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The Walt Disney Company

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki

The Walt Disney Company (NYSE: DIS), conhecida simplesmente como Disney, é uma companhia multinacional estadunidense de mídia de massa sediada no Walt Disney Studios, em Burbank, Califórnia. Em dezembro de 2017 após a compra da 21st Century Fox, a empresa se tornou o maior conglomerado de mídia e entretenimento do planeta por receita, passando assim a Comcast.

A Disney foi fundada em 16 de outubro de 1923, por Walt Disney e Roy Oliver Disney com o nome de Disney Brothers Cartoon Studios e estabeleceu-se como pioneira na indústria de animação, até diversificar seus produtos para filmes em live-action, redes de televisão e parques temáticos. A companhia também operou sob o nome Walt Disney Studio e Walt Disney Productions. A empresa leva seu nome atual desde 1986, época em que expandiu suas produções para o teatro, rádio, música, publicidade e mídia online. A Disney também criou novas divisões corporativas com o objetivo de comercializar conteúdo para adultos, como a Touchstone Pictures, visto que sua marca principal, Disney, está associada a filmes para todos os públicos, como chamado no meio cinematográfico, uma empresa "family friendly".

A empresa é mais conhecida pelos seus estúdios de cinema, o Walt Disney Studios, que é hoje um dos maiores e mais conhecidos estúdios de Hollywood. A Disney também tem a propriedade e opera a rede de televisão ABC; redes de televisão por assinatura, como Disney Channel, ESPN, A+E Networks e Freeform; divisões de publicidade, de merchandising e de teatro; A companhia possui e licencia 14 parques temáticos ao redor do mundo, além de uma divisão musical de sucesso. As suas maiores aquisições foram a ABC em 1996, por 19 bilhões de dólares, a Pixar em 2006 por 7 bilhões de dólares, a Marvel Entertainment Inc. em 2009 por 4 bilhões de dólares, a Lucasfilm, em 2012 pelo mesmo valor da Marvel e a 21st Century Fox em 2017 por 71 bilhões de dólares.

A Disney faz parte do Dow Jones Industrial Average desde 6 de maio de 1991. Uma criação antiga e bastante conhecida dos desenhos animados da empresa, o Mickey Mouse, é o símbolo principal da The Walt Disney Company.


Divisões[editar]

Disney Parks, Experiences and Products[editar]

A Disney Parks, Experiences and Products, opera parques comuns e temáticos, complexos de hotéis, cruzeiros e oferecem viagens nos Estados Unidos e ao redor do mundo. É a maior empresa de parques do planeta. Os parques da Walt Disney são construídos pela equipe criativa da Walt Disney Imagineering. O primeiro parque foi o Disneyland Resort, aberto em 1955, localizado em Anaheim, California. Foi seguido pelos Walt Disney World, aberto em 1971, Tokyo Disneyland Resort aberto em 1983, Disneyland Resort Paris aberto em 1992 e Hong Kong Disneyland Resort, aberto em 2005. Atualmente, os Imagineering estão trabalhando no próximo resort da Disney, o Shanghai Disney Resort, que será o terceiro na Ásia, e tem abertura prevista no fim de 2015 ou início de 2016. Os Imagineering também estão trabalhando numa atração de Frozen que deve abrir no Walt Disney World em 2016. Outros produtos da Walt Disney Parks and Resorts, incluem o Disney Vacation Club, que oferece hotéis da linha Disney fora dos resorts, como o Aulani, a Disney Resort & Spa, localizado no Havaí. A Disney também oferece um serviço de guia de viagens ao redor do mundo, chamado Adventures by Disney, e sua linha de cruzeiro, Disney Cruise Line, que incluem os navios Disney Magic, Disney Wonder, Disney Fantasy e Disney Dream. Os navios ancoram na ilha Castaway Cay, no Caribe, pertencente a Disney.

