversário de casamento do seu irmão.[25]

Ao longo de sua vida, Pia Maria recebeu as seguintes honrarias, todas francesas: Ordem de Mérito Nacional, Oficial da Ordem de Artes e Letras e Dama da Ordem de Legião de Honra da França.

Pia Maria, faleceu em 24 de outubro de 2000, aos oitenta e sete anos de idade no Castelo do Lude.[26]

Descendência[editar]

Imagem Nome Nascimento Notas
Louis-Jean de Nicolaÿ.jpg Louis Jean 18 de setembro de 1949 Marquês de Goussainville, Conde de Nicolaÿ é um político, prefeito de Lude e senador do departamento de Sarthe, casou-se em 23 de agosto de 1980 em Luxemburgo com a Condessa Barbara d'Ursel de Bousies, filha do Conde Michel Alfred d'Ursel de Bousies. Com descendência.
Blason de la Maison de Nicolaï.svg Robert Marie 17 de fevereiro de 1952 Conde de Nicolaÿ, ocupou vários cargos no governo francês e chegou ao posto de Ministro de Estado, casou-se em 5 de fevereiro de 1983 em Paris, com a Princesa Nathalie Murat, descendente de Joaquim Murat e Carolina Bonaparte irmã de Napoleão Bonaparte. Com descendência.

Ancestrais[editar]

Referências

  1. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 43 
  2. «Princess Pia of Orléans e Bragança: Genealogics». www.genealogics.org. Consultado em 6 de fevereiro de 2022 
  3. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 46 
  4. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 54 
  5. 5,0 5,1 Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 56 
  6. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 58 
  7. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 60 
  8. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 108 
  9. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 109 
  10. 10,0 10,1 Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 110 
  11. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 83 
  12. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 84 
  13. Les temps, de ma Mère. Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. 1988: ... p. 120 
  14. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 121 
  15. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 153 
  16. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 209 
  17. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 222 
  18. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 223 
  19. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 224 
  20. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 226 
  21. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 227 
  22. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 132 
  23. The Royal House of Stuart, London, 1969, 1971, 1976, Addington, A. C., Reference: page 50.
  24. Les temps, de ma Mère (1988). Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva. Rio de Janeiro: ... p. 233 
  25. «Brazil4». www.royalark.net. Consultado em 6 de fevereiro de 2022 
  26. «Pia Maria de Orléans-Bragança e Borbon». www.thepeerage.com. Consultado em 6 de fevereiro de 2022 


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