Welcome to EverybodyWiki ! Sign in or sign up to improve or create : an article, a company page or a bio (yours ?)...


Santuário Nossa Senhora da Conceição Montesina

Da wiki EverybodyWiki Bios & Wiki
Ir para: navegação, pesquisa


Searchtool.svg
Esta página foi marcada para revisão, devido a incoerências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a coerência e o rigor deste artigo.
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde Dezembro de 2008). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Fachada do Santuário
Entrada principal do Santuário da Virgem Montesina

O Santuário Diocesano de Nossa Senhora da Conceição Montesina é uma igreja católica que foi construída no século XVIII, por romeiros e tropeiros. Localiza-se no distrito de Aparecida do Monte Alto, cerca de 20 km do centro da cidade brasileira de Monte Alto. O templo já sofreu dois incêndios. O primeiro ocorreu no ano de 1875, quando ainda era uma choupana de palha. E o segundo ocorreu no ano de 1932, por meio de bombardeios decorrentes da Revolução Constitucionalista. Nos dias de hoje, o santuário é um dos mais visitados do Estado de São Paulo.

Origens[editar | editar código-fonte]

Nossa Pátria era independente de Portugal fazia 24 anos, pela Proclamação da Independência. Reinava no Império do Brasil sua Majestade Imperial Dom Pedro II, que assumira o trono em 1842, sendo coroado segundo imperador do Brasil. A capital do Império era o Rio de Janeiro. No sertão paulista, do lado de baixo do Rio Grande pouca coisa Havia a não ser algumas tribos indígenas que habitavam os vales e as beiras dos riachos. O noroeste paulista tinha grandes fazendas que deram origem a grandes cidades; estas fazendas eram adquiridas por Cartas de Sesmarias (terreno inculto ou abandonado que os Reis de Portugal concediam a quem os quisesse cultivar) que o governo imperial concedia a pessoas que prestavam alguns serviços ao Rei ou à Corte ou para descendentes de nobres que desejavam formar propriedades. Do lado paulista do Rio Grande estavam as melhores terras despertando interesse para a agricultura de quem as viesse conhecer.

Morava nesta região Flávio Antônio de Oliveira, à beira do Rio da Onça, com sua família, seus escravos e colonos que viviam dos frutos da terra. Estes colonos eram compostos por homens portugueses casados com índias que eram aqui chamadas de “bugres” e que habitavam o pé da serra da Brôa onde hoje fica o bairro da Água Limpa e também casados com escravas compradas como esposas, pois naquela época somente os homens entravam para desbravar o sertão e acabavam faltando as mulheres. Mas não faltaram também mulheres lusitanas que acabaram se casando com “bugres”. Segundo depoimentos, antigos moradores afirmavam: “Minha avó foi caçada a laço”, para dizer que a avó era uma índia e que não tinha contato com a civilização.

Havia uma colônia perto do Rio da Onça composta por 6 casas de madeira e o casarão da família Oliveira, feita em alvenaria e madeira. Assim era a sede da Fazenda Lagoa.

Por volta do ano de 1846, Flavo Antônio de Oliveira foi acometido de uma doença que lhe ameaçava a vida. Pela localização de sua casa podemos deduzir que se tratava de febre amarela ou febre tifóide que tantas vítimas fizeram nesta região naqueles tempos. Estando sua vida ameaçada pela enfermidade e sem os recursos da medicina neste sertão paulista, recorreu à proteção de Nossa Sra. da Conceição representada na bela imagem que possuía em seu oratório particular. Fez-lhe uma promessa de construir uma capela para que fosse cultuada por todos e de doar metade de sua fazenda para formar um patrimônio em torno da mesma. Foi prodigiosamente curado.

Vendo-se atendido em suas súplicas, graças à intercessão de Nossa Sra. da Conceição, tratou logo de cumprir a promessa feita como afirmavam os testemunhas deste fato histórico: Dona Antônia Maria de Souza e seu filho Prudente José de Siqueira proprietários da fazenda Pampoam desde 1855, sendo descendentes do bandeirante paulista Bartholomeu de Siqueira. Daquele momento em diante Flávio Antônio de Oliveira além de grande devoto de Nossa Sra. da Conceição, tornou-se grande propagador desta devoção.

A primeira Capela Votiva[editar | editar código-fonte]

Nave Central do Santuário

Tendo ocorrido o prodígio da cura em 1846, Flávio Antônio de Oliveira construiu a primeira capela votiva e fez a doação de metade de suas terras em documento manuscrito ( mais ou menos 90 alqueires ).