The Walt Disney Studios[editar]

The Walt Disney Studios é a divisão de cinema, teatro e música da Disney. Os estúdios de cinema incluem o 20th Century Studios, Searchlight Pictures, Walt Disney Pictures, os selos Touchstone Pictures e Buena Vista International, a Marvel Studios, Lucasfilm, e os estúdios de animação, Pixar, Walt Disney Animation Studios e 20th Century Fox Animation, junto com a sua subsidiária a Blue Sky Studios. A empresa também é dona da Disneynature, com sede na França, voltada para documentários sobre a natureza. Os filmes da Disney são distribuídos pela Walt Disney Studios Motion Pictures, antigamente conhecida como Buena Vista Distribution. A subdivisão de música, Disney Music Group, é dona das gravadoras Walt Disney Records, Hollywood Records e Fox Music. Com sede em Nova York, a Disney Theatrical Group, produz musicais e peças para a Broadway através da Walt Disney Theatrical. Seus outros entretenimentos teatrais incluem os espetáculos Disney on Ice, de patinação no gelo, e o show infantil Disney Live!.

Disney Media Networks[editar]

A Media Networks é responsável pelos canais e rádios da Walt Disney Company. Sua empresa principal é a Walt Disney Television, anteriormente Disney-ABC Television Group, que é a maior rede de canais do mundo. A ABC produz séries através da ABC Entertainment e seu estúdio, o ABC Studios que também produz filmes para a televisão. Outros canais da marca é o ABC News, voltado para jornalismo e o Freeform, antiga ABC Family, voltado para adolescentes e família. Nas rádios, a ABC tem seu próprio grupo que cobre os 50 estados americanos, o ABC Owned Television Stations Group. Além da ABC, a Media Networks supervisiona as redes ESPN, um dos canais de esportes mais conhecidos no mundo; o Disney Channel Worldwide, que oferece programas para o público infanto-juvenil e está em mais de 166 países em 34 línguas, canais como o Disney Channel, Disney XD e Disney Junior; e a rede de canais A&E Networks voltado para mulheres, arte e entretenimento, possui canais como Lifetime, History e A&E. Após a aquisição da 21st Century Fox pela Disney os canais da FX Networks e da National Geographic Global Networks entraram para o grupo Disney Media Networks.

Walt Disney Direct-to-Consumer & International[editar]

O segmento de Direct-to-Consumer and International (DTCI), composto por todos os negócios em meios internacionais da The Walt Disney Company e os diversos serviços de streaming da companhia, alinha tecnologia, venda de publicidade e plataformas de distribuição criados pelas divisões Studio Entertainment e Media Networks; para ampliar a presença global da empresa e criar experiências de entretenimento personalizadas e de vulto global aos consumidores de todo o mundo. O DTCI é responsável pelos negócios feitos diretamente com o consumidor em todo o universo da The Walt Disney Company, o que inclui o serviço de streaming de esportes da ESPN+, programado em conjunto pela ESPN, o Disney+ voltado para a família e o Hulu voltado para o público em geral.

Estrutura[editar]

Acionistas[editar]

A Walt Disney Company é maioritariamente detida por:

  • Instituições de acionistas e fundos mútuos (porcentagem de 30 de setembro de 2014): como a FMR Corporation, State Street Corporation, Capital World Investors, The Vanguard Group, Northern Trust Corporation, State Farm Mutual Automobile Insurance Co, State Farm Mutual Automobile Insurance Co, Price (T.Rowe) Associates Inc, Massachusetts Financial Services Co. e Bank of New York Mellon Corporation;
  • Fundos de pensão americanos, no capital da empresa são o California Public Employees’ Retirement System (CalPERS), The New York State Common Retirement Fund, American Federation of State, County and Municipal Employees Pension Funds (AFSCME) e Illinois State Board of Investment;
  • Fundos de investimentos como Waddell & Reed, Inc (6%) e Wells Fargo Advantage Funds (6%) tão presentes com capital.

