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Sinhá Boça

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki


Sinhá Boça
Informação geral
Formato Telenovela
Duração 8 capítulos [aprox. 22 min.]
Criador(es) Hermes e Renato
País de origem  Brasil
Idioma original português
Produção
Elenco Felipe Torres
Bruno Sutter
Marco Antônio Alves
Fausto Fanti
Adriano Pereira
Gil Brother
Exibição
Emissora de televisão original MTV Brasil
Transmissão original 21 de novembro de 2006 - 6 de dezembro de 2006
N.º de temporadas 1
N.º de episódios (lista de episódios)

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Sinhá Boça foi um seriado que foi exibido na MTV Brasil[1], que estreou no dia 21 de novembro de 2006, às 22:00 e teve dia 6 de dezembro de 2006 seu último episódio, um especial com uma hora de duração. O nome é uma paródia óbvia à obra literária Sinhá Moça e também ao remake da telenovela homônima da Rede Globo, exibido anteriormente e baseado na obra literária de Maria Dezonne Pacheco Fernandes. O seriado se baseia no personagem regular do programa Hermes e Renato chamado Luiz Boça, ou simplesmente Boça.[2] Ele tinha 32 anos "muito bem vividos", segundo ele próprio. Seu bordão mais usado era "Puta mundo injusto, meu!". Interpretado por Felipe Torres, Boça se tornou incrivelmente popular graças à sua ingenuidade e seus trejeitos cômicos.

Foi uma das duas novelas-paródia criadas por Hermes e Renato, satirizando novelas da Globo. A outra foi "O Proxeneta", paródia de "O Profeta".[3]

Enredo[editar]

Sinhá Boça conta a história de Boça, um sujeito simples e simpático, da cidade de São Paulo, típico menino da Mooca, porém azarado e que vive uma vida difícil. Ao contrário de seu pai, que é um bom malandro, Boça é esforçado e concilia seu trabalho de office boy com os estudos na faculdade e os jogos de fliperama. Ele se considera responsável por uma empresa na qual é apenas um office-boy e foi eleito o melhor durante dois anos consecutivos. Ele vive com a avó D. Lurdes, "coroinha maneira" que faz de tudo para agradar e mimar seu netinho.[1]

Um dia indo para sua "facul", como chama, ele vê Suzana e logo se apaixona perdidamente por ela. Mas ela namora Jubão, um playboy mau-caráter que vive perseguindo Boça juntamente com sua gangue. Boça tem como um grande amigo o jovem Rafa, o chapeiro que vende lanches na porta da faculdade. Rafa sonha em se tornar um astro da música e compôs o sucesso "Boladão de Amor". Namora Jaqueline, que trabalha de doméstica. Ela é humilhada pela patroa, a Dona Máxima, que é contra o relacionamento entre Rafa e Jaqueline. Dona Máxima é tia da jovem Suzana e é totalmente de acordo com o namoro dela com Jubão, fazendo pouco caso deste ser um malandro vigarista.[1]

Há também o jovem Kota, um rapaz de origem humilde, porém malandro e descolado, que mora com seus pais e tem o hobby de trabalhar com grafite, sonhando em um dia ser um grande grafiteiro e obter algum êxito com isso.[1] Kota adora contar vantagem para cima de Rafa, que responde da mesma maneira para com Kota. E apesar da relação dos dois parecer amigável, Rafa costuma xingar Kota e falar mal deste (e vice-versa) quando estão longe um do outro.

Boça foi para a cadeia acusado de roubar o "Lápis de Ouro", um troféu valiosíssimo que a faculdade ganha do Ministério da Educação. Mas na verdade foi Jubão que o colocou na mochila de Boça a fim de prejudicá-lo.

O julgamento é decidido por uma briga entre Boça e Jubão e quem perdesse seria condenado. Boça acaba levando uma surra e perde a luta. Ele volta para a cadeia mas acaba fugindo no final da novela - "agora tudo faz sentido!".