A primeira cerimônia religiosa deu-se no dia da festa Imaculada Conceição de Maria, a 8 de dezembro de 1848. Neste dia foi entronizada nesta capela votiva a branca Imagem da Senhora da Conceição e foi dada a bênção do largo de onde surgiria um povoado em sua honra e foi levantado o primeiro Cruzeiro no adro. Reza o livro das “Crônicas do Povoado e Capella de Nossa Senhora da Conceição” - Capelinha do Patrimônio 1845 a 1891.

<poem>

“ Era o dia oito do mês de dezembro do ano de Nosso Senhor de 1848 na Fazenda denominada de Lagoa tinha muitas pessoas reunidas no largo onde se ia benzer a nova Capella em honra de Nossa Senhoura de Conceição.O Revmo. Padre Capelão tinha vindo da cidade de Jabuticabal para dizer missa de desobriga. Na frente da nova Capella foram erguidos bonitos arcos de bambu amarelo com bandeirolas coloridas porque era dia de festa e várias famílias de muitas gentes já esperavam começar.

No largo e na baixada tinha já doze carros de boi e carroçãos das famílias dos sítios da redondeza que eram os filhos de José Joaquim Cavalheiro os Antunes, a família do Capitão Cândido Pereira , a família dos Gonçalves de Souza, os parentes dos Castilhos, os Souza, os Queiróz, a parentagem dos Oliveira e algumas gentes caboclas da serra e uns mulatos que mascatiavam pôr aly.

O Revmo. Padre confessou alguns fieis ás 09 horas mais ou menos começou a dizer a Sancta Missa. O altar da dita Capella foi enfeitada pôr Dona Alicinha a parteira, com maços de alecrim e jasmim para perfumar a Sancta, com vellas de cera de pau e lamparinas de azeite de todas as cores, as toalhas de linho foram bordadas pelas irmãs Rita e Maria Baptista. A Sancta foi trazida antes da reza da casa do seu Flávio Antônio de Oliveira e colocada em cima do altar de pau pois estavam cumprindo promessa feita à dita sancta, que se não fosse Ella o tal Flávio teria morrido a muito tempo. Dona Alicinha poes na tal Sancta um lindo lenço de seda que era véo do seu casamento.

Quando o Padre terminou de dizer a Sancta Missa foi benzida o cruzeiro de madeira que foi erguido na frente da Capella e depois benzeu o largo. O Padre palestrou falando que o seu Flávio deu para a Sancta umas datas de terra de sua propriedade desde o alto do espigão até às beiras do Ribeirão da Onça para formar patrimônio e nascer um povoado neste arraial da Lagoa. Os homens que estavam na festa deram vários tiros para o alto de espingarda e garrucha para comemorar o acontecido enquanto gritavam vivas para a Sancta Milagrosa. Todas as gentes que aly estavam comeram das comidas e os assados com quitutes debaixo dos arvoredos da casa do Antônio Souza e foram feitas várias fornadas de pão e biscoitos de polvilho. Pela tardinha teve a reza do terço cantado e as ladainhas enquanto ainda tinha sol e depois os que aly estavam voltaram para seus sítios e moradas”.

</poem>

Esta primeira capela votiva era feita de taipa de pilão, de pau a pique e coberta de sapé e ficou desta forma até 1865.

A segunda Capela Votiva[editar | editar código-fonte]

Capela do Santíssimo

Com o passar dos anos a capela construída por Flávio Antônio de Oliveira tornou-se pequena para abrigar os devotos que recorriam a Nossa Sra. da Conceição especialmente nas festas de 8 de dezembro, como era no início.

Em 1865 foi construída a segunda capela votiva com a ajuda de Prudente José de Siqueira e Manoel Lopes, bem maior que a primeira, de pau a pique, com telhas de barro sendo assoalhada com tábuas de madeira tendo as paredes caiadas. Esta igreja construída em madeira e barro tinha forro de tábua de madeira. Era composta por uma nave onde ficavam os bancos e duas laterais separadas por colunas de madeira ficando o telhado com duas águas no centro e uma água de cada de cada lado, bem ao estilo colonial. As portas e janelas eram de madeira. Havia no interior um pequeno coro com escada em madeira. Na entrada, à direita, ficava a pia Batismal, de mármore branco. O altar por sua vez era em madeira pintado de azul e branco tendo ao centro a Senhora da Conceição ( a original ) e dos lados as imagens de São Sebastião e do Divino Espírito Santo. As demais imagens dos santos ficavam nas laterais em pequenos suportes de madeira fixados nas paredes pintados de branco. Ao lado esquerdo do presbitério estava a sacristia onde se guardavam as alfaias litúrgicas e os livros de registros de terras, de batizados, de casamentos e de crônicas do lugar ( tombo ) e do lado direito estava o púlpito de pregação.

