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TV Curimã

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki

TV Curimã
Rádio Curimã Ltda.
Cidade de concessão Imperatriz, MA
Canais 📺
7 VHF analógico
Rede Rede Manchete
Fundador 👨‍💼️ Raimundo Cabeludo
Gilberto Bontempo
Proprietário Raimundo Cabeludo
Antigo proprietário Gilberto Bontempo
Fundação 1983 (41 anos)[1][2]
Extinção 15 de agosto de 1990 (33 anos)[2]
Cobertura Imperatriz e municípios adjacentes

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A TV Curimã foi uma emissora de televisão brasileira com sede em Imperatriz, no estado do Maranhão. Era sintonizado no Canal 7 VHF analógico e afiliada à Rede Manchete. A emissora entrou no ar em 1983 até ser extinta em 1990 e durante sua existência, ao contrário das outras emissoras de TVs na cidade, não exibia algum programa local, pois servia apenas como retransmissão da programação nacional da Manchete.

História[editar]

Após o surgimento da TV Imperatriz em 1975, da TV Tropical em 1978 e da TV Karajás em 1981,[1][2] o Ministério das Comunicações do Brasil abriu uma licitação para o quatro canal à cidade de Imperatriz no canal 7 VHF.[1][2]

Ao saberem da licitação, os empresários locais (Raimundo Cabeludo e Gilberto Bontempo) se juntaram em uma sociedade para participarem da concorrência do quatro canal na cidade oferecido pelo Ministério das Comunicações do Governo Federal. A concorrência formada por dois empresários locais foi a vencedora. Após vencerem a concorrência e levarem a concessão, a sociedade formada por dois empresários iniciou os preparativos pra instalação da quarta emissora na cidade.

De acordo com informações, a TV foi concedida a Raimundo Cabeludo, em consequência de apadrinhamento político, já que ele detinha outras duas emissoras na cidade (a TVs Tropical e a TV Karajás).[1]

Em 1983, a TV Curimã entrou no ar como afiliada à então recém-inaugurada Rede Manhete do Rio de Janeiro,[1][2] a primeira rede inaugurada junto com sinal de satélite e a primeira afiliada da Manchete no Maranhão, antes mesmo da TV Antena 10 em Teresina em 1988 (que apesar sediar no Piauí, a emissora cobria partes do leste do Maranhão) e da TV São Luís em São Luís em 1989. Sua sede era localizada no mesmo prédio da rádio Cultura FM (atual rádio Difusora FM Imperatriz), na Rua Simplício Moreira, no Centro da cidade.

Após a inauguração, a emissora se junta com a TV Imperatriz (afiliada à Rede Globo) no canal 10, a TV Tropical (afiliada à Rede Bandeirantes) no canal 4 e a TV Karajás (afiliada ao Sistema Brasileiro de Televisão) no canal 13 na cidade de Imperatriz e região. Com quatro emissoras, a cidade e arredores contam a variedade da programação de quatro canais vindos do eixo Rio-São Paulo por via Belém (capital do Pará) e São Luís (capital do Maranhão), já que algumas programações eram gravadas e vindas por meio de fitas por via aérea ou terrestre (excerto os telejornais que iam ao ar pelo satélite).

Por outro lado, com a inauguração da TV Curimã, a cidade de Imperatriz torna-se a cidade que tem mais emissoras no Maranhão, um a mais do que a capital São Luís (que na época tinha três) e até algumas capitais brasileiras como Belém (com três emissoras) e Teresina (com a única emissora), mas a primeira sem recorrer uso de fitas como forma de exibir atrações gravadas, como era comum nas TVs Imperatriz, Tropical e Karajás.

Entre 1985 a 1986, devido a outros negócios que ficaram rentáveis no Maranhão e outros estados, o empresário Gilberto Bontempo vende aos poucos seu controle acionário da TV Curimã para Raimundo Cabeludo e com isso ele se torna único sócio majoritário da emissora (como tinha acontecido com a TVs Tropical e Karajás).

Em 1986, Raimundo Cabeludo entra com pedido ao Ministério das Comunicações do Brasil de transformar a retransmissora de TV em geradora de TV e em troca desiste da concessão do Canal 7 VHF. A desistência acontece devido a Lei brasileira que proíbe pessoas ou empresas de serem donos de mais uma emissora de rádio ou TV na mesma banda de transmissão na cidade (nesse caso em Imperatriz) já que na época era detentor de três emissoras (além da TV Curimã, era dono das TVs Tropical e Karajás).

Em 1987, o Ministério das Comunicações abriu a licitação para transformar o canal 7 VHF de retransmissora de TV (RTV) para geradora de TV (GTV). Ao saber da licitação, o então prefeito de Imperatriz e o empresário Ribamar Fiquene se junta numa sociedade com sua esposa Zenira Fiquene e outros (Lia Evangelista de Souza e Marcelo Rodrigues) para participarem da concorrência oferecida pelo Ministério das Comunicações do Governo Federal. A concorrência formada pela sociedade formada por Ribamar Fiquene foi a vencedora e leva a concessão.

Em 23 de agosto de 1988, o então Presidente da República, José Sarney outorgou concessão da TV Curimã como geradora de TV (GTV),[3] condição que foi revogada pelo seu sucessor Fernando Collor em 10 de março de 1991.[4]

Em 1989, iniciaram a construção do prédio e a torre na Rua Monte Castelo no bairro União (hoje o endereço é o mesmo, mas com o número 207) para instalar a nova TV Curimã e ao mesmo tempo foram comprados modernos equipamentos para servir o novo Canal 7 VHF, que só terminam no ano seguinte.

Em 1990, com a conclusão do prédio e a torre, foram instalados modernos equipamentos e contratados os funcionários para a futura emissora. Inicialmente, a futura direção da emissora iria manter afiliação com a Rede Manchete e o nome TV Curimã. No entanto, a Rede Manchete tinha pouco espaço para a programação local em suas afiliadas, o que fez interessar pelo SBT (na época com a TV Karajás) e trocar seu nome para TV Alvorada para evitar possível conflito de nomes no dia 15 de agosto.

Na madrugada do dia 15 de agosto de 1990, após a rede SBT encerrar sua programação com filme e em seguida o slide "SBT" que mostra a hora, a TV Karajás troca sua antiga afiliação de rede pela Manchete que também exibia seu slide "REDE MANCHETE" e a hora. Ao perceber a mudança das redes, a TV Curimã sai do ar quase de imediato para que a TV Alvorada entre ao ar com testes de sinal. Era fim dos sete anos da TV Curimã e quarta emissora de TV mais antiga da cidade e a então afiliada da Manchete no Maranhão.

Referências

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 «História da TV em Imperatriz» (PDF). Intercom. 2009 
  2. 2,0 2,1 2,2 2,3 2,4 Luzia de Sousa (12 de junho de 2011). «Bandeira 2: Estudo de caso do jornalismo policial da TV Difusora de Imperatriz (MA)» (PDF). UFMA. Consultado em 2 de agosto de 2016. Arquivado do original (PDF) em 16 de fevereiro de 2015 
  3. «Decreto nº 96.547, de 23 de agosto de 1988». Planalto. Consultado em 4 de julho de 2021 
  4. «DECRETO DE 10 DE MAIO DE 1991.». Planalto. Consultado em 6 de fevereiro de 2022 
Precedido por
Emissora Inexistente
Canal 7 VHF analógico em Imperatriz
1983 a 1990
Sucedido por
TV Alvorada

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