Elenco[editar]

  • Felipe Torres[1] - Luis Boça / advogado / amigo de Rafa (estudante) / amigo de Jubão (valentão) / Cidinha Cintra (repórter) / assessor de imprensa
  • Bruno Sutter[1] - Suzana / Rafa / advogado de acusação / preso / Mãe de Kota / radialista / chefe do Boça / delegado
  • Marco Antônio Alves[1] - D. Maria Lourdes Boça / Jubão / Jaqueline ("Jaque") / McDande / Pai de Kota / pirata
  • Fausto Fanti[1] - D. Máxima Cantarola / Manuelzinho Araújo / Alec Le Bleur / preso (Bicota)
  • Adriano Pereira[1] - Kota / preso (Funa) / juiz no julgamento do Boça / Tadeu Boça / amigo de Jubão (Celinho)
  • Gil Brother[1] - Prof. Gilmar / preso / membro da gangue (que ataca Dona Lourdes em um episódio)

O trovadorismo em "Sinhá Boça"[editar]

O amor platônico de Boça por Suzana é baseado no trovadorismo da Idade Média, quando princesas se casavam com príncipes e assim os servos que as amavam teriam que ficar calados ou iriam morrer. No caso de Boça, sua princesa Suzana namora com um playboy valentão, que é o vilão da novela; só que como Boça não se cala, acaba levando pancadas em todos os episódios.

Personagens[editar]

