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TV Ajuricaba

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki

TV Ajuricaba
Sociedade Televisão Ajuricaba Ltda.
CEGRASA - Central de Emissoras, Gravadoras e Repetidoras Ajuricaba S.A.
Rua Oswaldo Góes, 18, Santo Antônio
Cidade de concessão Manaus, AM
Canais 📺
  • 38 UHF (1969-1973)
  • 20 UHF (1973-1980)
  • 8 VHF (1980-1986)
analógico
Outros canais 6 VHF Itacoatiara
Sede Manaus, AM
Rede Rede Globo
Rede(s) anterior(es) Rede Tupi
Rede de Emissoras Independentes (REI)
Fundador 👨‍💼️ Sadie Hauache
Khaled Hauache
Pertence a Antônio Simões
Proprietário Família Simões
Antigo proprietário Família Hauache
Fundação 5 de setembro de 1969 (54 anos)
Extinção 1 de junho de 1986 (37 anos)
Sucessora Rede Brasil Norte
Prefixo ZYA 245
Nome(s) anteriore(s) TV Manauara
Emissoras irmãs
Cobertura Manaus e Amazonas (38 municípios)

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A TV Ajuricaba foi uma emissora de televisão brasileira instalada na cidade de Manaus, capital do Estado de Amazonas. A emissora era sintonizada no Canal 8 VHF analógico e era afilia à Rede Globo.

A TV Ajuricaba entrou no ar em 1969 e nos primeiros anos, a emissora exibia as atrações da Rede de Emissoras Independentes (a REI, liderada pela TV Record São Paulo) e a Rede Tupi (liderada pela TV Tupi São Paulo) juntamente com a programação local. Em 1971, passou a exibir atrações da Rede Globo no lugar da Tupi, após a antiga atração migrar para a recém-inaugurada TV Baré. Em 1974, se torna afiliada à Rede Globo após deixar exibir as atrações da REI (TV Record) que migrou para TV Baré, ao exibir exclusivamente a programação em única rede. Em 1984, a emissora foi vendida para o Grupo Simões e manteve afiliação com a Globo até seu fim em 1986, quando passou a ser Rede Brasil Norte.

A antiga concessão da emissora atualmente pertence à Fundação Evangélica Boas Novas, dirigida pelo Pastor Samuel Câmara (da Igreja Evangélica Assembléia de Deus) e a denominação da emissora foi alterada para Boas Novas Manaus.

História[editar]

1966 a 1969: Antecedentes[editar]

Ver artigo principal: TV Manauara

Os esforços para a implantação de uma emissora de televisão no Amazonas se deram em 1965, quando os empresários Sadie Hauache e Khaled Hauache iniciaram instalações de cabos nos postes de transmissão da rede elétrica em duas ruas e duas avenidas concluídas no ano seguinte. Em abril de 1966, entrou em operação a primeira operadora de TV a cabo no país TV Manauara, experiência que surpreendeu em todo o país, pois até então, só tinha televisão com sinal aberto em VHF e que Manaus não possuía emissora própria. No entanto, até a inauguração da operadora de TV a cabo, algumas residências já tinham aparelhos de televisão (cerca de 2 mil televisores, em uma população de 95 mil habitantes na cidade), que na época recebiam sinais vindos do Canal 2 VHF da RCTV (emissora em Caracas, capital da Venezuela) em espanhol de maneira muito precária, pois tinha muito chiado e péssima imagem.

