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Rubem Penz

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki


Rubem Penz
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Nome completo
Nascimento 22 de agosto de 1964
Porto Alegre,  Rio Grande do Sul
Morte
Nacionalidade brasileiro
Alma mater UFRGS
Ocupação
Página oficial
http://rubempenz.net
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Rubem Penz (Porto Alegre, 22 de agosto de 1964) é escritor, baterista, publicitário e compositor brasileiro.

Biografia[editar]

Filho de Rubem Paulo Penz e Isolde Renate Seth Penz, Rubem estudou no Colégio Anchieta de Porto Alegre. Graduado em Educação Física pela Escola Superior de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, cedo foi exercer a profissão de redator em publicidade, a qual foi interrompida para ocupar uma das direções de empresa familiar. Em 2013 voltou a ser sócio da Profit, Consultoria Comunicação e Marketing [1], agência que ajudou a fundar em 1991, permanecendo até 2017. Desde 2008 integra o grupo de escritores que promove oficinas, palestras e shows no programa SESC Cultura por toda parte, SESC-RS. Foi Vice Presidente Cultural da Associação Gaúcha de Escritores (AGES) entre 2012 e 2015. Foi membro do Conselho Editorial do Instituto Estadual do Livro de 2014 a 2018 e compôs o Júri do Prêmio Açorianos de Literatura em 2016 na categoria "Crônica". Ministra o módulo presencial do gênero "crônica" no Curso de Formação de Escritores Metamorfose e, em EAD, a oficina ESCREVENDO CRÔNICAS ON-LINE.

Literatura[editar]

Tornou-se escritor tardiamente – seu primeiro livro individual foi lançado passado dos 40 anos, inicialmente no blog Rufar dos Tambores, finalista do I Prêmio Gaúcho de Arte Eletrônica [2], categoria Literatura. O Y da questão e outras crônicas (Literalis, 2007), obra finalista dos prêmios Açorianos de Literatura 2007 [3] e Livro do Ano da Associação Gaúcha de Escritores (AGES), reuniu textos publicados nos jornais Zero Hora, Diário de Viamão, Diário da Fronteira, Comunidade News (EUA) [4] e revista Bem-me-quer, publicação da Associação de Diários do Interior do RS, encartada em 17 jornais do Rio Grande do Sul. O segundo livro individual, Inter Pares (Literalis, 2011) foi uma encomenda do escritório Faraco de Azevedo Advogados [5] em seus 60 anos. Esta obra venceu a categoria “Livro Texto” no 7º Prêmio Gaúcho de Excelência Gráfica [6], obteve bronze na categoria “Capa de Livro ou Caderno” do Prêmio Colunistas Design Rio Grande do Sul 2011 [7] e prata na categoria “Design Gráfico e Promocional” do 37º Salão De Propaganda (ARP) [8]. O terceiro livro individual é Enquanto Tempo (BesouroBox, 2013), o quarto é Greve de Sexo e outras crônicas (Buqui, 2016), obra que reúne textos publicados entre 2012 e 2013 no Metro Jornal Porto Alegre, onde assina a coluna semanal “Crônicas de Botequim”, e o quinto livro é Hoje não vou falar de amor e outras crônicas (Metamorfose, 2019). Rubem Penz assina uma crônica quinzenal na revista eletrônica RUBEM [9].

Foi aluno da oficina de crônicas de Valesca de Assis e, em 2009, organizou junto com ela a antologia Ponto de partilha 1 (Kalligraphos, 2009). Também cursou a oficina literária da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul ministrada pelo professor Luiz Antônio de Assis Brasil, organizando ao lado do colega e escritor Robertson Frizero a antologia Pedra, papel e tesoura, contos de oficina 38 (Bestiário, 2007). Ministra oficinas de crônicas desde 2009 e, a partir de 2010, passou a conduzir a oficina Santa Sede, crônicas de botequim, a qual já publicou sob sua organização as antologias Santa Sede, crônicas de botequim Safra 2010 (Literalis, 2010), Safra 2011 (Fábrica de Leitura, 2011), Safra 2012 (Literalis, 2012), Safra 2013 (Buqui, 2013) e Safra 2014 (Buqui, 2014). Também organizou e escreveu pela Santa Sede o livro tributo a Antônio Maria chamado Maria Volta ao bar [10] (Buqui, 2014), projeto que o levou ao Programa do Jô [11], de Jô Soares (Rede Globo). Também assina a organização dos livros Moraes da História (Bestiário, 2012) e Dicionário Coletivo do Cotidiano Particular (Bestiário, 2014), antologias das oficinas de literatura Clube de Mães Vila Assunção. Publicou na Revista Artesesc (SESC-RS) os artigos O que a baiana tinha como ninguém (Revista nº 5), Rubem Braga, o cronista que veio da lágrima (Revista nº 13) e Sobre crises e oportunidades (Revista nº 14). Também na Revista VOX, do Instituto Estadual do Livro (IEL), os artigos A janela pela qual a literatura contempla o cotidiano (Revista 1, ano 1) e Anjos e outros demônios (Revista nº 5, ano 3).

Música[editar]

Na música, é baterista do Grupo Versão Brasileira desde 1987, juntamente com Antônio Xavier (guitarra), Felipe Braga (sax) e Marcelo Leal (baixo). O grupo se apresentou nas principais casas de jazz de Porto Alegre a partir do final dos anos 1980, tais como Bar Opinião, Espaço IAB, Blue Jazz, Café Concerto Majestic da Casa de Cultura Mário Quintana e Music Hall, além do Heineken Jazz Festival de 1994 e das cerimônias de entrega do Prêmio Açorianos de Literatura dos anos de 1997 e 1999. Em 2000, o grupo lançou o álbum Passatempo com temas autorais, de Marcelo Corsetti, Paulo Dorfman e Bethy Krieger. Também foi baterista do Luizinho Santos Quarteto e Sexteto, do Quinteto Elástico. Hoje, além do Grupo Versão Brasileira, atua no grupo Mojave. Com os músicos Maurício Marques e Dudu Sperb excursionou pelo SESC com o show Filosofia – cem anos de Adoniran e Noel, tributo aos sambistas Adoniran Barbosa e Noel Rosa. Como compositor, tem as seguintes obras em parceria com o contrabaixista Dudu Penz [12], gravadas pela cantora suíça Anne-Florence Schneider no álbum Donaflor (2010) [13]: Sambou, tá novo!, Amor platônico, Boa noite, Em frente ao mar e Frevo de quatro folhas. Em parceria com o baixista Marcelo Leal, tem gravada a música Esperança no álbum Mãe e filha (2012). Em parceria com o músico Marcelo Delacroix, o tema Folia do Divino está no álbum Canções para voar (2013), interpretada por Vanessa Longoni e Danilo Caymmi, e no álbum Tresavento (2019), interpretada por Marcelo Delacroix. Em parceria com Cláudio Vera Cruz tem a música Vertigem no álbum Vagalume (2014).

Referências

Ligações externas[editar]

  • Página da Associação Gaúcha de Escritores (consultada no dia 7 de fevereiro de 2016)
  • Página Rufar dos Tambores (site oficial, consultado no dia 7 de fevereiro de 2016)


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