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Toda a Luz que Não Podemos Ver

Fonte: EverybodyWiki Bios & Wiki

All the Light We Cannot See
Toda a Luz que não Podemos Ver (PT)
Toda Luz que não Podemos Ver (BR)
Autor(es) Anthony Doerr
Idioma Inglês
País  Estados Unidos
Gênero Romance histórico
Editora Scribner
Formato Capa dura
Lançamento 2014
Páginas 544
ISBN 978-1-4767-4658-6
Edição portuguesa
Tradução Manuel Alberto Vieira
Editora Editorial Presença
Lançamento 2015
Páginas 520
ISBN 978-9-7223-5543-8
Edição brasileira
Tradução Maria Carmelita Dias
Editora Intrínseca
Lançamento 2015
Páginas 528
ISBN 978-8-5805-7698-6

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Toda a Luz que Não Podemos ver é um romance histórico escrito pelo autor norte-americano Anthony Doerr. O romance foi publicado em 6 de maio de 2014 nos Estados Unidos pela editora Scribner e venceu o Prémio Pulitzer de Ficção em 2015, assim como o prémio Andrew Carnegie Medal for Excellence in Fiction. O autor demorou 10 anos a escrever a obra[1].

História[editar]

A história do romance passa-se na França ocupada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e centra-se numa menina francesa cega e num rapaz alemão que acabam por se encontrar.

Em 1934, Marie-Laure LeBlanc, a filha do serralheiro do Museu de História Natural de Paris e acompanha frequentemente o pai para o trabalho. A visão de Marie começa a deteriorar-se rapidamente devido a cataratas antes de ela ficar completamente cega aos 6 anos de idade. O seu pai promete que vai apoiá-la para sempre e cria um modelo de madeira do bairro que os dois habitam em Paris para que Marie possa memorizar as ruas através do toque e consiga orientar-se. Ele também mantém a sua mente astuta através de caixas segredo que Marie recebe nos seus aniversários e onde estão escondidos presentes. Marie aprende a ler Braille e o seu pai oferece-lhe romances para ela ler. Ela fica fascinada com os mundos imaginários explorados na sua edição de Vinte Mil Léguas Submarinas de Júlio Verne.

Diz que no museu onde trabalha o pai de Marie-Laure existe um diamante requintado de valor incalculável, com belas "chamas vermelhas" no seu centro. Porém, uma lenda diz que o diamante está amaldiçoado: a pessoa que o tiver não pode morrer, mas as pessoas que ama serão atingidas com tragédias sem fim.

Entretanto, na Alemanha, Werner Pfenning de oito anos é um orfão que vive na localidade mineira de Zollverein. Ele e a sua irmã Jutta encontram um rádio de onda curta atrás do orfanato onde vivem. Werner consegue repará-lo e o seu talento natural para compreender circuitos elétricos torna-se evidente. Ele e Jutta ouvem vários programas, incluindo um programa transmitido a partir da França e apresentado por um homem idoso que partilha histórias sobre o mundo da ciência de forma engenhosa para que até os ouvintes mais novos possam compreender.

Quando os nazistas invadem a França em 1940, Marie-Laure e o seu pai fogem para a cidade costeira de Saint-Malo[2] para se refugiarem na casa do seu tio-avô Etienne, um homem em reclusão que sofre de stress pós-traumático desde a Primeira Guerra Mundial. Sem que Marie-Laure saiba, o seu pai recebe o diamante Mar de Chamas ou uma de três réplicas exatas do mesmo que devem ser escondidas para que não caiam nas mãos dos alemães. Ele esconde-o num pequeno modelo em madeira da casa de Etienne, incluída num modelo que ele constrói de Saint-Malo. Pouco depois ele é preso pelos alemães e desaparece, deixando Marie-Laure sozinha com Etienne e a sua empregada. Não demora muito até um caça tesouros alemão nazi, o sargento-major Reinhold iniciar uma busca pelo Mar de Chamas.