A experiência inovadora durou pouco tempo devido as dificuldades para manter a frágil rede de cabos, que frequentemente se rompiam ou eram cortados por linhas de papagaio[1] revestidas de cerol (mistura feita de cola e vidro moído) empinadas por meninos e os pedidos de moradores da cidade para ampliar cabos. A família Hauache posteriormente pleiteou a concessão de uma emissora de televisão aberta, criando em 1967 a Sociedade Televisão Ajuricaba Ltda.,[2] ao governo federal que posteriormente venceu a licitação do canal 38 UHF por acaso, o primeiro do país a ser utilizado por uma emissora de televisão, uma vez que as emissoras existentes até então eram alocadas apenas em canais da banda baixa VHF (2 a 13), os canais de TV em banda alta UHF (14 a 69) só passariam a ser utilizados em larga escala no Brasil no fim da década de 1980, com o aumento de concessões outorgadas para novas geradoras e retransmissoras e a consequente falta de espaço no espectro VHF nas capitais brasileiras.[1]

A TV Ajuricaba entrou no ar em caráter experimental em 31 de dezembro de 1968,[3] transmitindo inicialmente o padrão de testes requerido na época pelo DENTEL durante 90 dias, seguida de uma programação experimental,[4] no Canal 38 UHF, enquanto a TV Manauara mantém ao ar.

1969: Inauguração[editar]

Em 5 de setembro de 1969, a TV Ajuricaba é inaugurada oficialmente e a TV Manauara é extinta,[4] enquanto sua programação era toda feita ao vivo e local.[5] A TV Ajuricaba foi implantada e presidida pela senhora Sadie Hauache, se tornou a primeira emissora de televisão aberta implantada no Estado do Amazonas, inaugurada oficialmente com o apresentador Heron Rizzato. Seu primeiro logotipo era um índio, uma vez que o nome da emissora era uma referência ao herói nativo que havia se recusado a virar escravo dos colonizadores portugueses.

Com a criação da primeira emissora de TV na cidade, as lojas de produtos eletro-eletrônicos começaram vender aparelhos de televisão, onde se fez o primeiro crediário de eletrodomésticos na TV Lar, Bemol e a Malva Importadoras (uma das maiores lojas da cidade), para que a população pudesse comprar seus televisores, em troca de patrocínio em seus programas de televisão. Com isso, surgiu a primeira e a mais antiga empresa especializada em publicidade no Amazonas em atividade: a Oana Publicidade.

Em maio de 1970, após a instalação do seu primeiro equipamento de videotape, passou a exibir programas produzidos pela TV Record (que na época encabeçava a Rede de Emissoras Independentes)[5] e a TV Tupi (que na época encabeçava a Rede Tupi).[6] Na época, como não havia via satélite, a programação das redes vinham gravadas pelo avião. A TV Record fazia imenso sucesso em emissoras afiliadas, com os Festivais de Música Popular Brasileira, famosos pelas manifestações de protesto contra o então o regime militar (vigente no Brasil desde 1964), as séries de televisão brasileira e americana, shows de calouros e o jornalismo.

O monopólio da única emissora em Amazonas é quebrada no espaço de apenas dois anos, quando em 1971 entraram no ar em diferença de meses a TV Educativa do Amazonas no Canal 2 e a TV Baré no Canal 4 (o que fez com que as atrações da Tupi exibidas pela Ajuricaba migrar para a nova emissora), enquanto em 1972 entrou no ar a TV Amazonas. Após a inauguração da TV Baré, todas as atrações produzidas pela Tupi passam serem veiculadas para nova emissora e no lugar da Tupi, a TV Ajuricaba passa a levar as atrações produzidas pela Rede Globo junto com a TV Record.

Em 1973, migrou do canal 38 UHF para o canal 20 UHF, o que já significava uma desvantagem em relação as suas concorrentes que surgiram no início da década de 1970, todas em canais VHF, uma vez que alguns televisores fabricados naquela época não possuíam sintonia para os dois espectros, necessitando de um conversor ou uma antena específica. No mesmo ano da mudança de canal da TV, Manaus tinha 250 mil habitantes e 8 mil televisores espalhados na cidade, praticamente quase 5% da população já tinha televisão instalada em casa.