Dentro do estilo colonial esta segunda Igreja naquela época era bem grande e bonita para abrigar os devotos que cada vez aumentavam mais a “fama dos milagres da Senhora da Conceição”. Ao lado direito do altar havia uma pequena sala onde eram colocados os ex-votos trazidos pelos romeiros em cumprimento de promessas por graças alcançadas.

Esta nova capela de Nossa Sra. da Conceição era procurada pelos fazendeiros e colonos das fazendas vizinhas onde se casavam, batizavam seus filhos e onde faziam suas súplicas, promessas e devoções. Todos os anos no dia 8 de Dezembro festejavam, depois de uma novena, a padroeira da “Capela do Patrimônio” ou “Capela da Conceição” como era chamado o lugar. Perto da capela, a uns cem metros acima, foi construído o primeiro cemitério público que ali ficou até 1924. Daí que a capela era usada também para as cerimônias de exéquias. Foi o primeiro prédio público da região.

A passagem do Imperador[editar | editar código-fonte]

Consta na história do Santuário que o Imperador do Brasil Dom Pedro II, ao passar por esta região, passou pela Capela da Senhora da Conceição (Padroeira de Portugal e Colônias de Além-Mar), venerou a Imagem da Padroeira e doou o primeiro sino de bronze, com o brasão de armas da Monarquia, que existe até hoje no santuário. Este sino foi enviado pelo Ministro do Interior e dos Cultos do império. As crônicas desta passagem de sua Majestade Imperial foram destruídas pelo incêndio que destruiu o Santuário em 1898, queimando o registro de terras e de tombo do lugar. Restou apenas a tradição oral. A caravana do Imperador descansou no povoado, onde descansaram os animais no “ Pasto da Santa”, local atrás da capela onde os romeiros deixavam os bois e os cavalos descansar pois vinham em carros de bois ou a cavalo para as festas. Iam a caminho do Palácio Imperial de Avanhandava. Passou também o Conde D’Eu, esposo da Princesa Isabel, rumo aos campos de batalhas quando o Brasil estava em guerra com o Paraguai. O famoso Visconde de Taunay passou pelo povoado documentando o que aqui existia, especialmente quando em seus registros fala “dos fazendeiros da região e da família Castilho”.

Sabe-se que o Imperador contribuiu para a ampliação do Santuário da Senhora da Conceição, tendo patrocinado também a Capela de Planalto que na época se chamava Vila de São Gerônimo e de outras capelas por onde passou rumo à Vila de São José do Rio Preto.

Como sinal desta passagem ficou o sino, a padroeira e o movimento monarquista. Esta região não aceitou a proclamação da República enviando reforços para a Revolução do Ribeirãozinho em 1902 que, chefiados por Joaquim Matheus Corrêa, quiseram restaurar a monarquia onde dois mil homens incentivados por Ferreira Castilho reuniram-se na praça da Matriz de São Sebastião do Ribeirãozinho, apoiados pelo Padre, prenderam o Prefeito, destituíram o delegado e prenderam toda a guarda; confiscaram a torre da igreja, prenderam o sacristão, badalaram os sinos, à vontade, o que servia de comunicação entre eles. Por ser fim de linha férrea, estacionaram um trem completo: maquinista, foguista, biqueiro e os passageiros do trem, tomaram a estação e hastearam a Bandeira do Império. Colocaram o canhão na praça e enviaram um trem com 400 voluntários rumo a Araraquara para interceptar as forças republicanas liderados por Bernadino Botelho e Toledo Lara. Depois de derrotados e presos foram reunidos em Araraquara enviados para São Paulo e daí para a capital federal o Rio de Janeiro, onde foram julgados e processados. Entre eles estavam Ferreira Leite, Soares Fagundes e Amaro Leite, de famílias deste povoado.

A Notícia se espalha e a devoção aumenta[editar | editar código-fonte]

Missa presidida pelo Pe. Altair Tonon no Santuário da Virgem Montesina
Missa presidida pelo Pe. Altair Tonon no Santuário da Virgem Montesina em 19/12/2015