A paixão de Werner por ciência e o seu dom para a mecânica de rádios fazem com que ele consiga um lugar numa escola militar para a elite nazi onde lhe dizem: "Vão seguir todos o mesmo caminho, ao mesmo ritmo em direção à mesma causa... Vão comer país e respirar nação". Werner obedece e a sua disciplina e aptidão científica levam-no a Wehrmacht onde ele se torna especialista na procura de remetentes de transmissões ilegais de rádio. Porém, ele vai ficando cada vez mais incomodado com o que acontece quando consegue ligar um sinal de rádio à sua fonte: "Dentro do armário não está um rádio, mas sim uma criança sentada com uma bala atravessada na cabeça" e é assombrado pelas suas memórias das transmissões francesas que o fazem recordar um tempo quando a ciência parecia ser um instrumento de maravilha e não de morte.

Os caminhos de Werner e de Marie-Laure cruzam-se em 1944 quando as forças aliadas chegam às praias da Normandia e o esquadrão de Werner é enviado para Saint-Malo para localizar e destruir o remetente de misteriosas transmissões de informações secretas. Werner acaba por decidir deixar que as transmissões continuem e mais tarde salca Marie-Laure de von Rumpel. Apesar de não ficarem juntos por muito tempo, eles criam uma relação forte. Werner deixa Marie-Laure em segurança, mas fica gravemente doente. Apesar de começar a recuperar, entra por engano num campo minado numa noite e acaba por detonar uma mina que lhe tira a vida.

Trinta anos mais tarde, Jutta, a irmã de Werner, recebe uma caixa de um antigo colega de Werner que contém informações sobre a sua morte, assim como uma casa do modelo que o pai de Marie-Laure tinha construído. Jutta viaja até França com o seu filho Max e lá conhece Marie-Laure no museu onde o seu pai tinha trabalhado. Marie-Laure descobre que Werner escondeu o Mar de Chamas numa caverna secreta em Saint-Malo antes de morrer. A história termina com Marie-Laure, agora com 86 anos, a passear com o seu neto pelas ruas de Paris onde cresceu.

Recepção[editar]

Em 13 de dezembro de 2015, o romance mantinha-se na lista de livros mais vendidos do New York Times na secção de livros de ficção de capa dura há 82 semanas..[3][4] O New York Times também o considerou um dos 10 melhores livros do ano.[5] O romance esteve na lista de finalistas do National Book Award.[6] As suas vendas triplicaram depois de ter perdido este prémio para o romance Redeployment de Phil Klay.[4]

O romance venceu o Prémio Pulitzer de Ficção em 2015[7], assim como a Andrew Carnegie Medal for Excellence in Fiction no mesmo ano.[8][9]

O romance foi ainda um dos candidatos ao Dayton Literary Peace Prize de Ficção [10] e venceu o Ohioana Library Association Book Award de Ficção em 2015.[11]

Referências

  1. http://www.publishersweekly.com/pw/by-topic/columns-and-blogs/soapbox/article/71440-why-historical-fiction-will-never-go-away.html
  2. Busch, Alison.
  3. "Best Sellers - The New York Times". www.nytimes.com.
  4. 4,0 4,1 Alter, Alexandra (December 26, 2014).
  5. "The 10 Best Books of 2014".
  6. Alex Shephard (October 15, 2014).
  7. Flood, Alison (April 21, 2015).
  8. "Anthony Doerr wins Carnegie Medal for fiction" Arquivado em 24 de setembro de 2015, no Wayback Machine..
  9. "'All the Light We Cannot See,' 'Just Mercy: A Story of Justice and Redemption' win 2015 Andrew Carnegie Medals for Excellence in Fiction and Nonfiction | News and Press Center". www.ala.org.
  10. D. Verne Morland, Digital Stationery International, LLC.
  11. «Cópia arquivada» (PDF). Consultado em 23 de dezembro de 2015. Arquivado do original (PDF) em 5 de setembro de 2015 

Ligações externas[editar]



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