1974 a 1986: Rede Globo[editar]

Em 1º de maio de 1974,[1] após o convite de Walter Clark e José Bonifácio de Oliveira, o Boni ou JB Oliveira, a emissora passou a fazer parte da Rede Globo de Televisão do Rio de Janeiro (RJ), enquanto as atrações da TV Record passam a migrarem ao novo canal da TV Baré. A afiliação da nova rede trouxe novelas, séries brasileiras e estrangeiras, filmes, além de telejornais em via EMBRATEL.

Em 1977, a TV Ajuricaba expande para o interior do Amazonas com a criação da Central de Emissoras, Gravadoras e Repetidoras Ajuricaba (CEGRASA) e abre a primeira emissora no interior do Estado de Amazonas: a TV Ajuricaba Itacoatiara no canal 6 VHF, primeira emissora fora de Manaus. A emissora de Itacoatiara exibia a programação diferente de Manaus, resultante pela gravação de CEGRASA que trazida por via aérea (avião).

Pouco meses depois, a emissora amplia seu sinal com seu sistema de Retransmissoras de TV (RTV) em todas as 37 sedes dos municípios amazonenses para exibir programação já exibida em Manaus e com isso, 90% da população do Amazonas ser atingida pelo sinal da Ajuricaba. Era impossível instalar repetidores de sinal de curta distância devido as grandes distâncias entre as cidades como também as árvores interferiam os sinais televisivos. Como ainda não haviam transmissões via satélite, a TV Ajuricaba recebia fitas com a programação da rede vinda do sul do país em malotes, enquanto a CEGRASA enviava a programação local e nacional exibida pela TV Ajuricaba distribuídas por meio de motor de linha (ou barcos de linha), aviões comerciais ou canoas aos demais municípios do Amazonas, onde eram exibidas em praças públicas (nas quais eram montados e ligados os aparelhos de TV). As fitas exibidas retornavam para avião ou de barco para as demais localidades nas sedes dos municípios para serem reaproveitadas. Na época, as retransmissoras no interior iniciavam as suas atividades às 15 horas e terminavam as transmissões à 1 hora da madrugada e todas eram sintonizadas em canal VHF. O esquema era similar já vinha sendo feito pela Rede Amazônica e suas filiais em outros estados da região Norte.

Em 1979, após o satélite norte-americano Intelsat 4, o primeiro satélite cobrir a toda a Floresta Amazônica, a TV Ajuricaba adquire canal e faz as primeiras recepções no mesmo satélite, possibilitando levar a programação em tempo real de Manaus para o interior do Amazonas, eliminando o esquema antigo, sem a necessidade de gravar a programação em fitas e distribuí-las, o que ocasionava muito extravio de fitas e descontinuidade das atrações, especialmente novelas e seriados, o que obrigava a exibir atração do dia anterior.[1] A primeira emissora a receber sinal satélite da Ajuricaba foi a TV Ajuricaba em Itacoatiara após a reforma para recepção de sinal por satélite, que posteriormente outras emissoras recebem reformas realizadas pela emissora em Itacoatiara. Com isso, as retransmissoras recebiam o sinal via satélite de Manaus e jogavam sinal para as cidades, através de um transmissor localizado em cada, cobrindo então cada município do interior. A emissora continuaria a receber parte da programação da Globo gravada até 1983, quando a rede passou a ter seu canal exclusivo via satélite.

Em 11 de maio de 1980, a emissora deixou o canal 20 UHF e passou a operar no canal 8 VHF (outorgado pelo Governo Federal em 1976)[7][8] e a TV Ajuricaba ficou em pé de igualdade com as concorrentes em termos de audiência, uma vez que seus telespectadores não precisariam mais sintonizar um canal alto para continuar assistindo sua programação. Com isso, a emissora ganhou de fato a liderança na região de Manaus, enquanto a concorrente TV Amazonas já começa a instalar os primeiros retransmissores no interior do estado, aliado ao fato dos dirigentes da nova emissora terem alinhamento aos governos militares, que tanto ajudaram na inauguração e expansão da recém-criada TV Amazonas, ao contrário da TV Ajuricaba. Manaus só voltaria ter um canal UHF só na década de 1990.

