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Serginho Moah

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki


Serginho Moah
Informação geral
Nome completo Sérgio Moacir Pereira Garcia
Também conhecido(a) como Serginho Moah
Nascimento 18 de dezembro de 1964 (56 anos)
Origem Bandeira do Rio Grande do Sul.png Porto Alegre, RS
País  Brasil
Gênero(s) Pop rock, black music, funk rock, funk carioca, rock alternativo, reggae
Instrumento(s) Vocal, Violão, guitarra
Período em atividade 1990 - atualmente (cantor)
Gravadora(s) Sony, Antídoto ,Orbeat Music, Emi Music, Radar Records
Afiliação(ões) Papas da Língua, Luka, Tchê Chaleira
Página oficial [www.serginhomoah.com.br]

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Sérgio Moacir Pereira Garcia (Porto Alegre, 18 de dezembro de 1964[1]) conhecido artisticamente como Serginho Moah, é um músico, compositor e produtor gaúcho. Está em carreira solo desde o início de maio de 2019, após despedir-se do conjunto gaúcho de pop rock Papas da Língua, do qual fez parte desde 1993 gravando 8 CDs (três ao vivo e cinco de estúdio) e 3 DVDs.

Biografia[editar]

Nascido na capital gaúcha, Sérgio Moacir Pereira Garcia, filho de Circe Maria e Hugo Roberto da Silva Garcia, foi criado em Uruguaiana, cidade da Fronteira-Oeste gaúcha a 631km de Porto Alegre, e foi ali em Uruguaiana que ele começou a despertar uma paixão pela música - Circe era dona de uma bela voz e Hugo músico profissional, vindo dele o gosto por violão. Chegou a ser locutor de rádio, enquanto de dia trabalhava como office-boy de um cartório. O pai levou Serginho e o irmão mais novo, Evandro, às rodas de samba e os apresentava a instrumentos diversos, além de uma diversidade musical. Aos 24 anos, foi convidado para cantar em um casamento em Porto Alegre, e ali decidiu ficar em busca de oportunidades para viver da sua arte, tocando em bares e restaurantes da capital - chamando a atenção de gente sempre procurando novos talentos.

Papas da Língua (1993-2019)[editar]

Encarando a noite da cidade, ele conhece o músico e compositor Léo Henkin, que o convida para trabalhar cantando em [2] para a indústria publicitária, no começo dos anos 1990, ajudando a se tornar um dos mais requisitados da área e da cena porto-alegrense. Com a parceria, juntaram-se a eles José Natálio Dorneles da Silva (Zé Natálio) e Fernando Alberto Janczura (Fernando Pezão, ex-Almôndegas) nascendo a banda Papas da Língua - o álbum de estréia (1995) foi lançando dois anos após o surgimento e tinha como principal single "Esta Não É A Sua Vida" e com a música "Encontros Amargos" na trilha nacional de Cara e Coroa[3], e logo participam da primeira edição do festival gaúcho Planeta Atlântida[4].

Mas, o sucesso aconteceu somente em 1998 com o segundo álbum intitulado Xa-La-Lá, com os hits "Garotas do Brasil", "Viajar", "Blusinha Branca" e "Tentação", desta vez pela Antídoto (selo de pop/rock regional da gaúcha ACIT) sob a distribuição da PolyGram - e o álbum faz um sucesso enorme, vendendo mais de 50 mil cópias[5]. O ano 2000 mal começou e emplacaram o terceiro trabalho, novamente pela Antídoto, desta vez, distribuído pela Abril Music, intitulado Baby Bum, com os sucessos "Vou Ligar", "Pó de Pimenta", "Ela Vai Passar" com participação de Mano Changes (Comunidade Nin-Jitsu) e o grande carro-chefe deste trabalho "Eu Sei", que ganhou projeção nacional maior após aparecer em 2006 na trilha sonora da telenovela Páginas da Vida.

O grupo seguiu estrada com Um Dia de Sol (2002) pela Orbeat Music com a faixa-título, "Vem Pra Cá" presente na trilha da telenovela Viver a Vida (2009), "Lua Cheia Fica Doida", "Pequeno Grande Amor", a regravação para "Sorte" de Celso Fonseca com participação de Adriana Calcanhotto, e a adição de "No Calor da Hora", presente na trilha sonora[6] do filme Houve Uma Vez Dois Verões (2002) de Jorge Furtado. A banda celebra 10 anos de carreira gravando no lendário Theatro São Pedro da capital gaúcha o CD e DVD Ao Vivo Acústico editado também em 2004[7]. O grupo seguiu promovendo os sucessos do trabalho, embora a gravadora tenha fechado bem no ano de 2006, o registro acabou indo para a EMI Music, onde lançaram em 2008 o quinto trabalho de inéditas Disco Rock[8], o primeiro trabalho com músicas novas em cinco anos, tendo como principais sucessos "Balada do Amor Perdido", o reggae "Oba-Oba", "Falar de Amor" e a faixa-título, que fizeram sucesso relativo no resto do Brasil enquanto no Sul esteve entre as mais tocadas.

Em 2011 eles decidiram lançar mais outro trabalho ao vivo intitulado Bloco na Rua, gravado nos dias 26 e 27 de outubro de 2010 no bar Opinião[9], com quatro faixas inéditas, mais interpretações para o sucesso de Paulo Diniz "Pingos de Amor" e "Eu Quero É Botar Meu Bloco Na Rua" de Sérgio Sampaio, a primeira com a participação do funkeiro Buchecha. Em 2015 a banda celebra os 20 anos com CD e DVD gravados no Teatro Bourbon Country nos dias 19 e 20 de novembro de 2014[10], com participação de Alexandre Carlo em "Viajar".

O grupo realiza uma série de shows para celebrar os 25 anos, com um concerto no mesmo Theatro São Pedro, porém, no dia 2 de junho de 2018, faleceu aos 79 anos o pai de Serginho, Hugo Garcia[11]. As apresentações que seriam realizadas no teatro foram canceladas e a turnê seguiu por mais um tempo. Em 2019, no mês de fevereiro, anuncia sua saída do conjunto após 25 anos para dedicar-se a carreira solo, com show de despedida no Opinião, palco que viu a carreira da banda acontecer - o Papas seguiria sem ele, o vocalista dissera que o grupo estava em um limbro[12].

Referências[editar]


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