  • Luís Boça (Felipe Torres): é o protagonista da "novela". Estudante de Direito e OfficeBoy, tem uma paixão platônica por Suzana, sobrinha de D. Máxima Cantarola e namorada do violento Jubão.[1]
  • D. Lurdes Boça (Marco Antônio Alves): é uma típica "velhinha guerreira" que criou seu neto, Boça, "a base de leite com pêra, ovomaltino e docinhos caramelados na geladeira" (como definiu Professor Gilmar).[1]
  • D. Máxima Cantarola (Fausto Fanti): vilã perversa que adora maltratar a sua empregada Jaqueline, obrigando-a, inclusive, a cortar um de seus dedos por ter queimado sua blusa. No final da novela, descobre-se que ela é uma lobisomem.[1]
  • Rafa (Bruno Sutter): é um chapeiro, "excelente culinário", que faz um ótimo sanduíche que "não dá para comer só um". Aparentemente é o melhor amigo de Boça. Ele conhece um grande produtor musical, Manuelzinho Araújo, através do qual quer lançar sua canção, Boladão de Amor. Namorado de Jaqueline, pretende fazer sucesso com sua música para poder tirá-la de D. Máxima. Teve "vários confrontos de ego" com o grafiteiro Kota.[1]
  • Kota ( Adriano Pereira): é o grafiteiro que dialoga com sua família cantando hip-hop. Conhece o artista de pop-art Alec Le Bleur que faz mil promessas que iria fazer dele um artista renomado, mas o que o artista queria (e consegue) era sodomizar o grafiteiro.[1]
  • Jaqueline (Marco Antônio Alves): empregada de D. Máxima, é maltratada e vive como uma escrava. Tem que pagar o aluguel de seu cubículo e até apanha no tronco. Para seu consolo, vive pendurada no rádio (em seu tempo livre) escutando canções românticas e quase sempre recebe serenatas de seu namorado Rafa (que geralmente a faz esquecer de seus piores momentos), uma vez em que acredita que seu amado um dia será um cantor muito famoso, tal fato é satirizado por D. Máxima, que é totalmente contra o relacionamento entre os dois.[1]
  • Suzana (Bruno Sutter): sobrinha de Máxima e namorada de Jubão, é a garota mais bonita da faculdade, por quem Boça é apaixonado. É extremamente mimada por sua tia Máxima, que trata sua sobrinha à pão de ló (de um jeito oposto ao que ela trata Jaqueline), sendo totalmente a favor do namoro entre ela e Jubão. Apesar de Máxima maltratar Jaqueline, ela (Jaque) e Suzana costumam ter um relacionamento amigável, e Jaque conta com Suzana para proteger seu namorado das paqueras das garotas da faculdade.[1]
  • Jubão (Marco Antônio Alves): Principal vilão da trama, é um estereotípico "playboy da faculdade", certamente irresponsável e mau-caráter. É um badboy nato cujo principal passatempo é agredir Boça. Faz parte também de uma pequena gangue de valentões (da qual aparentemente é o líder) e juntamente com eles, além de maltratar Boça, costuma cometer as mais variadas falcatruas.[1]
  • Prof. Gilmar (Gil Brother): professor de direito penal na faculdade de Luís Boça[1], possui um caráter ilustre, letrado, cavalheiro, com toques da mais fina etiqueta e galanteios sofisticados. Muito influente na OAB (Ordem dos Advogados "Brasileiros"), trabalhou em diversos casos nos Estados Unidos, tendo como maior triunfo, a vitória na defesa de O.J. "Uól" Simpson. Carinhoso com suas amantes, vive a problemática do concílio entre trabalho e amor, varando madrugadas no seu "Lap Toc". No seu iluminado exercício do magistério, tenta por vias incisivas, transformar os alunos em cidadãos competentes e corajosos, sendo algumas de suas frases: "Tudo os aluno criado a leite com pêra, a ovomaltino, a pão com mortandela!", "Não guenta dez minuto de porrada comigo!", "Você é um advogado escroto, você tá defecando pela boca!", "Cumpade é o caralho, eu num batizei teus filhos, porra!", "Você tem que ter disciplina na cadeia, se te passarem a mão, você deixa. Se quiserem comer seu buraquinho, você deixa. Se te rasparem que nem uma garrafinha, você deixa!". Tido como um dos personagens mais hilários da mininovela, é ele quem apresenta a Rafa, o chapeiro, um renomado produtor do ramo musical para lançar seu hit "Boladão de Amor", e acaba defendendo Boça durante o julgamento. Teve uma experiência com maconha na juventude.
  • Tadeu Boça (Adriano Pereira): É o pai de Luís Boça e filho de Dona Lurdes. Ao contrário do filho, não é nada esforçado. É um homem malandro e vagabundo que está o dia todo em casa vendo televisão e lendo jornal. Parece não se importar nem um pouco com os problemas a sua volta, fazendo pouco ou nenhum caso das questões de seu filho ou sua mãe.
  • Pais de Kota: Uma dona de casa (Bruno Sutter) e um homem bem informado (Marco Antônio Alves) que está sempre lendo seu jornal. Moram com seu filho Kota numa humilde casa que é pichada do lado de dentro por eles próprios. Os três costumam se comunicar cantando rap.
  • Manuelzinho Araújo (Fausto Fanti): empresário apresentado ao Rafa pelo Dr. Gilmar, o professor de Direito. Ele passa a perna no chapeiro aspirante a funkeiro pedindo enorme quantia em dinheiro, dando a justificativa que iria ser utilizado para lançamento de CDs, shows, jabá para as rádios, etc. Prometeu ao ingênuo Rafa que ele iria se tornar o Príncipe do Funk mas ao invés disso ele rouba o seu hit Boladão de Amor e empresária um outro artista, MC Dande da Barra da Tijuca, que se torna o intérprete da música criada pelo chapeiro.
  • Alec Le Bleur (Fausto Fanti): artista plástico francês certamente afeminado (possivelmente homossexual) que se encanta com o "grafiteiro" (na verdade pichador) Kota e o seduz levando-o para sua cama. Alec finge que se encanta com o talento de Kota para se aproximar dele, e faz várias promessas de tornar o rapaz num grande artista renomado, mas só age assim para conquistá-lo, sendo que Kota estranha bastante suas intenções. Ele consegue seduzir Kota através de dopá-lo com bebidas e drogas.
  • Dr. Ciro Pantera: professor de Criminalística, um dos maiores professores de cursinho pré vestibular do Brasil, chanceler da faculdade e guardião do troféu Lápis de Ouro.
  • Acadêmicos: são interpretados por fãs do quinteto Hermes e Renato.

Curiosidades[editar]

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  • A música mais tocada na novela é "Boladão de Amor", composta pelo chapeiro Rafa, namorado de Jaqueline, empregada de Dona Máxima. É composta por três notas tocadas em Bicorde, são elas: [G (Sol): casa 3, corda E], [D (Ré): casa 5, corda A] e [E (Mi): casa 7, corda A].
  • Além da semelhança de títulos com a novela exibida pela Rede Globo, Sinhá Boça também contou com a finalização em alta definição, dando às imagens uma fidelidade mais próxima à imagem do cinema.

Referências

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