Com o estouro da campanha das Diretas Já entre o fim de 1983 e o início de 1984, a TV Ajuricaba passou a defender abertamente a redemocratização do país em sua programação, dando suporte às manifestações que ocorriam no Amazonas. O posicionamento da emissora, reforçado pela atuação política dos seus proprietários (Sadie Hauache, diretora da TV Ajuricaba, era filiada ao PDS, fazendo parte da ala do partido que apoiava as manifestações), acabou gerando insatisfação entre as lideranças políticas locais que apoiavam a Regime Militar. Para evitar represálias, a família Hauache foi forçada a vender naquele ano a TV Ajuricaba e a Rádio Ajuricaba (atual Rádio Boas Novas, em fase de implantação) para novos donos, saindo momentaneamente do setor de comunicações.[1] A emissora e suas congêneres foram adquiridas pelo industrial Antônio Simões, proprietário do Grupo Simões, cuja atividade principal era a fabricação e distribuição de bebidas na região Norte.[9] Posteriormente, terminada o Governo Militar, a Família Hauache ganharam novas concessões para um canal de televisão e uma estação de rádio em Manaus, que vieram a ser a TV Manaus (em 1992) e a Você FM (em 1993).[1]A venda da TV Ajuricaba pela Família Hauache à Grupo Simões, resultou da disposição dos proprietários da emissora em evitar desentendimentos com os políticos locais.

No fim de 1985, a Rede Globo anuncia que não irá renovar seu contrato de afiliação com a TV Ajuricaba, previsto para expirar em junho de 1986, movendo sua programação para a TV Amazonas, que por sua vez unificaria suas transmissões com as demais emissoras da Rede Amazônica no Acre, Amapá, Rondônia e Roraima, que se juntaram à Globo em 1983.[10] No início de 1986, a Rede Globo assina o contrato de afiliação com a TV Amazonas, afiliada à Rede Bandeirantes de São Paulo (SP), após ampliar 61 emissoras contra os 39 da Ajuricaba, uns dos motivos que levaram a Rede Globo por questão técnica. A rápida ampliação da TV Amazonas no interior do estado se deu ao fato de seus dirigentes sempre estarem alinhados aos interesses dos governos militares de então, o que engessou ainda mais o crescimento da TV Ajuricaba.

1986: Fim da TV Ajuricaba[editar]

Nos últimos meses com a Globo em 1986, era esperado que a TV Ajuricaba passasse então a retransmitir a programação da Rede Bandeirantes, com a qual a TV Amazonas estava desde 1975. No entanto, em maio do mesmo ano, semanas antes da troca de afiliação, a emissora anunciou que se tornaria afiliada à Rede Manchete (que estava expandindo seu sinal pelo país) e com a troca também mudaria de nome (passando a se chamar Rede Brasil Norte).[11][12]

O último dia da emissora como afiliada da Globo foi em 30 de junho, um dia após a final da Copa do Mundo FIFA de 1986. Como último programa, foi exibido às 23h50 locais o filme Amelia Earhart, dentro da sessão Festival de Sucessos. A TV Ajuricaba então saiu do ar por volta das 2 horas do dia 1º de julho, retomando suas transmissões às 7h, com a estreia do telejornal RBN Notícias Edição da manhã. A emissora juntou-se à Rede Manchete às 7h30, exibindo o programa educativo Qualificação Profissional, seguido às 8h de uma versão estendida da Sessão Animada, ambos programados localmente (na época, a Manchete só iniciava suas transmissões às 10h30). No entanto, no dia em que a RBN entrou no ar, gerou também o fim da TV Ajuricaba, a mais antiga emissora em atividade no Amazonas até então naquela época, sendo assumida pela TV Educativa do Amazonas.