A notícia da Santa Virgem se espalhou pela região e aos poucos todos sabiam da Capela e da “Santa” ( como assim chamavam a imagem ). Aos poucos começou ser o lugar de peregrinação para fazerem seus pedidos e cumprirem suas promessas. Todos os anos a festa se repetia com as rezas do rosário com ladainhas e a novena tendo também o leilão de prendas e assados. Muitos fazendeiros vinham para a festa com seus colonos e escravos em carros de boi onde traziam suas prendas para a festa sendo sacas de café, arroz, galinhas e cabeças de gado. Acampavam ao lado da Capela e montavam barracas ao lado dos carroções, soltando os bois num lugar chamado de “Pasto da Santa” onde havia relva e água fresca, à beira do Ribeirão da Onça. A Senhora Dona Rita Baptista da Fazenda Carretão de Jaboticabal, por ter recebido uma graça da Senhora da Conceição foi uma das pioneiras nestas peregrinações que vinha com seu carro de bois seguida de seus colonos, trazendo prendas para a festa. Pela estrada onde passava iam se ajuntando outros colonos e promesseiros ao bando de Rita Baptista que vinham todos a pé como sinal de devoção. Assim começou a peregrinação a pé do dia 7 para o dia 8 de setembro, como existe até hoje. A Capela pertencia à Igreja de Nossa Senhora do Carmo de Jaboticabal que pôr sua vez pertencia à paróquia de São Bento de Araraquara da diocese de São Paulo. O primeiro Bispo a vir pôr está região e que tomou conhecimento da Capela Votiva da Senhora da Conceição, foi o Ex.mo. Senhor Dom Lino Deodato Rodrigues de Carvalho Bispo de São Paulo, que em visita pastoral à paróquia de Nossa Senhora do Carmo de Jaboticabal em 1893, veio até a “Capela do milagroso Senhor Bom Jesus do Monte Alto” e que posteriormente elevou a referida Capela a “Santuário Perpétuo” e nesta ocasião recebeu um grupo de fazendeiros que tendo participado da crisma por ele realizada quiseram levá-lo para conhecer a Capela da Senhora da Conceição. Não podendo se deslocar de Monte Alto, mandou o padre Claro Monteiro do Amaral para visitar a referida Capela. A população local pensava que viesse o bispo diocesano e preparou uma recepção calorosa.

O Padre visitou a Capela e viu as manifestações de fé e devoção prestada a imagem da Senhora da Conceição e, ao voltar, deu conhecimento ao bispo diocesano de tudo quanto havia no lugar. Este padre já havia sido vigário de Aparecida do Norte e conhecia bem as expressões de fé e devoção popular.

O bispo, por sua vez, diante das maravilhas citadas concedeu para a Capela o título de “Santuário Local” no dia 6 de setembro de 1893; concedeu também a autorização para que celebrassem a festa Patronal no dia 8 de setembro, festa da Natividade da Virgem Maria.

O rapto da Venerável Imagem[editar | editar código-fonte]

Ficheiro:Romaria dos Cavaleiros 2015.jpeg
Todo ano, mais de 2 mil cavaleiros de todo o Estado de São Paulo (segundo a contagem feita pelo Santuário) cavalgam até o Santuário para receberem a benção da Virgem Montesina na Romaria dos Cavaleiros. Na foto, podemos ver a Romaria dos Cavaleiros de 2015. (Foto: Lister Ogusuku Ribeiro)

Por volta do ano de 1894, segundo o depoimento do então presidente da Câmara, Sr. Coronel Alcaluz Júnior, no fim de maio, cerca de 500 cavaleiros armados de carabinas, revolveres e facões invadiram a cidade de Monte Alto que, tomada de surpresa, não reagiu. Vinham estes cavaleiros indignados com o roubo da imagem de Nossa Sra. da Conceição da capela do lugarejo. Em 25 de agosto de 1891 foram nomeados fabriqueiros da capela Nossa Sra. da Conceição, pelo Cônego Núncio Grecco, Vigário encomendado da paróquia de Jaboticabal, o Sr. Joaquim Manoel da Cunha para presidente, Antônio Castellano para secretário e Francisco Alves Ferreira para tesoureiro.

Segundo depoimentos, Antônio Castellano foi acusado como autor intelectual do roubo, por ter acesso à Venerável Imagem que vivia cheia de jóias deixadas pelos romeiros em suas mãos e no seu manto, presas por alfinetes. A própria imagem era policromada a ouro, usava coroa, brincos, colares e anéis. Os cavaleiros souberam que a imagem havia sido abandonada na Matriz do Senhor Bom Jesus pois, Antônio Castellano havia se arrependido de tamanha irreverência. Conta a tradição que Antônio Castellano devolveu a Santa Imagem porque, em sua casa, todos começaram a ficar doentes e as criações começaram a morrer. Por isso, tratou logo de se livrar da mesma. Os cavaleiros arrebataram a imagem e retornaram ao povoado soltando tiros de revolveres e cartucheiras, ao passar pelo alto da serra, para avisar que já tinham em seu poder a imagem da padroeira. De regresso, os cavaleiros que eram todos da região colocaram a Santa Imagem em seu lugar, realizando uma grande festa em seu louvor demostrando assim a sua alegria pelo seu retorno. Este incidente histórico renovou ainda mais a fé e devoção à Virgem e Senhora da Conceição do Monte Alto.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Erro Lua em Módulo:Categorização_AD_e_AB_de_outras_wikis na linha 173: attempt to index field 'wikibase' (a nil value).


Este artigo "Santuário Nossa Senhora da Conceição Montesina" é da wikipedia