Desde janeiro de 2006, Steve Jobs, fundador e CEO da Apple, tem 3,7 bilhões de dólares em ações, ou mais de 2%, após a aquisição da sua outra empresa, a Pixar, tornando-se o maior acionista individual. Com a morte de Steve Jobs, suas ações da Disney e da Apple foram transferidas para um fundo presidido por sua viúva, Laurene Powell Jobs, fundo chamado Steven P. Jobs Trust. Laurene Powell Jobs anunciou em 24 de novembro de 2011 que detém 138 milhões de ações da Disney, ou 4,6 bilhões de dólares (7,7% da Disney), mas não pretende influenciar a direção de Disney.

Controvérsias e conflitos[editar]

Direitos de Winnie the Pooh[editar]

De 1991 a setembro de 2009, a Disney se envolveu num processo com a família de Stephen Slesinger em relação a royalties do personagem Winnie the Pooh. Uma das acusações era a prestação de royalties que a Disney teria com Slesinger: a empresa havia pago os direitos de adaptação para animação, mas não os derivativos. Sem este pagamento de direitos autorais, um prejuízo de US$ 2 bilhões teria sido criado para a família Slesinger. Com a morte de Slesinger em 1953, sua esposa assinou um acordo de licenciamento com a Disney. Depois de 18 anos de litígio, um juiz de Los Angeles disse que a Disney não tinha cometido qualquer violação de contrato e não a obrigou pagar os royalties.

Controvérsias ambientais[editar]

A empresa também foi acusada de abuso dos animais por grupos de proteção, principalmente devido aos cuidados e procedimentos em vigor dos animais selvagens do Animal Kingdom, e o uso de filhotes não desmamados no filme 101 Dálmatas (1996). Os grupos de bem-estar dos animais apontaram alguns filmes da empresa como causa do aumento da procura de filhotes por um público despreparado para a adoção de animais, a maioria dos quais teria sido, em seguida, abandonada.

O relatório de desenvolvimento ambiental para uma área do Great Guana Cay nas Ilhas Ábaco acusa a Disney de má gestão de um lote de 90 hectares (0,36 km²) no qual a empresa parcialmente desenvolveu um projeto de cruzeiro sob o nome de Treasure Island, mas abandonou. O relatório emitido pela Universidade de Miami e o Colégio das Bahamas denunciou a Disney por deixar no local equipamentos perigosos, como transformadores elétricos e tanques de gasolina, o que fez com que algumas espécies de plantas e insetos sumissem, atrapalhando a fauna e flora locais.

Controvérsias com grupos conservadores[editar]

Alguns filmes da Miramax, incluindo Priest (1994) e Dogma (1999), sofreram veementes protestos da Liga Católica Americana. A Disney adiou a data de lançamento do filme Dogma por causa das controvérsias em torno do filme e, depois, vendeu os direitos de distribuição para a Lions Gate.

A Liga Católica Americana, associada às Assembleias de Deus e outros grupos conservadores, também tem condenado e aberto ações contra a Disney e seus parceiros de publicidade, atacando o show da ABC Nothing Sacred, sobre um padre jesuíta, o livro juvenil Growing Up Gay (Crescendo gay), publicado pela Hyperion, e a anual celebração organizada por gays e lésbicas no parques da Disney.

A Convenção Batista do Sul e a Associação da Família Americana boicotaram a Disney, opondo-se aos benefícios de parceria doméstica ofertados pela empresa aos seus funcionários gays e mostrando sua oposição a série Ellen, da ABC, em que a personagem de Ellen DeGeneres sai do armário. A Disney ignorou os dois boicotes, que foram removidos em 2005.

A Disney, através do programa VoluntEARS, fazia parte das empresas que doava milhares de dólares à Boys Scouts of America (BSA), organização que rege os escoteiros dos EUA. Contudo, depois do grupo vetar a existência de líderes gays (podem existir escoteiros gays, mas eles são proibidos de assumirem qualquer papel de liderança), a empresa anunciou, em março de 2014, depois de notificar a BSA, que cancelaria suas doações. O porta-voz dos Escoteiros dos Estados Unidos, Deron Smith, afirmou que estava "decepcionados" com a Disney, porque as doações eram importantes para as crianças, mas afirmou estar "confiante" de que a Disney iria reconsiderar sua posição. Até o momento, a companhia não se manifestou sobre o assunto. A Disney tem como diretrizes não discriminar ou apoiar grupos que incentivem preconceitos com base em raça, religião, cor, sexo, nacionalidade, idade, estado civil, capacidade mental ou física, ou orientação sexual.