Nos primeiros dias, a programação da nova rede gerou reclamações dos telespectadores, que a consideravam pouco popular em relação à Rede Bandeirantes (esta por sua vez, ficaria sem sinal em Manaus até a criação da TV Rio Negro em 1987),[13] característica que no entanto foi se alterando até o fim da década com as reformulações que a Manchete promoveu em busca de maior competitividade com as outras redes nacionais.

A RBN mantém as repetidoras da então TV Ajuricaba no interior do estado e a nova emissora também mantém o sinal de satélite que garante a distribuição de seus programas locais de Manaus para todo o interior do Amazonas. Os índices de audiência da nova emissora afiliada à Rede Manchete chegam a alcançar a vice-liderança, na época pertencente ao SBT (representada nesse período pela TV A Crítica). Apesar da venda da extinta TV Ajuricaba, a CEGRASA (Central de Emissoras, Gravadoras e Repetidoras Ajuricaba S. A.), que reúne as repetidoras existentes no interior do Amazonas, ainda permanece no nome da família Hauache, porém o controle da programação dessas emissoras passou a pertencer à Rede Brasil Norte, em umas das cláusulas do contrato de venda.

Referências

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 Cabral, Eula Dantas Taveira (2003). «História da Televisão Amazonense». UFRGS. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 
  2. «Weki, o Índio do Amazonas, afirma que voltaria a trabalhar na Suframa». Portal Amazônia. 2 de março de 2017. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 
  3. «Conversores e Antenas UHF para TV». Biblioteca Nacional do Brasil. Jornal do Commercio: 8. 3 de janeiro de 1969. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 
  4. 4,0 4,1 «As novas da TV». Biblioteca Nacional do Brasil. Jornal do Commercio: 3. 14 de agosto de 1970. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 
  5. 5,0 5,1 «TV-Ajuricaba já recebeu o equipamento de video-tape». Biblioteca Nacional do Brasil. Jornal do Commercio: 1. 10 de maio de 1970. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 
  6. Comunicação: Veredas, pag. 111, 2004.
  7. «Inauguração de canal da Ajuricaba encerra Sem. das Comunicações». Biblioteca Nacional do Brasil. Jornal do Commercio: 1. 11 de maio de 1980. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 
  8. «Decreto nº 78.338, de 31 de agosto de 1976». Planalto. 31 de agosto de 1976. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 
  9. «História do Grupo Simões - Com Simões e Pacífico, o trabalho venceu todas as dificuldades». Memorial Petrônio Augusto Pinheiro. Consultado em 5 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2018 
  10. Cotrim, Alex (13 de dezembro de 1985). «O "frisson" da semana». Biblioteca Nacional do Brasil. Jornal do Commercio: 17. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 
  11. Cotrim, Alex (27 de maio de 1986). «Briga». Biblioteca Nacional do Brasil. Jornal do Commercio: 17. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 
  12. Oliveira, Ivana (27 de junho de 1986). «Troca-troca no vídeo». Biblioteca Nacional do Brasil. Jornal do Commercio: 17. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 
  13. Oliveira, Ivana (5 de julho de 1986). «As novas programações». Biblioteca Nacional do Brasil. Jornal do Commercio: 17. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 

Ligações externas[editar]

História da Televisão Amazonense

Precedido por
TV Manauara (cabo)
Emissora de TV em Manaus
1969 a 1986
Sucedido por
Rede Brasil Norte (aberto)
Precedido por
Emissora Inexistente.
Canal 38 UHF analógico em Manaus
1969 a 1973
Sucedido por
Sem sinal.
Precedido por
Emissora Inexistente.
Canal 20 UHF analógico em Manaus
1973 a 1980
Sucedido por
Sem sinal (1980-1996?)
TV Amazônia
Precedido por
Emissora Inexistente.
Canal 8 VHF analógico em Manaus
1980 a 1986
Sucedido por
Rede Brasil Norte

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