Acusações de mensagens subliminares[editar]

A relação tensa que a Disney mantem com os religiosos estourou em 1994, quando a então subsidiaria da Disney, Miramax, lançou o filme Priest, sobre um padre gay, que o superior não cumpre o celibato, e tem que decidir se quebra o voto de confissão para salvar uma garota molestada sexualmente pelo pai. O filme foi amplamente criticado pelos católicos que iniciaram um boicote a Disney, que foram logo apoiado pela Convenção dos Batistas Sulistas. Com o boicote, diversos rumores sobre mensagens subliminares nos desenhos da Disney foram trazidos à tona e passaram a ser usados para dar força à acusação de que a Disney estaria determinada a deturpar os valores familiares cristãos.

Em 1995, um grupo de lobby chamado American Life League acusou vários filmes da Disney, incluindo O Rei Leão, A Pequena Sereia e Aladdin, de conter mensagens subliminares e imagens de características sexuais. No artigo intitulado "Aladin Exposto", a Movie Guide Magazine, uma revista cristã de cinema, alegou haver uma cena em que se pode ouvir ao fundo a frase bons adolescentes, tirem suas roupas (no original, good teenagers, take off your clothes). Alguns meses depois, a Disney enviou uma carta à revista afirmando que a frase era simplesmente Chispe, bom tigre, decole e vá (no original, scat, good tiger, take off and go). No filme, Aladdin tem um tapete voador e take off pode significar tanto despir-se quanto decolar. O editor da Movie Guide se retratou, admitindo que não havia sinal de manipulação subliminar no filme.

Em 8 de janeiro de 1999, três dias depois da segunda versão de The Rescuers (1977) ser lançada em home video, a companhia anunciou um recall de cerca de 3,4 milhões de cópias VHS, porque havia, de fato, uma imagem censurável no fundo do cels do filme. A imagem em questão, uma mulher topless numa janela ao fundo da cena, aparece na cena em que Bernardo e Bianca estão voando, durante dois frames borrados (não consecutivos). É impossível ver a cena na exibição normal, dado que a imagem aparece em apenas dois quadros, e o filme exibe, em média, 30 quadros por segundo. A Disney afirmou que a imagem era uma sabotagem presente desde a produção original, embora a empresa tenha afirmado que a mulher nua não está presente na versão VHS de 1992, porque essa versão "foi feita a partir de um material diferente". Também sustentaram que as imagens não foram colocadas no filme por nenhum de seus animadores, mas sim no processo de pós-produção. Ninguém havia notado a existência da mulher nua até a Disney retirar o filme das lojas. O caso, contudo, ainda é usado pelos religiosos como representando uma "mensagem subliminar".

Em 10 de janeiro de 1999, dois dias após o recall, foi anunciado no site do jornal The Independent o seguinte: "Uma porta-voz da Disney disse que as imagens de The Rescuers foi uma sabotagem colocada no filme durante a produção, mas ela se recusou a dizer o porquê e quem as colocou... A empresa disse que o objetivo do recall era manter sua promessa de que as famílias podem confiar e contar com a marca Disney para oferecer o melhor em entretenimento familiar".

Em A Pequena Sereia, foi afirmado que o padre que celebra o casamento de Ariel tem uma ereção durante a cerimônia. Na verdade, a protuberância que dá origem ao rumor é o joelho do personagem, que pode claramente ser visto em outras cenas.

No filme O Rei Leão, a controvérsia foi acerca de uma cena em que Simba deita no chão e a poeira levantada supostamente formaria a palavras sex. A afirmação, contudo, foi contrariada por Tom Sito, animador do filme, que explicou que as palavras escritas no ar eram SFX e não SEX e foi um easter egg do departamento de animação, sem a intenção de causar controvérsia.